domingo, 16 de agosto de 2015

Santo do dia

Domingo, dia 16 de Agosto de 2015

20º Domingo do Tempo Comum - Ano B


Festa da Igreja : XX Domingo do Tempo Comum (semana IV do saltério)Assunção de Nossa Senhora (no Brasil)
Santo do dia : Santo Estêvão, rei da Hungria, +1038, S. Roque, peregrino, séc. XIV , São João Francisco Régis
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Assunção de Nossa Senhora (no Brasil)

Apocalipse 11,19.12,1-6.10; Salmo 44, 10-16; 1ª Coríntios 15,20-27; Lucas 1,39-56
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Santo Estêvão, rei da Hungria, +1038

Rei da Hungria, foi convertido por Adalberto, Bispo de Praga, e dedicou a vida a fazer de seu reino, tanto quanto possível, uma imagem do Reino dos Céus. Foi casado com a Gisela, irmã do imperador Henrique.
Deixou por escrito normas de governo para seu filho e herdeiro, Américo, o qual não chegou a reinar pois faleceu antes do pai.
A coroa real de Estêvão, oferecida pelo Papa Silvestre II, até hoje é venerada como relíquia e como símbolo da nacionalidade húngara.
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S. Roque, peregrino, séc. XIV

Nascido no começo do século XIV, em Montpellier, na França, Roque ficou órfão de pai e mãe muito jovem e resolveu distribuir todos os seus bens aos pobres, deixando uma pequena parte confiada ao tio e partindo em peregrinação para Roma. No decorrer da viagem, encontrou vários necessitados e ofereceu-se como voluntário na assistência dos doentes no local de tratamento, onde operou as primeiras curas milagrosas. Onde surgia um foco de peste, lá estava Roque ajudando, pela sua corajosa e activa caridade.

Após muitos anos na Cidade Eterna, e de passagem por Placência, foi contagiado pela peste, aparecendo-lhe uma grande ferida numa perna, o que o impediu de prosseguir a sua obra de assistência aos atingidos pelo mesmo mal. Para não contaminar ninguém isolou-se na floresta.

Sempre vemos São Roque representado em trajes de peregrino com um cão que está a seu lado e lhe dá um pão. Esta gravura é inspirada numa passagem da sua vida, em que, atingido pela peste e fugindo para uma cabana, teria morrido de fome se um cachorro sem dono não lhe tivesse trazido diariamente um pão e se da terra não tivesse nascido uma fonte de água para lhe matar a sede.

Ao chegar a Montpellier, foi preso e levado diante do governador, que era seu tio, mas não o reconheceu, tendo sido confundido com um espião; jogado numa prisão, ficou aí desfalecendo cerca de cinco anos, até que a morte o colheu, abandonado e esquecido por todos. Alguns biógrafos dizem que, segundo a tradição, a sua avó o teria reconhecido pela mancha que trazia no peito em forma de cruz.
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São João Francisco Régis
Francisco Régis nasceu em 31 de janeiro de 1597, numa pequena aldeia de Narbone, na França. Filho de um rico comerciante, foi educado num colégio dirigido por sacerdotes jesuítas desde pequeno. Nada mais natural que entrasse para a Companhia de Jesus quando, em 1616, decidiu-se pela vida religiosa. Desejava, ardentemente, seguir o exemplo dos jesuítas missionários que evangelizavam em terras pagãs estrangeiras.

Tornou-se rapidamente respeitado e admirado pela dedicação na catequização que fazia diretamente ao povo, auxiliando os sacerdotes, assim como nas escolas que a Companhia de Jesus dirigia. Aos 33 anos, ordenou-se sacerdote, tomando o nome de João Francisco. Só então o seu contagiante trabalho disseminou-se pela cidade, por meio das obras dedicadas aos marginalizados, necessitados e doentes. Essa era a missão importantíssima que o aguardava lá mesmo, na sua terra natal: atender aos pobres e doentes e converter os pecadores.

Entre os anos 1630 e 1640, duas epidemias de pestes assolaram a comunidade. Francisco Régis era incansável no atendimento aos doentes pobres e suas famílias. Nesse período, conscientizou-se de que a França precisava da sua ação apostólica, e não o exterior. Assim, tornou-se um valente missionário jesuíta, e o mais frequente sacerdote visitador de cárceres e hospitais. Os registros relatam às centenas os doentes que salvou e os pagãos que converteu ao mesmo tempo.

Bispos de seu tempo relataram que ele era dotado de um carisma muito especial. Onde pregava os ensinamentos de Cristo, as pessoas, invariavelmente, se convertiam. Conseguiu, com o auxilio da Virgem Mãe, como ele mesmo dizia, converter aldeias inteiras com o seu apostolado. Foram dez anos empregados nesse fatigante e profícuo trabalho missionário.

Francisco Régis foi designado para chefiar a missão enviada à La Louvesc, na diocese de Dauphine. Antes de iniciar a viagem, quis despedir-se dos companheiros jesuítas. Percebera, apesar da pouca idade, que sua morte estava muito próxima. A viagem até lá foi um tremendo sacrifício. Além de atravessar altas montanhas, o caminho foi trilhado debaixo de um rigoroso inverno.

Chegou a La Louvesc doente e perigosamente febril. Mas, como havia uma enorme multidão de fiéis que desejavam ouvir seus sermões, pregou por três dias seguidos. Os intervalos de descanso foram utilizados para o atendimento no confessionário. Finalmente, abatido por uma enorme fraqueza, que evoluiu para uma pneumonia fulminante, faleceu no dia 31 de dezembro de 1640, aos 43 anos de idade.

O papa Clemente XII canonizou-o em 1737. São João Francisco Régis, ou apenas são Francisco Régis, como era chamado, teve sua festa marcada para o dia 16 de agosto.

Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz. http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=santo&id=283#ixzz3iyRLYFER


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