sábado, 22 de março de 2014

Água: uma bênção de Deus




História do Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de Março de 1992. O dia 22 de Março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela acção predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades quotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar ideias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Complexo de inferioridade: livre-se desse mal


 
Há pessoas extrovertidas. Mal chegam nos lugares e chamam a atenção com suas presenças. Nada demais nisso, desde que não haja um excesso nesse comportamento que acabe criando um clima constrangedor para os demais, em prejuízo do trabalho realizado. Isso pode ocorrer em uma igreja, no trabalho, na comunidade, em família e em diversas outras situações.

Contudo, tão problemático como o excesso de presença é a da pessoa levada a uma situação de timidez inexplicável, originada por um complexo de inferioridade. Um certo recato nas ações pode ser uma característica da personalidade da pessoa e não adianta querer a força mudar a forma de comportamento. Desde que isso não cause problemas ao indivíduo, não há nada a ser mudado.

Mas, se levado por um complexo de inferioridade, a pessoa acaba tendo o seu desenvolvimento limitado no mundo do trabalho, em sua missão religiosa (vergonha de levar a Palavra de Deus ao próximo ou uma palavra de conforto a um doente ou necessitado), essa timidez acaba sendo um malefício.

Diante de Deus todos somos iguais. A Bíblia diz que o Senhor não faz acepção de pessoas. Não há para Ele diferença entre ricos e pobres; negros, amarelos ou brancos; status social e grau de inteligência; atributos humanos como beleza, entre outros. Por isso, como Filhos de Deus devemos nos orgulhar de termos sido por Ele criado e não há motivo algum para adotarmos uma atitude de vergonha, timidez e medo diante da vida.

Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas
de poder, de amor e de moderação.
                         
                                                                                        II Timóteo, 1:7


Há casos em que o complexo foi formado na infância. Pais ou familiares dizendo permanentemente para a criança que ela é incapaz, que não tem inteligência, que é preguiçosa, que não será nada na vida, etc. São afirmações que vão sendo implantadas na mente do indivíduo e ele se torna adulto certo de que são afirmações verdadeiras e por isso, acaba sendo um fracassado.

Mas, não é isso que Deus tem reservado para cada um. Pelo contrário, Deus é o Deus da liberdade e que consegue transformar as pessoas, fazendo-as realizadoras e felizes. Através de Cristo adquirimos a força que nos faz caminhar com firmeza na vida, mesmo diante dos mais fortes obstáculos.

Com a ajuda de Deus é possível mudarmos nosso temperamento, tornando-nos uma pessoa mais ativa, mais participante e longe de qualquer complexo de inferioridade. "Tudo posso em Deus que me fortalece" e "tudo é possível por meio de Cristo" devem ser ditos a serem repetidos constantemente por aqueles que se sente inferiores diante dos demais.


«Eu sou a videira verdadeira»


«E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no.»
«Eu sou a videira verdadeira», diz Jesus (Jo 15,1). […] Cavamos trincheiras ao redor desta vinha, quer dizer, cavamos armadilhas secretas. Ao conspirar para fazer alguém cair numa armadilha, é como se abríssemos um buraco na sua frente. É por isso que ele se lamenta, dizendo: «Cavaram uma cova diante de mim» (Sl 56,7). […] Eis um exemplo dessas armadilhas: «Trouxeram uma mulher apanhada em adultério» ao Senhor Jesus, «dizendo: “Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres. E tu, o que dizes?”» (Jo 8,3ss). […] E outro: «É lícito ou não pagar tributo a César?» (Mt 22,17) […]

