quarta-feira, 27 de abril de 2016

Santo do dia

Quarta-feira, dia 27 de Abril de 2016

Quarta-feira da 5ª semana da Páscoa


Santo do dia : S. Pedro Canísio, presbítero, doutor da Igreja, +1597Santa Zita, virgem, +1278 



S. Pedro Canísio
Pedro Canísio (1521-1597) é conhecido como o segundo apóstolo da Alemanha. É Doutor da Igreja. Seu nome original éPieter Kanijs. Foi um teólogo jesuíta nascido nos Países Baixos.
Foi chamado de "Martelo dos hereges" pela clareza e eloquência com que atacava a posição dos protestantes; está entre os iniciadores da imprensa católica. Ainda na luta pela defesa da Igreja Católica aconselhava: não firam, não humilhem, mas defendam a religião com toda a alma.
São Pedro Canísio foi o segundo importante apostólo a levar a fé católica à Alemanha, sendo o primeiro S. Bonifácio. É considerado o iniciador da imprensa católica e foi o primeiro a formar parte do "exército" dos jesuítas.

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Santa Zita, virgem
Santa Zita nasceu em 1218, em Monsagrati, nos arredores da cidade de Lucca. Filha de camponeses, aos 12 anos foi trabalhar como empregada doméstica na casa de uma rica família. Perguntava-se sempre a si mesma: "Isto agrada ao Senhor?" Ou: "Isto desagrada a Jesus?" Foi-lhe confiado o encargo de distribuir as esmolas cada sexta-feira. E dava do seu pouco, da sua comida, das suas roupas, daquilo que possuía, das suas parcas economias. Dizem que um dia foi surpreendida enquanto socorria os necessitados. Mas no seu avental o que era alimento converteu-se em flores. Até aos 60 anos foi doméstica. Na hora da morte tinha ajoelhada a seus pés toda a família Fatinelli, a quem servira toda a vida. Partiu para o Céu no dia 27 de Abril de 1278. Pio XII proclamou-a padroeira das empregadas domésticas do mundo inteiro.


terça-feira, 26 de abril de 2016

«Dou-vos a minha paz»

Comentário do dia:

São Columbano (563-615), monge, fundador de mosteiros
Instrução 11



Moisés escreveu na Lei: «Deus fez o homem à sua imagem e à sua semelhança» (Gn 1,26). [...] Cabe-nos pois reflectir, para o Nosso Deus e nosso Pai, a imagem da sua santidade. {...] Não sejamos pintores de uma imagem diferente [...] e, para que não inscrevamos em nós a imagem do orgulho, deixemos que o próprio Cristo pinte em nós a sua imagem. Ele pintou-a quando disse: «Dou-vos a paz. Deixo-vos a minha paz.»

Mas de que nos serve saber que essa paz é boa, se não cuidamos dela? Aquilo que é bom habitualmente é frágil; e os bens preciosos reclamam cuidados maiores e uma atenção mais vigilante. Muito frágil é a paz que se pode perder por uma palavras apressada ou uma pequena mágoa infligida a um irmão. Ora, nada agrada mais aos homens do que falar a despropósito e ocupar-se do que não lhes diz respeito, proferir discursos vãos e criticar os ausentes. Daí que aqueles que não podem dizer: «O Senhor deu-me a língua dum discípulo para que eu saiba reconfortar pela palavra aquele que está abatido» (Is 50,4) devem calar-se ou, se dizem alguma palavra, que seja uma palavra de paz. [...] «A plenitude da lei é o amor» (Rom 13,8). Que se digne inspirá-lo em nós o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, autor da paz e Deus do amor.

Evangelho segundo S. João 14,27-31a.


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe nem intimide o vosso coração.
Ouvistes que Eu vos disse: Vou partir, mas voltarei para junto de vós. Se Me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu.
Disse-vo-lo agora, antes de acontecer, para que, quando acontecer, acrediteis».
Já não falarei muito convosco, porque vai chegar o príncipe deste mundo. Ele nada pode contra Mim,
mas é para que o mundo saiba que amo o Pai e faço como o Pai Me ordenou».


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org

Livro de Salmos 145(144),10-11.12-13ab.21.


Graças Vos deem, Senhor, todas as criaturas
e bendigam-Vos os vossos fiéis.
Proclamem a glória do vosso reino
e anunciem os vossos feitos gloriosos.

Deem a conhecer aos homens o vosso poder,
a glória e o esplendor do vosso reino.
O vosso reino é um reino eterno,
o vosso domínio estende-se por todas as gerações.

