O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
domingo, 21 de agosto de 2016
sábado, 20 de agosto de 2016
Nosso Espírito é de Deus
“E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então, diz: Voltarei para a minha casa, donde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então, vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má.” (Mateus 12.43).
Os demônios são personalidades verdadeiras, são perversos, odiáveis e destruidores, seus espíritos são personalidades assim como as dos homens. Os demônios são espíritos sem corpos para habitar. Nós somos espíritos providos de corpos, nosso espírito é de Deus; os espíritos de demônios são de satanás. Estes são malignos, sem corpos para se exprimir nesse mundo, que anseiam por achar um meio de se expressar, mas não conseguem antes de possuírem um corpo.
Agora você compreende por que o espírito imundo expulso do homem não tinha repouso e não ficou contente? Ele era um espírito de satanás enviado para destruir e matar. Quando não podia mais exprimir-se por um corpo, ficou aflito e, com auxílio de sete espíritos piores do que ele, conseguiu entrar novamente no homem e ter os meios para expressar seu ódio e sua destruição.
Um demônio é uma personalidade, um espírito, como você e eu. Assim como desejamos fazer o bem, falar palavras de consolo, ouvir música, apreciar flores, conversar com amigos e responder a cada impulso com uma expressão, os demônios anelam exprimir-se, mas como não tem corpos próprios, andam errantes, procurando corpos em que possam entrar e ali permanecer, desempenhando sua missão perversa. O filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo.
Enviado por leitor - Igreja Internacional da Graça de Deus
No lugar do outro
Na mensagem para o Meeting de Rimini o Papa convida ao diálogo ·
Um «encontro verdadeiro» exige sempre «a disponibilidade a pôr-se no lugar do outro para compreender, abaixo da superfície, o que agita o seu coração, o que ele procura verdadeiramente». Começando com esta afirmação o Papa Francisco – numa mensagem assinada pelo cardeal secretário de Estado Pietro Parolin – convidou os participantes na 37ª edição do Meeting de Rimini, inaugurado a 19 de agosto, a não se cansarem de alimentar o diálogo com todos. «Descobriremos que abrir-se ao próximo – lê-se no texto enviado ao bispo da cidade, Francesco Lambiasi – não empobrece o nosso olhar, mas torna-nos mais ricos porque nos leva a reconhecer a verdade do outro, a importância da sua experiência e a base daquilo que ele diz, até quando esconde atrás de si atitudes e opções que não compartilhamos». Evocando o tema do Meeting, «Tu és um bem para mim», a mensagem recorda que «diante das ameaças para a paz e a segurança dos povos e das nações» os cristãos são chamados a tomar consciência de que «é antes de tudo uma insegurança existencial que nos faz ter medo uns dos outros, como se fosse um nosso antagonista que nos priva do espaço vital e ultrapassa os confins que nós mesmos construímos». A exemplo de Jesus, ao contrário, o fiel «cultiva sempre um pensamento aberto ao próximo, quem quer que ele seja, porque não considera ninguém perdido definitivamente».
Imitação de Cristo
Sábado da 20ª semana do Tempo ComumImitação de Cristo, tratado espiritual do século XV, Livraria Moraes, 1959 §2
«Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo.»
Se souberes calar-te e manter-te paciente, receberás sem qualquer dúvida o auxílio do Senhor. É Ele que conhece o momento e a maneira de te libertar; é por isso que te deves abandonar a Ele. É de Deus que vem o socorro, a libertação de toda a humilhação.
Muitas vezes, é muito vantajoso, para nos guardar numa maior humildade, que os outros conheçam e critiquem as nossas faltas. Quando um homem se humilha das suas faltas, é-lhe fácil apaziguar os outros e conquista facilmente aqueles que se irritam contra ele. Ao humilde, Deus defende e liberta; ao humilde, Deus acarinha e consola; é para o humilde que Deus Se inclina. Ao que é humilde, Deus concede uma graça abundante e, após a sua humilhação, fá-lo subir à glória. Ao que é humilde, Deus revela os seus segredos, atrai-o e convida-o docemente a ir até Ele. | |||
Evangelho segundo S. Mateus 23,1-12.