Mas descobriram que estas ciladas não eram prejudiciais à videira; pelo contrário, cavando tais covas, foram eles próprios que caíram dentro delas (Sl 56,7). […] Então, avançaram: não só lhe prenderam as mãos e pés (Sl 21,17), como lhe perfuraram o lado com uma lança (Jo 19,34), pondo a descoberto o interior desse coração santíssimo, que já tinha sido ferido pela lança do amor. No seu cântico de amor, o Esposo diz: «Feriste-me o coração, irmã, minha esposa» (Cant 4,9 Vulg). Senhor Jesus, o teu coração foi ferido de amor pela tua esposa, tua amiga, tua irmã. Porque era necessário seres ainda ferido pelos teus inimigos? O que fazeis, inimigos? […] Não sabeis que esse coração do Senhor Jesus, já atingido, já está morto, já está aberto, e não pode ser afetado por mais sofrimentos? O coração do Esposo, do Senhor Jesus, já recebeu a ferida do amor, a morte do amor. Que outra morte poderia ocorrer? […] Os mártires também se riem quando são ameaçados, alegram-se quando são atingidos, triunfam quando são mortos. Porquê? Porque já estão mortos de amor em seu coração, «mortos para o pecado» (Rom 6, 2) e para o mundo. […]

O coração de Jesus foi portanto ferido e morto por nós […]; a morte física triunfou por momentos, mas para ser vencida para sempre. Foi destruída quando Cristo ressuscitou dos mortos, porque «a morte já não tem domínio sobre Ele» (Rom 6,9).
São Boaventura (1221-1274), franciscano, doutor da Igreja
A videira mística, cap. 3º, §§ 5-10




Hão-de respeitar o meu filho

Evangelho segundo S. Mateus 21,33-43.45-46.
Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: «Escutai outra parábola: Um chefe de família plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar, construiu uma torre, arrendou-a a uns vinhateiros e ausentou-se para longe.
Quando chegou a época das vindimas, enviou os seus servos aos vinhateiros, para receberem os frutos que lhe pertenciam.
Os vinhateiros, porém, apoderaram-se dos servos, bateram num, mataram outro e apedrejaram o terceiro.
Tornou a mandar outros servos, mais numerosos do que os primeiros, e trataram-nos da mesma forma.
Finalmente, enviou-lhes o seu próprio filho, dizendo: 'Hão-de respeitar o meu filho.’
Mas os vinhateiros, vendo o filho, disseram entre si: 'Este é o herdeiro. Matemo-lo e ficaremos com a sua herança.’
E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no.
Ora bem, quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?»
Eles responderam-lhe: «Dará morte afrontosa aos malvados e arrendará a vinha a outros vinhateiros que lhe entregarão os frutos na altura devida.»
Jesus disse-lhes: «Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram transformou-se em pedra angular? Isto é obra do Senhor e é admirável aos nossos olhos?
Por isso vos digo: O Reino de Deus ser-vos-á tirado e será confiado a um povo que produzirá os seus frutos.
Os sumos sacerdotes e os fariseus, ao ouvirem as suas parábolas, compreenderam que eram eles os visados.
Embora procurassem meio de o prender, temeram o povo, que o considerava profeta.


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org

José, que foi vendido como escravo.


Livro de Salmos 105(104),16-17.18-19.20-21.
Deus fez cair a fome sobre a terra
e privou-os do pão, que dá o sustento.
Enviou diante deles um homem,
José, que foi vendido como escravo.

Apertaram-lhe os pés com grilhões
e puseram-lhe uma argola de ferro ao pescoço,
até que se cumpriu a profecia,
e a palavra do Senhor lhe deu razão.

Então o rei deu ordens para que o soltassem,
o soberano dos povos pô-lo em liberdade.
Nomeou-o mordomo da sua casa
e administrador de todos os seus bens.