Cante a minha boca os louvores do Senhor
e todo o ser vivo bendiga eternamente o seu nome santo.


Papa Francisco

A felicidade não é uma app

· O Papa celebrou o jubileu dos adolescentes e pediu-lhes que não se satisfaçam com uma vida medíocre ·

«A vossa felicidade não tem preço e não se comercializa: não é uma “app” que se descarrega no telemóvel» recordou o Papa aos muitíssimos adolescentes reunidos na praça de São Pedro na manhã de domingo, 24 de abril, para a celebração eucarística que constituiu o ápice dos três dias jubilares vividos pelos jovens de todo o mundo em Roma. Com uma homilia simples e direta, rica de indicações e referências à experiência diária dos jovens, Francisco relançou a ordem do amor cristão: não aquele «nas nuvens» nem de «telenovela» – explicou – mas o «concreto» que Jesus ensina. Um amor, frisou, «não fácil, importante», que «é trabalhoso», mas que no final «torna felizes».
Para o Pontífice amar significa sobretudo doar: «não só algo material – especificou – mas de si mesmo: o próprio tempo, a própria amizade». Trata-se substancialmente de «querer bem sem possuir», deixando livres os outros e testemunhando pessoalmente «a liberdade de poder escolher o bem». Um compromisso a viver com «escolhas corajosas e fortes» que evitem a «mediocridade» e estimulem a «responsabilidade».
No final da missa, durante o Regina caeli, o Papa renovou o apelo a favor dos bispos, sacerdotes e religiosos, cristãos e ortodoxos, sequestrados na Síria.
Da necessidade de viver a misericórdia nas relações com os outros o Papa falou na parte da tarde, indo à Villa Borghese para se encontrar com os protagonistas da Mariápolis de Roma, organizada pelo movimento dos Focolares. E lançara também na mensagem vídeo transmitida na noite de sábado aos adolescentes protagonistas do jubileu reunidos no estádio Olímpico de Roma para uma noitada de festa e de testemunho um convite ao perdão. A 16 deles, durante a manhã, o Pontífice administrara o sacramento da confissão na praça de São Pedro.
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Livro dos Actos dos Apóstolos 14,19-28.


Naqueles dias, chegaram uns judeus de Antioquia e de Icónio, que aliciaram a multidão, apedrejaram Paulo e arrastaram-no para fora da cidade, dando-o por morto.
Mas, tendo-se reunido os discípulos à sua volta, ele ergueu-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu com Barnabé para Derbe.
Depois de terem anunciado a boa nova a esta cidade e de terem feito numerosos discípulos, Paulo e Barnabé voltaram a Listra, a Icónio e a Antioquia.
Iam fortalecendo as almas dos discípulos e exortavam-nos a permanecerem firmes na fé, «porque __ diziam eles __ temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus».
Estabeleceram anciãos em cada Igreja, depois de terem feito orações acompanhadas de jejum, e encomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham acreditado.
Atravessaram então a Pisídia e chegaram à Panfília;
depois, anunciaram a palavra em Perga e desceram até Atalia.
De lá embarcaram para Antioquia, de onde tinham partido, confiados na graça de Deus, para a obra que acabavam de realizar.
À chegada, convocaram a Igreja, contaram tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos gentios a porta da fé.
Demoraram-se ali bastante tempo com os discípulos.

Meu corpo -- adventistas

Meu corpo, Suas regras!

Contudo, a resposta feminina ao machismo – o feminismo – também não é bíblica ou cristã!
Há algum tempo me deparei com alguns vídeos de propagandas cuja mensagem central era que se o corpo é meu, as regras são minhas. Lembro-me que um dos vídeos abordava esta ideia ao falar sobre aborto, e outro ao falar sobre imagem pessoal (corte de cabelo, roupa, maquiagem, esmaltes, etc…).
“Meu corpo, minhas regras” – quanto perigo em uma frase tão pequena! E não é de surpreender. O primeiro engano em que a mulher caiu também foi dito em poucas palavras – “Certamente não morrereis” Gênesis 3:4. Queridas amigas precisamos abrir nossos olhos.
A Palavra do Senhor nos ensina algo diferente do que o mundo tem propagado:
“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” 1 Coríntios 6:19,20.
A mulher cristã submete seu corpo à vontade de Deus! Ela segue o que a Palavra diz em I Coríntios 10:31, e come não o que quer, mas o que agrada a Deus. Ela não adorna seu corpo com trajes e enfeites que desagradam a Deus, mas segue o que a Sagrada Escritura diz em I Pedro 3:3 e 4. Ela entende que não pertence a si mesma, mas Àquele que deu Sua vida para resgata-la das trevas para a Sua maravilhosa luz (I Pedro 2:9). Jesus não é apenas seu Salvador, mas também seu Senhor, e sua vida (incluindo seu corpo) é na verdade a vida de Cristo nela (Gálatas 2:20).

