O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
domingo, 22 de março de 2015
Carta aos Hebreus 5,7-9.
Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte, e foi atendido por causa da sua piedade.
Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento.
E, tendo atingido a sua plenitude, tornou-Se, para todos os que Lhe obedecem, causa de salvação eterna.
Santo do dia
Domingo, dia 22 de Março de 2015
Santo do dia : S. Zacarias, papa, +752, S. Saturnino, bispo e mártir, séc. III

S. Zacarias
O Papa S. Zacarias era natural da Calábria (Itália).
Foi eleito em 741, num período caracterizado pela hostilidade de Bizâncio e dos lombardos contra o ducado romano. Pôs em risco a sua vida ao lutar contra os lombardos, cujo rei devolveu à Igreja as terras que havia tomado.
Favoreceu a evangelização da Germânia por S. Bonifácio e colaborou na primeira reforma da Igreja franca, com o apoio de Pepino o Breve, cuja coroação como rei dos francos aprovou .Esta foi a primeira investidura de um soberano por parte de um pontífice.
Soube que mercadores de Veneza traficavam escravos cristãos para os mouros, pelo que os comprou de volta, dando-lhes a liberdade. Faleceu em 22 de Março de 752.

S. Saturnino
Foi um dos sete bispos enviados por Roma para a evangelização das Gálias, onde fundou a diocese de Toulouse. Segundo um relato do século V, incorreu na ira dos sacerdotes de Júpiter, porque sua simples presença tornava mudo o ídolo ao qual eles costumavam sacrificar um touro. Certo dia, os devotos de Júpiter prenderam São Saturnino e exigiram que fosse ele próprio sacrificar o touro. Diante da recusa do Santo, que ademais desafiou Júpiter a fulminá-lo com um raio se fosse capaz disso, os pagãos o condenaram a ser arrastado até à morte pelo mesmo touro. Por uma piedosa lembrança, os toureiros o têm, na Espanha, como seu protetor especial.
Santo do dia : S. Zacarias, papa, +752, S. Saturnino, bispo e mártir, séc. III

S. Zacarias
O Papa S. Zacarias era natural da Calábria (Itália).
Foi eleito em 741, num período caracterizado pela hostilidade de Bizâncio e dos lombardos contra o ducado romano. Pôs em risco a sua vida ao lutar contra os lombardos, cujo rei devolveu à Igreja as terras que havia tomado.
Favoreceu a evangelização da Germânia por S. Bonifácio e colaborou na primeira reforma da Igreja franca, com o apoio de Pepino o Breve, cuja coroação como rei dos francos aprovou .Esta foi a primeira investidura de um soberano por parte de um pontífice.
Soube que mercadores de Veneza traficavam escravos cristãos para os mouros, pelo que os comprou de volta, dando-lhes a liberdade. Faleceu em 22 de Março de 752.

S. Saturnino
Foi um dos sete bispos enviados por Roma para a evangelização das Gálias, onde fundou a diocese de Toulouse. Segundo um relato do século V, incorreu na ira dos sacerdotes de Júpiter, porque sua simples presença tornava mudo o ídolo ao qual eles costumavam sacrificar um touro. Certo dia, os devotos de Júpiter prenderam São Saturnino e exigiram que fosse ele próprio sacrificar o touro. Diante da recusa do Santo, que ademais desafiou Júpiter a fulminá-lo com um raio se fosse capaz disso, os pagãos o condenaram a ser arrastado até à morte pelo mesmo touro. Por uma piedosa lembrança, os toureiros o têm, na Espanha, como seu protetor especial.
Livro de Salmos 51(50),3-4.12-13.14-15.
Compadecei-Vos de mim, ó Deus, pela vossa bondade,
pela vossa grande misericórdia, apagai os meus pecados.
Lavai-me de toda a iniquidade
e purificai-me de todas as faltas.
Criai em mim, ó Deus, um coração puro
e fazei nascer dentro de mim um espírito firme.
Não queirais repelir-me da vossa presença
e não retireis de mim o vosso espírito de santidade.
Dai-me de novo a alegria da vossa salvação
e sustentai-me com espírito generoso.
Ensinarei aos pecadores os vossos caminhos,
e os transviados hão de voltar para Vós.
Livro de Jeremias 31,31-34.
Dias virão, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá uma aliança nova.
Não será como a aliança que firmei com os seus pais, no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egipto, aliança que eles violaram, embora Eu tivesse domínio sobre eles, diz o Senhor.
Esta é a aliança que estabelecerei com a casa de Israel, naqueles dias, diz o Senhor: Hei-de imprimir a minha lei no íntimo da sua alma e gravá-la-ei no seu coração. Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
Já não terão de se instruir uns aos outros, nem de dizer cada um a seu irmão: «Aprendei a conhecer o Senhor». Todos eles Me conhecerão, desde o maior ao mais pequeno, diz o Senhor. Porque vou perdoar os seus pecados e não mais recordarei as suas faltas.
sábado, 21 de março de 2015
O trem da vida