José e os seus irmãos



Livro de Gênesis 37,3-4.12-13a.17b-28.
Jacob preferia José aos seus outros filhos, porque era o filho da sua velhice, e mandara-lhe fazer uma túnica comprida.
Os irmãos, vendo que o pai o amava mais do que a todos eles, ganharam-lhe ódio e não podiam falar-lhe amigavelmente.
Um dia, os irmãos de José conduziram os rebanhos de seu pai para Siquém.
E Israel disse a José: «Os teus irmãos apascentam os rebanhos em Siquém. Prepara-te, pois quero enviar-te para junto deles.» José respondeu: «Estou pronto.»
O homem disse-lhe: «Partiram daqui, pois ouvi-lhes dizer: ‘Vamos para Dotain.’» José seguiu os passos dos irmãos e encontrou-os em Dotain.
Eles viram-no de longe e, antes que se aproximasse, fizeram planos para o matar.
Disseram uns aos outros: «Eis que se aproxima o homem dos sonhos.
Vamos, matemo-lo, atiremo-lo a qualquer cisterna e depois diremos que um animal feroz o devorou. Veremos, então, como se realizarão os seus sonhos.»
Rúben ouviu-os e quis salvá-lo das suas mãos. Então disse: «Não atentemos contra a sua vida.»
Rúben disse ainda: «Não derrameis sangue! Atirai-o à cisterna que está no deserto, mas não levanteis a mão contra ele.» O seu intento era livrá-lo das suas mãos para o fazer regressar ao seu pai.
Quando José chegou junto dos irmãos, estes despojaram-no da túnica comprida que usava
e, agarrando-o, lançaram-no à cisterna. Esta estava vazia e sem água.
Depois, sentaram-se para comer. Erguendo, porém, os olhos, viram uma caravana de ismaelitas que vinha de Guilead. Os camelos estavam carregados de aroma, de bálsamo e láudano, que levavam para o Egito.
Judá disse aos irmãos: «Que vantagem tiramos da morte de nosso irmão, ocultando o seu sangue?
Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas e que a nossa mão não caia sobre ele, porque é nosso irmão e da nossa família.» E os irmãos consentiram.
Passaram por ali alguns negociantes madianitas, que conseguiram tirar José da cisterna; e eles venderam-no aos ismaelitas por vinte moedas de prata. Estes levaram José para o Egito.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Fatalidades: Deus é nosso refúgio e a nossa fortaleza



Nem fama, nem riqueza são atributos que possam livrar alguém de de repente ser surpreendido por uma grande fatalidade. O noticiário mundial registra a morte da estilista  L’Wren Scot, namorada do astro do rock Mick Jagger, encontrada enforcada em seu apartamento em Chelsea, Nova York. Os peritos confirmaram o suicídio como a causa da morte.

Quantas pessoas no mundo, vítimas de uma situação de desespero acabam dando cabo da vida, não encontrando em um momento crucial algum tipo de consolo ou força que as livre desse fatídico ato. 

O salmista diz com propriedade que o Senhor é a única arma que dispomos nas horas de desespero.

Deus é nosso refúgio e a nossa fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.                                                                                                       
                                                                                                              Salmo 46:1
 
A banda de rock, chocada com a tragédia envolvendo o companheiro, cancelou, de imediato, toda a excursão à Austrália, onde se encontrava para uma série de shows. Mick Jagger
  embarcou em um voo nesta quinta-feira, 20, para retornar aos Estados Unidos.
 
Na quarta-feira, 19, o departamento de exames médicos de Nova York confirmou que estilista havia cometido suicídio. Segundo o jornal "New York Post", fontes policiais contaram que L'Wren mandou uma mensagem para o celular do assistente por volta de 8h30 dizendo: "Venha aqui". Mas, diante do seu desespero existencial, não houve forças necessárias para a espera do socorro amigo.

Para as pessoas religiosas, em situações de desespero, Deus tem sido a única força capaz de impedir a realização de qualquer ato de desatino. O Senhor aparece sempre como um escudo protetor, dando a certeza a todos de que sempre poderá contar com Ele.

Mick Jagger namorava L'Weren há mais de dez anos e a sua sensibilidade de artista levou-o à seguinte reflexão: "Eu ainda estou lutando para entender como o meu amor, a minha melhor amiga pode acabar com sua vida desta forma trágica. Passamos muitos anos maravilhosos juntos e tinha feito uma grande vida pra gente. Ela teve uma grande presença e seu talento era muito admirado, não apenas por mim. Eu tenho visto pelos tributos que as pessoas estão fazendo para ela, e também as mensagens pessoais de apoio que tenho recebido. Eu nunca vou esquecê-la", disse em uma rede social.