O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
sábado, 20 de setembro de 2014
Santo do Dia
Santos André Kim Taegón, presbítero, Paulo Chóng Hasang e companheiros, mártires, +1846
No início do século XVII, por iniciativa de alguns leigos, entrou pela primeira vez a fé cristã na Coreia. Assim se formou uma comunidade forte e fervorosa, sem pastores, quase só conduzida por leigos, até ao ano 1836, durante o qual chegaram os primeiros missionários, vindos de França, que entraram furtivamente na região. Nas perseguições dos anos 1839, 1846 e 1866, surgiram desta comunidade 103 santos mártires, entre os quais se distinguem o primeiro presbítero e ardente pastor de almas André Kim Taegon e o insigne apóstolo leigo Paulo Chong Hasang. Os outros são quase todos leigos, homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças, que, suportando o martírio, consagraram com o seu glorioso sangue os florescentes primórdios da Igreja coreana.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Pregadores: R. C. Sproul
A Luz do Mundo
R. C. Sproul“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8.12)”.
Circulavam muitas opiniões sobre a pessoa de Cristo durante seu ministério público. Alguns pensavam que ele era o grande profeta escatológico (dos fins dos tempos – Jo 7.40), enquanto outros achavam que ele era realmente o Messias (Jo 7.41). Essas opiniões quase fizeram com que Jesus fosse preso por causa da desordem que elas causavam (Jo 7.41-43). Entretanto, “ninguém lhe pôs as mãos”, porque “ainda não era chegada a sua hora” (Jo 7.30, 44). O segundo “EU SOU” de Jesus segue esses acontecimentos. Face a face com uma mulher adúltera e com os fariseus, ele declarou: “Eu sou a luz do mundo” (João 8.12)”.
Luz e trevas são temas importantes que encontramos nas Escrituras. Luz é freqüentemente usada para descrever a Deus e sua glória. Em suas epístolas, João nos diz que “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1 Jo 1.5). Jesus, ao chamar a si mesmo de luz do mundo, estava se referindo novamente à sua divindade. Para que não haja dúvida quanto à sua reivindicação, há mais dois relatos dos evangelhos que nos mostram, com clareza, que Jesus compartilhava da mesma luz de Deus, o Pai. O primeira deles é o da transfiguração (Mt 7.1-13), na qual Jesus irradiou, de si mesmo, a refulgente glória de Deus. O fato de que Jesus compartilhava da mesma luz do Pai é também evidente em João 1. Este capítulo nos diz que o Verbo era Deus (1.1) e que este Verbo, que assumiu a forma humana em Jesus Cristo, era a Luz que resplandece nas trevas (1.4).
A referência de Jesus às trevas, em João 8.12, é notável porque a Bíblia usa freqüentemente as trevas como uma metáfora da cegueira espiritual (Sl 107.10; Jo 3.19). Essas trevas não podem reprimir a glória de Deus em Jesus Cristo porque as trevas nunca vencem a luz (Jo 1.5).
Embora as trevas do pecado não obscureçam a glória de Cristo, alguns homens não entendem quem Cristo é. Na ocasião descrita em João 8.13-20, os fariseus rejeitaram o testemunho de Cristo a respeito de si mesmo porque diziam que faltava a segunda testemunha exigida pela lei, a fim de comprovar a sua veracidade. Jesus lhes respondeu dizendo que, mesmo testemunhando sozinho, seu testemunho era suficiente, porque ele sabia de onde viera e para onde estava indo. Jesus viera para cumprir a lei e disse aos fariseus que havia realmente duas testemunhas, o Pai e o Filho. Contudo, os fariseus não entenderam isso porque estavam preocupados somente com os detalhes da lei e não com a Pessoa para a qual esses detalhes apontavam.
Quando lemos as Escrituras, podemos nos tornar excessivamente preocupados com os detalhes e as complexidades de suas exigências, a ponto de esquecermos que toda a Bíblia aponta para Cristo. Enquanto você lê a Bíblia e estuda-a, peça ao Espírito Santo que o ajude a perceber como todos os detalhes nos remetem a Cristo.