🚂🚋🚋🚋🚋🚋🚋🚋
O trem da vida!!
A vida é como uma viagem num trem, com suas estações, suas mudanças de curso, seus acidentes... Ao nascermos, pegamos o trem e nos encontramos com nossos pais, e acreditamos que sempre viajarão ao nosso lado, mas, em alguma estação, eles descem e nos deixam sós na viagem.
Da mesma forma, outras pessoas pegarão o trem e nos serão significativas: nossos irmãos, amigos, filhos e até mesmo o amor da nossa vida.
Muitos descerão e deixarão um vazio permanente.. outros passam tão despercebidos que nem nos damos conta que eles desocuparam seus assentos.
Esta viagem estará cheia de alegrias, tristezas, fantasias, esperas e despedidas. O êxito consiste em ter uma boa relação com todos os passageiros, dando o melhor de nós.
O grande mistério para todos é que não sabemos em qual estação desceremos. Por isso, devemos viver da melhor maneira, amar, perdoar, oferecer o melhor de nós. Assim, quando chegar o momento de desembarcar e o nosso assento estiver vazio, vamos deixar bonitas lembranças aos que continuam viajando no trem da vida!!!!
Desejo a você que a viagem em seu trem seja melhor a cada dia, com muito sucesso e amor. Ah! E lhe agradeço por ser passageiro do meu trem.
Colaboração de um leitor
«Houve assim desacordo entre a multidão a respeito de Jesus»
Comentário do dia:

No mistério pascal são superadas as barreiras do mal multiforme de que o homem se torna participante durante a sua existência terrena. Com efeito, a cruz de Cristo faz-nos compreender as mais profundas raízes do mal, que mergulham no pecado e na morte, e também ela se torna sinal escatológico. Somente na realização escatológica e na definitiva renovação do mundo o amor vencerá, em todos os eleitos, o mal, nas suas fontes mais profundas. […]
Na realização escatológica, a misericórdia revelar-se-á como amor, enquanto no tempo, na história humana, que é conjuntamente história de pecado e de morte, o amor deve revelar-se sobretudo como misericórdia e realizar-se também como tal. O programa messiânico de Cristo — programa de misericórdia — torna-se o programa do seu Povo, da Igreja. Ao centro deste programa está sempre a Cruz, porque nela a revelação do amor misericordioso atinge o ponto culminante. […]
Cristo, o Crucificado, é o Verbo que não passa (cf Mt 24,35). É o que está à porta e bate ao coração de cada homem (cf Ap 3,20), sem coartar a sua liberdade, mas procurando fazer irromper dela o amor; amor que é não apenas um acto de união com o Filho do homem que sofre, mas também, de certo modo, uma forma de «misericórdia» de cada um de nós pelo Filho do Eterno Pai. De nenhuma outra maneira pode a dignidade do homem ser mais respeitada e engrandecida que em todo o programa messiânico de Cristo, em toda a revelação da misericórdia pela Cruz, já que o homem, se é objecto da misericórdia, é também, em certo sentido, aquele que ao mesmo tempo «exerce a misericórdia».
São João Paulo II (1920-2005), papa
Encíclica «Dives in Misericordia» § 8

No mistério pascal são superadas as barreiras do mal multiforme de que o homem se torna participante durante a sua existência terrena. Com efeito, a cruz de Cristo faz-nos compreender as mais profundas raízes do mal, que mergulham no pecado e na morte, e também ela se torna sinal escatológico. Somente na realização escatológica e na definitiva renovação do mundo o amor vencerá, em todos os eleitos, o mal, nas suas fontes mais profundas. […]
Na realização escatológica, a misericórdia revelar-se-á como amor, enquanto no tempo, na história humana, que é conjuntamente história de pecado e de morte, o amor deve revelar-se sobretudo como misericórdia e realizar-se também como tal. O programa messiânico de Cristo — programa de misericórdia — torna-se o programa do seu Povo, da Igreja. Ao centro deste programa está sempre a Cruz, porque nela a revelação do amor misericordioso atinge o ponto culminante. […]
Cristo, o Crucificado, é o Verbo que não passa (cf Mt 24,35). É o que está à porta e bate ao coração de cada homem (cf Ap 3,20), sem coartar a sua liberdade, mas procurando fazer irromper dela o amor; amor que é não apenas um acto de união com o Filho do homem que sofre, mas também, de certo modo, uma forma de «misericórdia» de cada um de nós pelo Filho do Eterno Pai. De nenhuma outra maneira pode a dignidade do homem ser mais respeitada e engrandecida que em todo o programa messiânico de Cristo, em toda a revelação da misericórdia pela Cruz, já que o homem, se é objecto da misericórdia, é também, em certo sentido, aquele que ao mesmo tempo «exerce a misericórdia».
São João Paulo II (1920-2005), papa
Encíclica «Dives in Misericordia» § 8
Evangelho segundo S. João 7,40-53.
Naquele tempo, alguns que tinham ouvido as palavras de Jesus diziam no meio da multidão:
«Ele é realmente o Profeta». Outros afirmavam: «É o Messias». Outros, porém, diziam: «Poderá o Messias vir da Galileia?
Não diz a Escritura que o Messias será da linhagem de David e virá de Belém, a cidade de David?»
Houve assim desacordo entre a multidão a respeito de Jesus.
Alguns deles queriam prendê-l’O, mas ninguém Lhe deitou as mãos.
Então os guardas do templo foram ter com os príncipes dos sacerdotes e com os fariseus e estes perguntaram-lhes: «Porque não O trouxestes?».
Os guardas responderam: «Nunca ninguém falou como esse homem».
Os fariseus replicaram: «Também vos deixastes seduzir?
Porventura acreditou n’Ele algum dos chefes ou dos fariseus?
Mas essa gente, que não conhece a Lei, está maldita».
Disse-lhes Nicodemos, aquele que anteriormente tinha ido ter com Jesus e era um deles:
«Acaso a nossa Lei julga um homem sem antes o ter ouvido e saber o que ele faz?»
Responderam-lhe: «Também tu és galileu? Investiga e verás que da Galileia nunca saiu nenhum profeta».
E cada um voltou para sua casa.
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