Naquele tempo, Jesus falou à multidão e aos discípulos, dizendo:
«Na cadeira de Moisés sentaram-se os escribas e os fariseus.
Fazei e observai tudo quanto vos disserem, mas não imiteis as suas obras, porque eles dizem e não fazem.
Atam fardos pesados e põem-nos aos ombros dos homens, mas eles nem com o dedo os querem mover.
Tudo o que fazem é para serem vistos pelos homens: alargam os filactérios e ampliam as borlas;
gostam do primeiro lugar nos banquetes e dos primeiros assentos nas sinagogas,
das saudações nas praças públicas e que os tratem por ‘Mestres’.
Vós, porém, não vos deixeis tratar por ‘Mestres’, porque um só é o vosso Mestre e vós sois todos irmãos.
Na terra não chameis a ninguém vosso ‘Pai’, porque um só é o vosso pai, o Pai celeste.
Nem vos deixeis tratar por ‘Doutores’, porque um só é o vosso doutor, o Messias.
Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo.
Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».
Fé, a Chave para o Milagre
CASA DE ORAÇÃO MUNDIAL
“2013: ANO DA FÉ”
Célula de Multiplicação – 24.02.2013
Tema: FÉ, A CHAVE PARA O MILAGRE
Texto: Mc 5.21-43
INTRODUÇÃO
A fé é o caminho que nos conduz ao milagre. É a chave que abre a porta para o sobrenatural. Se você tem uma chave, mas a usa na porta errada, não conseguirá resultado. Assim também é a nossa fé, ela deve ser colocada exclusivamente em Deus. Não é o homem nem a religião que poderá lhe levar ao milagre que mudará a sua história, mas o Senhor Deus, o Todo- Poderoso. Ele está sempre disposto a agir na vida daqueles que n’Ele confiam (Na 1.7).
1. EM BUSCA DO MILAGRE
O texto bíblico desta ministração nos apresenta a história de um homem e uma mulher que enfrentaram obstáculos para receberem o milagre de Jesus. A fé os levou a ver o sobrenatural de Deus acontecer em suas vidas.
O relato bíblico nos fala que assim que Jesus aportou nas margens do Mar da Galiléia, uma multidão de pessoas começou a formar ao Seu redor, e se tornou tão numerosa que Jesus era seguido e comprimido por ela.
Naquele momento aproximou-se de Jesus um homem, principal da sinagoga, por nome Jairo, e prostrou-se aos Seus pés a implorá-Lo para ir até a sua casa onde sua filha, enferma se ultimava. Naquele mesmo momento, uma mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, “ouvindo falar de Jesus (vs. 27)”, aproximou-se d”Ele dizendo: “se tão somente tocar na orla dos seus vestidos, ficarei curada” (vs. 28). E, vindo por detrás, entre a multidão, tocou em Jesus, ficando imediatamente curada.
2. O MILAGRE DA FÉ
Muitas vezes estamos em meio a um problema onde tudo parece nos sugerir que não haverá solução, que não há mais esperança. Entretanto, os que andam pela fé, não dependem do que vêm ou sentem. É preciso crer que Deus fará o milagre, em outras palavras, ter a certeza de que Deus agirá sobrenaturalmente, ainda que as circunstâncias não apontem para isto. Se você quer um milagre, precisa crer de todo o seu coração que Deus pode intervir a seu favor.
Após curar a mulher do fluxo de sangue, Jesus voltou para Jairo para com ele ir ter com sua filha que morria. Alguns, vindos da casa de Jairo, trouxeram-lhe a triste notícia: “sua filha está morta, não incomodes mais o Mestre” (vs. 35). Ao ouvir estas palavras, Jesus, olhando para Jairo, disse-lhe: “não temas, crê somente.”
A Palavra de Deus é que alimenta a fé em nosso coração (Rm 10.17). Não devemos temer as más notícias, nem aceitar as palavras negativas que alguém, nos nossos momentos de adversidades, liberam sobre nós. Não podemos ficar incrédulos diante da realidade dos fatos, mas crer, apesar das circunstâncias, que o milagre acontecerá.
Chegando à casa de Jairo, Jesus “viu o alvoroço, e os que choravam muito e pranteavam” (vs. 38). Na busca por um milagre de Jesus, podemos enfrentar obstáculos. A grande questão é como vamos reagir diante deles. Confiando no Senhor da ressurreição, ou nos entregando ao desespero.