Traduzido por: Wellington Ferreira
Do original em inglês: The Light of the World (Coram Deo). Revista Tabletalk, vol. 28, nº 1.
A dignidade da mulher
Acompanhavam-No os Doze e algumas mulheres
«Se tu conhecesses o dom de Deus» (Jo 4, 10), diz Jesus à Samaritana num daqueles admiráveis colóquios em que Ele mostra quanta estima tem pela dignidade de cada mulher e pela vocação que lhe permite participar na sua missão de Messias. […] A Igreja deseja render graças à Santíssima Trindade pelo «mistério da mulher» e por todas as mulheres, por aquilo que constitui a eterna medida da sua dignidade feminina, pelas «grandes obras de Deus» que na história das gerações humanas nela e por seu intermédio se realizaram. Em última análise, não foi nela e por seu intermédio que se operou o que há de maior na história do homem sobre a terra: o evento pelo qual Deus mesmo Se fez homem?
A Igreja, portanto, dá graças por todas e cada uma das mulheres: pelas mães, pelas irmãs, pelas esposas; pelas mulheres consagradas a Deus na virgindade; pelas mulheres que se dedicam a tantos e tantos seres humanos que esperam o amor gratuito de outra pessoa; pelas mulheres que cuidam do ser humano na família, que é o sinal fundamental da sociedade humana; pelas mulheres que trabalham profissionalmente, e que às vezes carregam uma grande responsabilidade social.[…]
A Igreja agradece todas as manifestações do «gênio» feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e nações; agradece todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres na história do Povo de Deus […] A Igreja pede, ao mesmo tempo, que estas inestimáveis «manifestações do Espírito» (cf 1Cor12,4ss), com grande generosidade concedidas às «filhas» da Jerusalém eterna, sejam atentamente reconhecidas e valorizadas, para que redundem em vantagem comum para a Igreja e para a humanidade.
São João Paulo II (1920-2005), papa
Carta apostólica «Mulieris dignitatem / A dignidade da mulher» § 31 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana, rev)
«Se tu conhecesses o dom de Deus» (Jo 4, 10), diz Jesus à Samaritana num daqueles admiráveis colóquios em que Ele mostra quanta estima tem pela dignidade de cada mulher e pela vocação que lhe permite participar na sua missão de Messias. […] A Igreja deseja render graças à Santíssima Trindade pelo «mistério da mulher» e por todas as mulheres, por aquilo que constitui a eterna medida da sua dignidade feminina, pelas «grandes obras de Deus» que na história das gerações humanas nela e por seu intermédio se realizaram. Em última análise, não foi nela e por seu intermédio que se operou o que há de maior na história do homem sobre a terra: o evento pelo qual Deus mesmo Se fez homem?
A Igreja, portanto, dá graças por todas e cada uma das mulheres: pelas mães, pelas irmãs, pelas esposas; pelas mulheres consagradas a Deus na virgindade; pelas mulheres que se dedicam a tantos e tantos seres humanos que esperam o amor gratuito de outra pessoa; pelas mulheres que cuidam do ser humano na família, que é o sinal fundamental da sociedade humana; pelas mulheres que trabalham profissionalmente, e que às vezes carregam uma grande responsabilidade social.[…]
A Igreja agradece todas as manifestações do «gênio» feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e nações; agradece todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres na história do Povo de Deus […] A Igreja pede, ao mesmo tempo, que estas inestimáveis «manifestações do Espírito» (cf 1Cor12,4ss), com grande generosidade concedidas às «filhas» da Jerusalém eterna, sejam atentamente reconhecidas e valorizadas, para que redundem em vantagem comum para a Igreja e para a humanidade.
São João Paulo II (1920-2005), papa
Carta apostólica «Mulieris dignitatem / A dignidade da mulher» § 31 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana, rev)
A Boa Nova
Evangelho segundo S. Lucas 8,1-3.
