Livro de Salmos 116(115),12-13.15-16bc.17-18.
Como retribuirei ao Senhor
todos os seus benefícios para comigo?
Elevarei o cálice da salvação,
invocando o nome do Senhor.
É preciosa aos olhos do Senhor
a morte dos seus fiéis.
Senhor, sou vosso servo, filho da vossa serva:
quebrastes as minhas cadeias.
Oferecer-vos-ei um sacrifício de louvor,
invocando, Senhor, o vosso nome.
Cumprirei com as minhas promessas ao senhor,na presença de todo o seu povo
O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
É a Páscoa em honra do Senhor.
Livro de Êxodo 12,1-8.11-14.
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão na terra do Egito:
«Este mês será para vós o primeiro dos meses; ele será para vós o primeiro dos meses do ano.
Falai a toda a comunidade de Israel, dizendo que, aos dez deste mês, tomará cada um deles um animal do rebanho para a família, um animal do rebanho por casa.
Se a família for pouco numerosa para um animal do rebanho, tomar-se-á com o vizinho mais próximo da casa, segundo o número das pessoas; calculareis o animal do rebanho conforme o que cada um puder comer.
O animal do rebanho para vós será sem defeito, um macho, filho de um ano, e tomá-lo-eis de entre os cordeiros ou de entre os cabritos.
Vós o tereis sob guarda até ao dia catorze deste mês, e toda a assembleia da comunidade de Israel o imolará ao crepúsculo.
Tomar-se-á do sangue e colocar-se-á sobre as duas ombreiras e sobre o dintel da porta das casas em que ele se comerá.
Comer-se-á a carne naquela noite; comer-se-á assada no fogo com pães sem fermento e ervas amargas.
Comê-la-eis desta maneira: os rins cingidos, as sandálias nos pés, e o cajado na mão. Comê-la-eis à pressa. É a Páscoa em honra do Senhor.
E Eu atravessarei a terra do Egito naquela noite, e ferirei todos os primogênitos na terra do Egito, desde os homens até aos animais, e contra todos os deuses do Egito farei justiça, Eu, o Senhor.
E o sangue será para vós um sinal nas casas em que vós estais. Eu verei o sangue e passarei ao largo; e não haverá contra vós nenhuma praga de extermínio, quando Eu ferir a terra do Egito.
Aquele dia será para vós um memorial, e vós festejá-lo-eis como uma festa em honra do Senhor. Ao longo das vossas gerações, a deveis festejar como uma lei perpétua.
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão na terra do Egito:
«Este mês será para vós o primeiro dos meses; ele será para vós o primeiro dos meses do ano.
Falai a toda a comunidade de Israel, dizendo que, aos dez deste mês, tomará cada um deles um animal do rebanho para a família, um animal do rebanho por casa.
Se a família for pouco numerosa para um animal do rebanho, tomar-se-á com o vizinho mais próximo da casa, segundo o número das pessoas; calculareis o animal do rebanho conforme o que cada um puder comer.
O animal do rebanho para vós será sem defeito, um macho, filho de um ano, e tomá-lo-eis de entre os cordeiros ou de entre os cabritos.
Vós o tereis sob guarda até ao dia catorze deste mês, e toda a assembleia da comunidade de Israel o imolará ao crepúsculo.
Tomar-se-á do sangue e colocar-se-á sobre as duas ombreiras e sobre o dintel da porta das casas em que ele se comerá.
Comer-se-á a carne naquela noite; comer-se-á assada no fogo com pães sem fermento e ervas amargas.
Comê-la-eis desta maneira: os rins cingidos, as sandálias nos pés, e o cajado na mão. Comê-la-eis à pressa. É a Páscoa em honra do Senhor.
E Eu atravessarei a terra do Egito naquela noite, e ferirei todos os primogênitos na terra do Egito, desde os homens até aos animais, e contra todos os deuses do Egito farei justiça, Eu, o Senhor.
E o sangue será para vós um sinal nas casas em que vós estais. Eu verei o sangue e passarei ao largo; e não haverá contra vós nenhuma praga de extermínio, quando Eu ferir a terra do Egito.
Aquele dia será para vós um memorial, e vós festejá-lo-eis como uma festa em honra do Senhor. Ao longo das vossas gerações, a deveis festejar como uma lei perpétua.
Volta da Vitória no Vale do Anhangabaú
Com a presença do Missionário R.R. Soares está confirmado para o próximo sábado, dia 19 de abril, em São Paulo, no Vale do Anhangabaú, “A Volta da Vitória”. Haverá várias atrações do mundo gospel, com o evento tendo início a partir das 6h30, quando ministros de louvor e da Palavra subirão ao palco. Dentre eles estão o reverendo e cantor Fabiano Motta, o pastor Jayme de Amorim e cantores como Dina Santos e Leandro Marques, Wander Damasceno, Daniela Rizzutti,
Joe Vasconcelos e o pastor Antonio Cirilo (fotos).
O missionário R. R. Soares disse que este ano serão apresentados cantores com CDs e DVs lançados recentemente com o cuidado de não ocorrer um excesso de apresentações que torne o evento cansativo para o público. A meta principal é a pregação da Palavra do Senhor. No ano passado, a caravana, que recebeu o nome de “Ano da Alegria Completa”, reuniu milhares de pessoas no Anhangabaú, local onde ocorrerá novamente o evento.