Nenhum problema é maior que nosso Deus. Na cruz, Jesus “tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si…” (Is 53.4-5). Na cruz, Jesus venceu a morte.
Ao dizer: “a menina não está morta, mas dorme” (vs. 39), os que choravam em pranteavam se puseram a rir de Jesus. Diante da incredulidade deles, levando consigo somente os que criam, Jesus entrou no quarto onde estava a criança morta, e operou o milagre da ressurreição.
CONCLUSÃO
Os milagres acontecem quando usamos a chave para abrir a porta dos céus – a fé. A porta é Jesus. É através do nome de Jesus que abrimos portas no mundo espiritual, mudando situações adversas. O nome de Jesus está sobre todo nome, e através d’Ele, mediante a fé, podemos todas as coisas (Fl 4.13).Só o Senhor é Deus, e Jesus Cristo é o Senhor. Amém e Amém! -
Casa de Oração Mundial - Milton Ebenézer e Niara Souza
Colaboração de Leitor
Casa de Oração Mundial - Milton Ebenézer e Niara Souza
Colaboração de Leitor
Santo do Dia - 20 de agosto
S. Zeferino, papa, mártir, +217 | |
São Zeferino, Papa
São Zeferino foi o 15º Papa a tombar, martirizado, em defesa da Igreja de Cristo. Era natural de Roma. Dedicou-se com muita diligência e zelo, pregando e testemunhando o Evangelho com grande virtude e sabedoria, qualidades que floresceram no pontificado de São Vitor I, de quem se tornaria sucessor na Sé apostólica.
Após o glorioso martírio do Papa São Vitor, ocorrido no dia 28 de julho de 199, o povo de Deus, unido ao clero, reuniu-se em intensas orações, a fim de que o Senhor iluminasse o rebanho para a escolha de um digno vigário. Depois de onze dias de intensas orações, o Espírito Santo manifestou-se em forma de pomba e desceu sobre a cabeça do então presbítero Zeferino, onde repousou por um breve espaço de tempo, desaparecendo em seguida. Os fiéis logo identificaram a escolha de Deus. Por unanimidade, o elegeram no mês de agosto daquele ano, quando assumiu honrosamente o divino governo da Igreja.
Logo no início de seu pontificado, o imperador Septímio Severo moveu, por decreto, intensa perseguição contra a Igreja, fato que levou São Zeferino a tomar as primeiras providências no sentido de zelar pelo rebanho, levando seu auxílio e consolo naqueles dias de grande tribulação. Pessoalmente, de dia e de noite, percorreu infatigavelmente diversas casas, cavernas e locais subterrâneos. Colocou em risco a própria vida, visitando e consolando não só os encarcerados, mas também os condenados, que acompanhava até aos cadafalsos. A todos alentava com palavras e esmolas, levando a eles o Pão dos fortes, regado com o Sangue de Cristo. A cruel perseguição perdurou por nove anos consecutivos, até a morte do imperador Severo, quando a Igreja recobrou um certo período de paz.
Editou importantes regras canônicas, especialmente as relativas à disciplina eclesiástica. Foi ele quem determinou que os fiéis católicos comungassem, pelo menos na ocasião da Festa da Páscoa. Também, quanto aos cálices sagrados, até então confeccionados em madeira, determinou que deveriam ser feitos, ao menos de vidro.
Durante seu pontificado, a cabeça da heresia reergueu-se furiosamente. Praxeas, que no pontificado anterior havia retratado-se da pregação de sua heresia patripasiana (negação da Santíssima Trindade), novamente tentou semear sua doutrina errônea e, por isto, foi duramente combatido pelo Papa. Também Tertuliano, que coberto com uma capa de austeridade e rigor, grande desgosto causou ao Santo Padre, após voltar-se contra ele mediante censuras e ataques. Arrebanhando diversos adeptos, Tertuliano mergulhou definitivamente na lama das sua doutrina insana.
São Zeferino governou a Igreja até o ano de 217, quando recebeu a auréola dos mártires no dia 26 de agosto, sob o governo do imperador Antonino.
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