A Bíblia diz que arrependimento é um ato realizado em Deus (Jo 3.21). Por isso, sem recorrer a Deus será impossível obter o arrependimento sincero. Em Atos 5.31 é dito: “Deus, porém, com a sua destra, o
exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o
arrependimento e a remissão dos pecados.” Deus oferece isso a você. E
veja em Atos 11.18: “E ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e
glorificaram a Deus, dizendo: Logo, também aos gentios foi por Deus
concedido o arrependimento para a vida”.
Ao ser humano, envolto em pecado, e nos problemas do dia a dia, é difícil, muitas vezes, obter um real arrependimento. Há os que afirmam estar arrependido, mas, em momento seguinte voltarem a transgredir diante dos mesmos fatos. É preciso invocar a Deus para que o arrependimento acabe sendo realmente completo e os erros cometidos saiam de fato de nossas vidas.
Em 2 Timóteo 2.25, encontramos uma passagem clássica sobre o
arrependimento ser uma obra de Deus. Paulo diz que os servos de Deus
devem disciplinar “com mansidão os que se opõem, na expectativa de que
Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem a verdade…”.
Você não consegue ver a verdade por si mesmo. Se você ou alguém que
você ama é prisioneiro do pecado, fica impossível para vocês enxergá-lo.
Quando o filho pródigo estava naquele chiqueiro e voltou à razão, foi
porque Deus o havia tocado. De repente, ele olhou em volta de si e
pensou: “O que estou fazendo aqui?”.
É Deus quem nos adverte e toca nosso coração para os erros cometidos. Sem ele, somos envolvidos em uma névoa de ilusão e não refletimos sobre os acontecimentos ao redor. Continuamos errando, achando que estamos certos. Não aceitamos críticas e nem conselhos. Somos cegos e pior que isso, somos cegos e não queremos ver. Fugimos na luz e nos abrigamos nas trevas. Para voltarmos a enxergar, verdadeiramente, é preciso que consigamos de Deus o perdão para nossos pecados. É Deus quem muda nossos corações. Devemos pedir, como o salmista, para que Ele nos conceda esse benefício.
O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
O processo de arrependimento!
Seus erros podem ser tão simples como ferir os sentimentos de um
amigo ou um pecado muito mais sério. Ver a dor que causamos e sentir a
miséria do remorso, da vergonha e da culpa pode, por vezes, ser
opressivo e devastador. Imaginamos se um dia poderemos sobrepujar nossos
erros e sentir a paz advinda do perdão.
Sem dúvida podemos, devido à Expiação de Jesus Cristo e ao processo de arrependimento. Podemos confessar nossos pecados a Deus e pedir Seu perdão. Ele prometeu que deles “não mais se lembraria. Isso funciona porque o Pai Celestial enviou Seu filho, Jesus Cristo, para voluntariamente sofrer e pagar por nossos pecados e nossas tristezas expiando por eles.
Não podemos compreender plenamente como Jesus sofreu por nossos pecados. Mas sabemos que no Jardim do Getsêmani o peso de nossos pecados fez com que sentisse tamanha agonia que Ele sangrou por todos os poros (Lucas 22:39–44). Mais tarde, quando estava pregado na cruz, Jesus voluntariamente sofreu a morte por um dos métodos mais cruéis que já existiram.
Além de pedir perdão a Deus, Ele também quer que peçamos perdão a quem prejudicamos, tentemos reparar o erro e prometamos não repetir os mesmos erros. Depois podemos seguir em frente sentindo o amor de Deus e a incrível paz e alegria advindas quando somos completamente perdoados.
Sem dúvida podemos, devido à Expiação de Jesus Cristo e ao processo de arrependimento. Podemos confessar nossos pecados a Deus e pedir Seu perdão. Ele prometeu que deles “não mais se lembraria. Isso funciona porque o Pai Celestial enviou Seu filho, Jesus Cristo, para voluntariamente sofrer e pagar por nossos pecados e nossas tristezas expiando por eles.