Mais do que uma peça de tecido – uma ideologia

Um dos temas mais delicados para nós, mulheres cristãs, parece ser o da modéstia cristã. Alguns dos textos mais fortes que já li nos testemunhos (e com os quais mais lutei) do Espírito de Profecia são acerca deste tema.
Sem que muitas de nós percebamos, as ideias feministas tem ganhado espaço entre as mulheres cristãs, e tornado ainda mais delicado o tratamento deste assunto.
A Palavra de Deus é clara sobre a distinção que deve haver entre o vestuário feminino e masculino: “Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao Senhor teu Deus.” Deuteronômio 22:5. Mas seguindo uma ideologia feminista de igualdade, peças masculinas foram inseridas no guarda-roupa feminino, e muitas de nossas irmãs as utilizam hoje sem ter a menor atenção acerca da ideologia que essas peças carregam.
Recentemente li uma matéria acerca da moda unissex. Uma matéria publicada em um site secular, mas que evidencia muito (até porque isso não é segredo que o mundo da moda pretenda guardar) a ideologia que está por trás de muitas peças de roupa. Você pode ler a matéria completa aqui. Ali são citadas pessoas, como Coco Chanel, que trouxeram elementos masculinos para a moda feminina, e mostrado claramente o interesse que há em se criar uma moda neutra, que possa ter adesão de homens e mulheres, que carregue consigo essa ideologia da igualdade (e neutralidade) de gênero.
No tempo em que Ellen White viveu, ela já advertia o povo de Deus acerca deste tipo de ideologia e de sua influência no vestuário da mulher adventista. Alertou as irmãs de sua época acerca do traje americano (traje que trazia para o vestuário feminino peças de caráter masculino) e afirmou que o testemunho sobre esse assunto lhe foi “dado como reprovação para as irmãs que se sentem inclinadas a adotar um estilo de vestuário criado para homens” (T1, pág. 458).
Atualmente outros grupos, além do movimento feminista, têm erguido uma bandeira que propõe uma igualdade de gênero que não é bíblica. Esta ideologia está por trás de muito do que tem sido produzido no mundo da moda nos últimos anos, e por trás de muito do que tem sido usado por nossas irmãs (e também nossos irmãos).
Querida amiga, como citei acima, este é um tema delicado para nós, mulheres. Eu lutei muito com Deus acerca destes assuntos (você pode ler aqui meu testemunho sobre uma parte dessa luta). Quando O Espírito Santo começou a me falar acerca de peças de roupas que deviam sair do meu guarda-roupa, confesso que eu sofri, eu resisti, eu teimei, mas O Senhor usou muitos e diferentes meios para me convencer e me converter acerca deste assunto. Eu entendo como é difícil para muitas mulheres aceitarem toda a verdade acerca de como deve ser o nosso vestuário, pois foi muito difícil para mim. Hoje, eu me sinto livre da moda e de toda desvantagem que agora posso enxergar que havia em usar aquelas peças de roupas. Mas na época em que eu as usava, eu não queria aceitar que elas não fossem apropriadas a uma mulher cristã.
Sabe querida, o mundo tem tentado nos convencer de que devemos seguir nossa própria lei acerca do que fazemos com o nosso corpo. Mas nós sabemos que só há uma lei segura a seguir – a lei de Deus. “Nenhum servo pode servir a dois senhores” ( Lucas 16:13), não podemos servir a Deus através de nosso corpo enquanto seguimos nossas próprias regras. Nosso olhar deve estar fixo em Jesus, e não em nós mesmas, e nossos ouvidos atentos à voz do Espírito Santo (Isaías 30:21), e não ao que nosso coração enganoso diz (Jeremias 17:9). Maria, serva de Deus, decidiu que seu corpo estaria a serviço do Senhor, e por isso gerou em seu ventre o Filho de Deus. A resposta desta mulher virtuosa ao chamado de Deus foi precisa “Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra.” Lucas 1:38. Esta deve ser também a nossa resposta a Deus.
Aquilo que vestimos não é apenas pedaços de tecido inofensivos, modelados e costurados. O que vestimos é também uma mensagem. Quando olhamos para a vida dos servos de Deus relatada na Bíblia, vemos que eles não tinham apenas uma mensagem para falar, mas eles eram a mensagem, sua vida, seus hábitos, tudo comunicava algo a quem os observava. Ao usarmos uma peça de roupa, não estamos apenas nos vestindo, estamos também dizendo a quem pertencemos e que tipo de caráter temos. Não é por menos que vestes são uma representação de caráter. Elas são muito significativas sim. O Diabo sabe disso e investe fortemente neste assunto. Não achemos que devemos dar pouca importância a ele.