Naqueles tempo, Jesus ia de cidade em cidade, de aldeia em aldeia, proclamando e anunciando a boa nova do Reino de Deus. Acompanhavam-n'O os Doze
e algumas mulheres, que tinham sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios;
Joana, mulher de Cuza, administrador de Herodes; Susana e muitas outras, que os serviam com os seus bens.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Naqueles tempo, Jesus ia de cidade em cidade, de aldeia em aldeia, proclamando e anunciando a boa nova do Reino de Deus. Acompanhavam-n'O os Doze
e algumas mulheres, que tinham sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios;
Joana, mulher de Cuza, administrador de Herodes; Susana e muitas outras, que os serviam com os seus bens.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
Escuta a minha oração
Livro de Salmos 17(16),1.6-7.8b.15.
Ouve, Senhor, a minha causa justa,
atende ao meu clamor.
Escuta a minha oração,
que não sai de lábios mentirosos.
Eu te invoco, ó Deus; responde-me!
Inclina para mim o ouvido, escuta as minhas palavras.
Mostra-nos a tua misericórdia,
Tu, que salvas dos agressores
os que buscam refúgio na tua direita.
Esconde-me à sombra das tuas asas,
da vista dos ímpios que me fazem em violência.
Eu, porém, pela justiça, contemplarei a tua face
e, ao despertar, serei saciado com a tua presença.
Ressurreição de Cristo
1ª Carta aos Coríntios 15,12-20.
Irmãos: Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como é que alguns de entre vós dizem que não há ressurreição dos mortos?
Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou.
Mas se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã é também a vossa fé.
E resulta até que acabamos por ser falsas testemunhas de Deus, porque daríamos testemunho contra Deus, afirmando que Ele ressuscitou a Cristo, quando não o teria ressuscitado, se é que, na verdade, os mortos não ressuscitam.
Pois, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé e permaneceis ainda nos vossos pecados.
Por conseguinte, aqueles que morreram em Cristo, perderam se.
E se nós temos esperança em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram.
Irmãos: Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como é que alguns de entre vós dizem que não há ressurreição dos mortos?
Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou.
Mas se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã é também a vossa fé.
E resulta até que acabamos por ser falsas testemunhas de Deus, porque daríamos testemunho contra Deus, afirmando que Ele ressuscitou a Cristo, quando não o teria ressuscitado, se é que, na verdade, os mortos não ressuscitam.
Pois, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé e permaneceis ainda nos vossos pecados.
Por conseguinte, aqueles que morreram em Cristo, perderam se.
E se nós temos esperança em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram.
Hino 59
Hino 59 – Saudai Emanuel
Saudamos-Te, óh Emanuel!A Ti louvores damos;
De coração, sim, todos nós
A Ti nos entregamos;
Em honra a Ti, Senhor e Rei,
Os anjos cantam lá no céu,
E lá ressoa Teu louvor:
Saudai! Saudai!
Saudai, saudai Emanuel!
Rei, Emanuel, Emanuel! (bis)
Sabedoria, poder sem fim,
Honras e glória as nações Te deem
Hoje e para sempre!
Rei, Emanuel, Emanuel! (bis)
Rei dos reis e Salvador!
Saudai Emanuel!
Saudamos-Te, óh Emanuel!
Os santos Te rodeiam;
Os reis da terra se erguerão
A proclamar Teu reino,
Enquanto os filhos já com Deus,
Cercando o trono lá nos céus,
Entoam hinos imortais:
Saudai! Saudai!
Saudai, saudai Emanuel!
Saudamos-Te, óh Emanuel!
Óh Rei dos reis, Eterno!
Vencestes as hostes infernais;
Tú és onipotente!
Jamais a morte reinará,
Nem mal algum dominará.
Eterna glória seja a Ti.
Saudai! Saudai!
Saudai, saudai Emanuel!
O link é http://www.youtube.com/watch?v=LpvXhFWlJug, cantado com múltiplas vozes http://www.youtube.com/watch?v=wXkLq6wgrb4
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