Não podemos compreender plenamente como Jesus sofreu por nossos pecados. Mas sabemos que no Jardim do Getsêmani o peso de nossos pecados fez com que sentisse tamanha agonia que Ele sangrou por todos os poros (Lucas 22:39–44). Mais tarde, quando estava pregado na cruz, Jesus voluntariamente sofreu a morte por um dos métodos mais cruéis que já existiram.
Além de pedir perdão a Deus, Ele também quer que peçamos perdão a quem prejudicamos, tentemos reparar o erro e prometamos não repetir os mesmos erros. Depois podemos seguir em frente sentindo o amor de Deus e a incrível paz e alegria advindas quando somos completamente perdoados.
sábado, 23 de novembro de 2013
As misericórdias do Senhor!
Como é bom despertar cada manhã, com a certeza de que estamos procurando caminhar no rumo certo. Como é bom termos a humildade de dirigirmos nossos primeiros pensamentos para o Criador e agradecermos por mais um novo dia, pedindo que ele seja pleno de realizações e que possamos servir ao próximo dentro de nossa capacidade, a fim de tornar a vida mais feliz para todos.
No livro das Lamentações é dito, no capítulo 2, versículos 22 a 24 que "As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, pois as suas misericórdias não têm fim. Novas são a cada manhã; grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor diz a minha alma, portanto esperarei nele.
"Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor." Lamentações 2,25
Em muitas ocasiões precisamos fazer da paciência nosso instrumento de ação. Nossas orações devem ser como um ato de esperança, mas certos de que Deus sabe a hora certa que elas serão atendidas e mesmo se realmente o que necessitamos.
Como foi dito, as misericórdias do Senhor não têm fim. Mas é preciso que entendamos que "se nós somos filhos, logo somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados." (Romanos 8,17)
No livro das Lamentações é dito, no capítulo 2, versículos 22 a 24 que "As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, pois as suas misericórdias não têm fim. Novas são a cada manhã; grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor diz a minha alma, portanto esperarei nele.
"Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor." Lamentações 2,25
Em muitas ocasiões precisamos fazer da paciência nosso instrumento de ação. Nossas orações devem ser como um ato de esperança, mas certos de que Deus sabe a hora certa que elas serão atendidas e mesmo se realmente o que necessitamos.
Como foi dito, as misericórdias do Senhor não têm fim. Mas é preciso que entendamos que "se nós somos filhos, logo somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados." (Romanos 8,17)
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Cuidado com os erros, principalmente os nossos
Este espaço vem recebendo um grande número de acessos, demonstrando que as mensagens veiculadas têm de alguma forma tocado o coração de muitas pessoas, sendo que diversas, inclusive, residindo fora do país e talvez mais necessitadas pela distância de terem um local no qual encontrem palavras que possam, de alguma forma, ajudar com a solidão de quem vive distante de parentes e amigos e de sua pátria.
Há um alerta, no entanto, a seu feito. Nem tudo o que escrevemos - e isso também serve para outros - é, realmente, o correto. Muitos erros são cometidos. Há erros de enfoque ou mesmo de dosagem dos temas na medida certa.
Isso é importante, pois, é na percepção de cada indivíduo que a verdade acaba sendo revelada. Os erros humanos, por isso servem para que por meio da reflexão e de estudos o correto acabe prevalecendo.
Igrejas, pregadores, padres, pastores, professores e especialistas nem sempre estão certos em todas as suas pregações. Fosse assim Jesus, em sua infinita sabedoria, teria dito: a salvação está na ida frequente à sinagoga ou na leitura assídua das Escrituras. Mas não foi isso o que Ele disse. Em João 8:32 o Mestre disse: Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Não foi dito para que procurássemos uma igreja ou um guru para ser seguido como o verdadeiro dono da verdade e muito menos que nos matriculássemos em cursos especializados de ensinamentos bíblicos e tampouco que investíssemos nossos recursos em DVDs, vídeos e espetáculos de louvores.