Foto: Divulgação
Araruama realiza Congresso de Irmãs
A Assembleia de Deus em Araruama - Ministério dos Remidos -, na Região dos Lagos, realiza nos dias 25 e 26 de abril o Congresso de Irmãs, com o tema
"Cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou" (Ex: 15:21).
Programação
Dia 25 - Abertura com Pastor Presidente, Evandro da Silva Lima, várias igrejas e cantores convidados
Dia 26 - Cantoras Conceição Silva; Rejane Resende (foto), de Trajano de Moraes; Karine; Noemi, de Jacarepaguá; Graziele Oliveira - CADESO - RJ
Preletor: Ev. Edvan da CADEESO - Rio
Local - Rua Antonio Dias da Cunha s/nº - Fazendinha - Araruama
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Livrai-nos do mal!
A soberba nos faz falantes. Donos da verdade. Nos deixa sábios e questionadores. Apontamos erros nas coisas e nos afastamos da Palavra. Coloca o nosso orgulho em ação faz-nos crer mais inteligentes. Nos tira da sintonia com Deus e nos aproxima do inimigo. Então um grande revés acontece, mostrando nossa pequenez e fragilidade. Aí nos lembramos de Deus e rogamos a Ele a sua proteção. Por isso, Pai não nos deixe cair em tentação e livrai-nos do mal.
Reuniu-os à sua volta na última Ceia
«Em verdade vos digo: um de vós Me há-de entregar»
Quando Se separou de sua mãe, Jesus escolheu amigos humanos – os doze apóstolos – como se tivesse desejado pôr neles a sua simpatia. Escolheu-os, diz Ele, para serem, não servos, mas amigos (Jo 15,15). Fez deles seus confidentes; confiou-lhes coisas que não disse a outros. Era sua vontade favorecê-los, mostrar-lhes toda a sua generosidade, como um pai para com os seus filhos diletos. Pelo que lhes revelou, satisfê-los mais do que aos reis, aos profetas e aos sábios da Antiga Aliança. Chamou-lhes «filhinhos» (Jo 13, 33); para lhes conferir os seus dons, preferiu-os aos «sábios e entendidos» deste mundo (Mt 11,25). Manifestou a sua alegria e elogiou-os por permanecerem consigo nas provações (Lc 22,28) e, como sinal de reconhecimento, anunciou-lhes que um dia se haviam de sentar em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel (v.30). Já perto da suprema provação, encontrou conforto na sua amizade.
Reuniu-os à sua volta na última Ceia, como que para ter o seu apoio naquela hora solene. «Tenho ardentemente desejado comer esta Páscoa convosco, antes de padecer» (Lc 22,15). Havia pois entre o Mestre e os seus discípulos uma mútua afeição, uma simpatia profunda. Mas era sua vontade que os amigos O abandonassem, O deixassem só – uma vontade verdadeiramente digna de adoração. Um traiu-O; outro negou-O; os restantes fugiram, deixando-O nas mãos dos inimigos […]. Esteve pois só quando pisou as uvas no lagar. Sim, Jesus, o todo-poderoso e bem-aventurado, Aquele que tinha a alma repleta da plena glória da natureza divina, quis submeter a sua alma a todas as enfermidades da nossa natureza. Assim como rejubilara com a amizade dos seus, aceitou a desolação e o abandono. E, quando quis, escolheu privar-Se da luz da presença de Deus.
Beato John Henry Newman (1801-1890), presbítero, fundador do Oratório em Inglaterra
Meditações e Orações, Parte III, 2, 2 «Nosso Senhor recusa a simpatia», § 15
Ilustração: A última ceia - Leonardo Da Vinci
Eles garantiram-lhe trinta moedas de prata.
Evangelho segundo S. Mateus 26,14-25.
Naquele tempo, um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes
e disse-lhes: «Quanto me dareis, se eu vo-lo entregar?» Eles garantiram-lhe trinta moedas de prata.
E, a partir de então, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.
No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos foram ter com Jesus e perguntaram-lhe: «Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?»
Ele respondeu: «Ide à cidade, a casa de um certo homem e dizei-lhe: 'O Mestre manda dizer: O meu tempo está próximo; é em tua casa que quero celebrar a Páscoa com os meus discípulos.’»
Os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara e prepararam a Páscoa.
Ao cair da tarde, sentou-se à mesa com os Doze.
Enquanto comiam, disse: «Em verdade vos digo: Um de vós me há-de entregar.»
Profundamente entristecidos, começaram a perguntar-lhe, cada um por sua vez: «Porventura serei eu, Senhor?»
Ele respondeu: «O que mete comigo a mão no prato, esse me entregará.
O Filho do Homem segue o seu caminho, como está escrito acerca dele; mas ai daquele por quem o Filho do Homem vai ser entregue. Seria melhor para esse homem não ter nascido!»
Judas, o traidor, tomou a palavra e perguntou: «Porventura serei eu, Mestre?» «Tu o disseste» respondeu Jesus.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
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