Para concluir, gostaria de dividir com você algo que tocou profundamente meu coração quando eu estava estudando acerca da vontade de Deus para o nosso vestuário. Desejo que Deus fale com você através dessa citação, e que você reflita profundamente acerca da mensagem que está contida nas roupas que cobrem o seu corpo.
Minha atenção foi chamada para o seguinte texto bíblico: “Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes que nos cantos das suas vestes façam borlas pelas suas gerações; e as borlas em cada canto presas por um cordão de azul. E as borlas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais; o não seguirdes os desejos do vosso coração, nem dos vossos olhos, após os quais andais adulterando. Para que vos lembreis de todos os Meus mandamentos, e os cumprais, e santos sereis a vosso Deus. Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos ser por Deus. Eu sou o Senhor vosso Deus.” Números 15:38-41. Deus ordena expressamente um simplíssimo adorno de vestuário para os filhos de Israel, com o propósito de distingui-los das nações idólatras que os cercavam. Quando eles olhassem para essa peculiaridade de suas vestes, lembrar-se-iam de que eram o povo que guardava os mandamentos de Deus, e que Ele havia atuado de maneira miraculosa para livrá-los do cativeiro egípcio, a fim de que O servissem e Lhe fossem um povo santo. Eles não deviam atender aos próprios desejos ou imitar as nações idólatras, mas permanecer como um povo distinto, separado e que todos os que os olhassem pudessem dizer: Eis aqueles que Deus tirou da terra do Egito e que guardam a lei dos Dez Mandamentos. Um israelita deveria ser reconhecido tão logo fosse visto, pois Deus, através de meios simples, os distinguia como Seus. – {T1 524.1}
A ordem dada por Deus aos filhos de Israel para colocarem uma fita azul em suas vestes, não deveria ter nenhuma influência direta sobre sua saúde. Apenas enquanto Deus os abençoasse e a fita mantivesse em sua memória as elevadas reivindicações de Jeová, seriam guardados de misturar-se com outras nações, participando de suas festas licenciosas e comendo carne de porco e ricos alimentos prejudiciais à saúde. Deus deseja agora que Seu povo adote o vestuário da reforma, não apenas para distingui-los do mundo como Seu povo peculiar, mas porque uma reforma no vestuário é essencial à sua saúde física e mental. O povo de Deus tem, em grande medida, perdido seus traços distintivos, gradualmente se modelando segundo o mundo e mesclando-se com ele, até que em muitos respeitos se torna semelhante a ele. Isso desagrada a Deus. Ele os dirige, assim como conduziu os filhos de Israel do passado, a saírem do mundo e abandonarem suas práticas idólatras, não seguindo o próprio coração (pois que esse não é santificado) ou sua visão, que os têm conduzido para longe de Deus e os unido ao mundo. – {T1 524.2}
Algo deve ser feito para diminuir o envolvimento do povo de Deus com o mundo. O traje da reforma é simples e saudável, todavia, há uma cruz nele. Agradeço a Deus pela cruz e alegremente curvo-me para erguê-la. Temo-nos unido tanto ao mundo que perdemos de vista a cruz e não desejamos sofrer por amor a Cristo. – {T1 525.1} Não precisamos inventar uma cruz, mas se Deus no-la apresenta, deveríamos alegremente tomá-la. Ao aceitar a cruz, somos distinguidos do mundo, que não nos ama e ainda ridiculariza nossa peculiaridade. Cristo foi odiado porque Ele não era do mundo. Podem Seus seguidores esperar melhor sorte que seu Mestre? Se não sofremos censura ou desdém do mundo podemos ficar alarmados, pois é nossa conformidade com o mundo que nos torna tão semelhantes a ele, que não desperta seus ciúmes ou sua malícia. Não há confronto de caráter. O mundo despreza a cruz. “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” 1 Coríntios 1:18. “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo.” Gálatas 6:14. [*] – {T1 525.2}

Enviado por leitora