Não que as coisas mencionadas não sejam importantes, como relevante é este nosso espaço. Mas de maneira alguma são mais valiosos que a procura da verdade. E, a procura da verdade é um ato individual que deve ser perseguido por todos os que procuram a "água viva", aquela que aplaca todo tipo de sede, conforme João 4;13.
E o que é a verdade: "Eu sou a verdade o caminho e a vida", disse o Cristo. Mas, tal declaração não significa apenas que cada um de nós proclamemos que cremos em Jesus e em Deus. Amar a Deus é de fato fazer a vontade do Pai e amar ao próximo, mas "se amardes os que vos amam, que recompensa tereis? Até os pecadores amam os que os amam." ( Lucas 6:32)
E também em Tiago 2:19 temos: "Crês tu que Deus é um só? Fazes bem! Os demônios também o crêem, e estremecem. Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é inútil?"
E em Efésios 2:8-9-10 também a advertência: "Pois é pela graça que sois salvos, por meio da fé __ e isto não vem da fé de vós, é dom de Deus __ não das obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas."
Que o Senhor Deus permita que cada leitor consiga o melhor entendimento para seguir a sua Palavra e que nossas mensagens possam contribuir, de alguma forma, para que, nós próprios procuremos melhorar nesse entendimento, afastando-nos dos erros e permitindo que possamos trilhar pelo caminhos das boas obras por meio de Cristo Jesus.
Há um alerta, no entanto, a seu feito. Nem tudo o que escrevemos - e isso também serve para outros - é, realmente, o correto. Muitos erros são cometidos. Há erros de enfoque ou mesmo de dosagem dos temas na medida certa.
Isso é importante, pois, é na percepção de cada indivíduo que a verdade acaba sendo revelada. Os erros humanos, por isso servem para que por meio da reflexão e de estudos o correto acabe prevalecendo.
Igrejas, pregadores, padres, pastores, professores e especialistas nem sempre estão certos em todas as suas pregações. Fosse assim Jesus, em sua infinita sabedoria, teria dito: a salvação está na ida frequente à sinagoga ou na leitura assídua das Escrituras. Mas não foi isso o que Ele disse. Em João 8:32 o Mestre disse: Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Não foi dito para que procurássemos uma igreja ou um guru para ser seguido como o verdadeiro dono da verdade e muito menos que nos matriculássemos em cursos especializados de ensinamentos bíblicos e tampouco que investíssemos nossos recursos em DVDs, vídeos e espetáculos de louvores.
Não que as coisas mencionadas não sejam importantes, como relevante é este nosso espaço. Mas de maneira alguma são mais valiosos que a procura da verdade. E, a procura da verdade é um ato individual que deve ser perseguido por todos os que procuram a "água viva", aquela que aplaca todo tipo de sede, conforme João 4;13.
E o que é a verdade: "Eu sou a verdade o caminho e a vida", disse o Cristo. Mas, tal declaração não significa apenas que cada um de nós proclamemos que cremos em Jesus e em Deus. Amar a Deus é de fato fazer a vontade do Pai e amar ao próximo, mas "se amardes os que vos amam, que recompensa tereis? Até os pecadores amam os que os amam." ( Lucas 6:32)
E também em Tiago 2:19 temos: "Crês tu que Deus é um só? Fazes bem! Os demônios também o crêem, e estremecem. Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é inútil?"
E em Efésios 2:8-9-10 também a advertência: "Pois é pela graça que sois salvos, por meio da fé __ e isto não vem da fé de vós, é dom de Deus __ não das obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas."
Que o Senhor Deus permita que cada leitor consiga o melhor entendimento para seguir a sua Palavra e que nossas mensagens possam contribuir, de alguma forma, para que, nós próprios procuremos melhorar nesse entendimento, afastando-nos dos erros e permitindo que possamos trilhar pelo caminhos das boas obras por meio de Cristo Jesus.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Como alimentamos nossa mente?
Da mesma forma que devemos ter cuidado com nossa alimentação, evitando excesso de alimentos que possam de uma forma ou de outra prejudicar nossa saúde. É importante que tenhamos o mesmo cuidado em relação à nossa chamada saúde mental.
Sem querer muitas pessoas acabam poluindo suas mentes com coisas que podem influenciar na sua própria maneira de pensar, contribuindo para a tomada de decisões erradas e criando uma espécie de vício e descontrole, fazendo-as escravas dos chamados hábitos nocivos.
Gostar de filmes de terror ou de conteúdos violentos, por exemplo, não deve, em um primeiro momento, ser visto como algo maléfico. Há casos, que, eles são úteis até para a própria profissão ou para a vivência de cada um no dia a dia. Ser religioso não significa se alienar das coisas do mundo. É preciso fugir de uma atitude farisaica de que em nome da hipocrisia se acabar vivendo envolto em maus pensamentos produzidos pela própria mente.
Para um psicólogo, um professor, um comunicador, entre outros profissionais, seria um erro se esquivar de certos temas e assuntos que contribuirão para o seu aperfeiçoamento e inclusive na maneira correta de produzir o seu trabalho. Como entender coisas como bulling, agressividade, violência em geral se o indivíduo não tem conhecimento do assunto.
Jesus foi preciso quando nos disse que o mal é o que sai da boca do homem. Essa atitude o mestre é importante para as pessoas que possuem a tendência de estar sempre recriminando o comportamento do próximo, fazendo de coisas que podem ser tratadas sem a gravidade que muitos tentam imputar como as reais fontes de nossa fuga de Deus.
Filmes, novelas, videogames, jogos e outros divertimentos, como festas e saídas noturnas com amigos para se divertir não devem ser vistos como algo inconcebível. Ser religioso não significa ser chato e sequer viver pregando diuturnamente para as demais pessoas. É pelo comportamento e a maneira de agir diante do próximo que o verdadeiro cristão muitas vezes acaba influenciando pessoas e trazendo-as para o caminho da retidão.
Jesus disse que não é o são que precisa de médico e sim os que estão doentes. O cristão, por isso, não deve tentar viver em uma redoma afastado das coisas do mundo. Ele deve estar apto a discutir os mais diversos temas, sem querer impor aos demais a sua verdade. Da mesma forma polêmicas vazias devem ser deixadas de lado, como, por exemplo, a perda de tempo em tentar contrapor a Bíblia ou outros livros religiosos às conquistas científicas.
Conhecer os grandes mestres da música como Bach, Mozart, Beethoven; os grandes pintores e artistas em geral. Navegar pela música popular de seu país. Se divertir com o besteirol dos programas de humor e cenas divertidas de novelas, tomando contato com grandes atores e refletindo sobre as contradições e a natureza humana dos personagens não afastam o religioso de Deus.
Quando o religioso se limita ao mundinho da sua igreja e grupo de amigos acaba se afastando das coisas do mundo e da sua capacidade de agir diante das demais pessoas.
Não são as coisas do mundo que afastam as pessoas de Deus. Quando, no fundo do coração, fazemos a procura constante do Criador deixamos de ser vulneráveis a qualquer tipo de acontecimento e nada pode nos abalar. Deus é nossa força e proteção e por isso, não há nada a temer.
"Bem-aventurado é o homem a quem Deus corrige, portanto, não despreze a disciplina do Todo-Poderoso" - Jó 5:17
"O que eu temia me sobreveio, o que receava aceitar"- Jó 3:25
"Quanto a mim eu buscava a Deus, e a ele entregaria a minha causa. Ele faz coisas grandiosas, que não se podem esquadrinhar, milagres que não se podem contar" Jó 5:8-9
Sem querer muitas pessoas acabam poluindo suas mentes com coisas que podem influenciar na sua própria maneira de pensar, contribuindo para a tomada de decisões erradas e criando uma espécie de vício e descontrole, fazendo-as escravas dos chamados hábitos nocivos.
Gostar de filmes de terror ou de conteúdos violentos, por exemplo, não deve, em um primeiro momento, ser visto como algo maléfico. Há casos, que, eles são úteis até para a própria profissão ou para a vivência de cada um no dia a dia. Ser religioso não significa se alienar das coisas do mundo. É preciso fugir de uma atitude farisaica de que em nome da hipocrisia se acabar vivendo envolto em maus pensamentos produzidos pela própria mente.
Para um psicólogo, um professor, um comunicador, entre outros profissionais, seria um erro se esquivar de certos temas e assuntos que contribuirão para o seu aperfeiçoamento e inclusive na maneira correta de produzir o seu trabalho. Como entender coisas como bulling, agressividade, violência em geral se o indivíduo não tem conhecimento do assunto.
Jesus foi preciso quando nos disse que o mal é o que sai da boca do homem. Essa atitude o mestre é importante para as pessoas que possuem a tendência de estar sempre recriminando o comportamento do próximo, fazendo de coisas que podem ser tratadas sem a gravidade que muitos tentam imputar como as reais fontes de nossa fuga de Deus.
Filmes, novelas, videogames, jogos e outros divertimentos, como festas e saídas noturnas com amigos para se divertir não devem ser vistos como algo inconcebível. Ser religioso não significa ser chato e sequer viver pregando diuturnamente para as demais pessoas. É pelo comportamento e a maneira de agir diante do próximo que o verdadeiro cristão muitas vezes acaba influenciando pessoas e trazendo-as para o caminho da retidão.
Jesus disse que não é o são que precisa de médico e sim os que estão doentes. O cristão, por isso, não deve tentar viver em uma redoma afastado das coisas do mundo. Ele deve estar apto a discutir os mais diversos temas, sem querer impor aos demais a sua verdade. Da mesma forma polêmicas vazias devem ser deixadas de lado, como, por exemplo, a perda de tempo em tentar contrapor a Bíblia ou outros livros religiosos às conquistas científicas.
Conhecer os grandes mestres da música como Bach, Mozart, Beethoven; os grandes pintores e artistas em geral. Navegar pela música popular de seu país. Se divertir com o besteirol dos programas de humor e cenas divertidas de novelas, tomando contato com grandes atores e refletindo sobre as contradições e a natureza humana dos personagens não afastam o religioso de Deus.
Quando o religioso se limita ao mundinho da sua igreja e grupo de amigos acaba se afastando das coisas do mundo e da sua capacidade de agir diante das demais pessoas.
Não são as coisas do mundo que afastam as pessoas de Deus. Quando, no fundo do coração, fazemos a procura constante do Criador deixamos de ser vulneráveis a qualquer tipo de acontecimento e nada pode nos abalar. Deus é nossa força e proteção e por isso, não há nada a temer.
"Bem-aventurado é o homem a quem Deus corrige, portanto, não despreze a disciplina do Todo-Poderoso" - Jó 5:17
"O que eu temia me sobreveio, o que receava aceitar"- Jó 3:25
"Quanto a mim eu buscava a Deus, e a ele entregaria a minha causa. Ele faz coisas grandiosas, que não se podem esquadrinhar, milagres que não se podem contar" Jó 5:8-9
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Justiça dos homens e Justiça de Deus
O noticiário nos chama a atenção para pessoas que há algum tempo desfrutaram de grande projeção no cenário nacional. Sob a denúncia de corrupção foram julgadas e começam, agora, a cumprir os primeiros anos de pena. Sem entrar no mérito da questão, muitos sentem-se entristecidos ao verem o próximo ser levado à prisão, quando poderia por um comportamento diferente estar usufruindo das coisas boas da vida pela condição financeira e status que possuía. Outros não se dão por satisfeitos e exigem penas mais duras e tratamento mais forte em relação aos prisioneiros do Estado.
Não devemos nos alienar dos acontecimentos políticos nacionais e mundiais e como cidadãos, na medida do possível, procurar influir para a melhora da situação. Mas como cristãos devemos procurar na Palavra de Deus e nos ensinamentos de Cristo a água viva para a nossa conduta em relação às coisas do mundo e do comportamento diante dos fatos que nos são apresentados.
Que a justiça do homem seja feita e culpados de crimes punidos. São condições para que tenhamos uma vida social mais adequada. Mas, não devemos nos esquecer que, também, nós devemos ser exemplares em nossas condutas, servindo de exemplo para os que nos são próximos. Na educação das crianças e dos jovens devemos, pelo exemplo, e, também pela pregação mostrarmos os caminhos da retidão e da importância da honestidade, um atributo tão difícil em nosso mundo, principalmente, entre muitos encarregados de cuidar dos negócios públicos.
Peca-se não apenas quando se desvia o dinheiro dos cofres públicos ou quando se superfatura uma obra ou um contrato de serviços. Peca-se quando, em nossa função profissional, negligenciamos a melhor qualidade de nosso trabalho, deixando de dar as pessoas que dependem de nosso serviço o tratamento adequado. E, muitas vezes esses graves erros não passam pelo julgamento dos homens, cuja justiça muitas vezes é falha, mas certamente serão vistos no julgamento final e até mesmo antes disso pela nossa própria consciência.
Que o exemplo dos antes poderosos que agora caem em desgraça nos sirva de reflexão. Oremos por todos os que hoje encontram-se desviados da Palavra de Deus e também por nós pecadores. Não façamos da vingança a nossa base de ação, mas da justiça como forma de correção e mudança de comportamentos, por mais que isso seja difícil para muitos. E que na leitura da Bíblia e em muitos outros exemplos que servem para nosso engrandecimento e aperfeiçoamento estejamos mais próximos de Deus.
"Não torcerás a justiça, nem farás acepção de pessoas. Não tomarás subornos, pois o suborno cega os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos."
Deuteronômio 16,19
terça-feira, 19 de novembro de 2013
O amor no ambiente de trabalho
Os três tipos de amor
O amor deve estar presente inclusive nas empresas, alerta o filósofo Clóvis de Barros Filho“O amor pode ser o desejo do que nos falta, mas pode também representar a alegria de aproveitar o que já se tem, ou ser o bem-querer incondicional do próximo”, afirmou Clóvis de Barros Filho, autor do livro O Executivo e o Martelo (HSM Editora), lançado na HSM ExpoManagement 2013. Ele se referia a três expressões do amor: eros, como em Platão; filia, como em Aristóteles, e ágape, como o do Cristo.
Na concepção de Platão, registrada em O Banquete, amar é desejar, e o desejo é na falta. “Amamos quando desejamos e desejamos quando não temos”, diz o professor. Ele explica que é por isso que vamos buscando o que falta por toda a vida e, quando alcançamos algo, logo desejamos outra coisa. Essa é a lógica do consumo e das metas que sempre têm de ser alcançadas. “No mundo do capital, sempre haverá o que você não tem”, pondera.
O amor de Aristóteles, contudo, é uma reconciliação com o mundo como ele é, ou seja, amor é alegria, e alegria é a passagem do sujeito de um estado de menor potência para o de maior potência, como esclarece o filósofo Spinoza. Para Aristóteles, “você ama o mundo e as pessoas quando elas lhe alegram; ama o que você já tem”.
De acordo como o palestrante, um grande desafio para as empresas é converter o amor de Platão no de Aristóteles, ou seja, transmitir, na busca de resultados, que a cada meta corresponde uma vida boa, uma alegria, um significado para as pessoas.
No pensamento cristão
No amor ágape, apregoado pelo Cristo, cujo pensamento está na base de nossa civilização, o que importa é o amado, não o amante. No amor cristão, o amante recua para que o próximo avance e possa ser como ele é de fato.
Se nas empresas esse amor é viável? Para Clóvis, talvez essa seja a grande tarefa das organizações: ter equipes de pessoas que, antes de representarem funções complementares, têm sentimentos e se importam umas com as outras, em vez de competirem acirradamente entre si, pois isso fomenta a tristeza e sabota a empresa. “Uma equipe de pessoas que se preocupam com os colegas dificilmente é vencida”, conclui.

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