domingo, 10 de novembro de 2013

A mulher de Ló

sábado, 9 de novembro de 2013

Ló: sua vida e sua época


A história da mulher de Ló é bem triste, não é? Ela é menos lembrada pelo que foi – esposa, mãe, filha, irmã – do que pelo eu se tornou – uma estátua de sal. Apenas um olhar irresistível, mas proibido, para trás, a fim de ver o que estava acontecendo e virou sal! Um produto químico dos mais comuns usados no mundo todo. A Palestina possuía ricos depósitos de sal, que justificavam lugares com nomes como Mar Salgado (também conhecido como Mar Morto), Vale do Sal e Cidade do Sal. Os romanos, provavelmente, consideravam Israel uma conquista valiosa apenas por causa do sal disponível ali. Os hebreus usavam o sal para temperar a comida: “Comer-se-á sem sal o que é insípido?” (Jó 6:6). As mulheres hebreias esfregavam as crianças recém-nascidas com sal ou as lavavam com ele: “No dia em que nasceste, não te foi cortado o umbigo, nem foste lavada com água para te limpar, nem esfregada com sal, nem envolta em faixas” (Ez 16.4). O sal era um acompanhamento necessário para qualquer sacrifício de cereais do Antigo Testamento: “Toda oferta dos teus manjares temperarás com sal” (Lv 2:13). A palavra sal é usada apenas seis vezes no Novo Testamento, todas elas simbólicas. Jesus nos lembrou de que, como cristãos, somos o sal da terra (Mt 5.13; Mc 9.50; Lc 14.34). Nossas atitudes e atos são capazes tanto de purificar como de temperar nosso ambiente. Quando respondemos amavelmente a alguém que não é delicado, temperamos nosso mundo com sal. Quando tratamos com bondade uma criança irritada, temperamos nosso lar com sal. Quando consolamos os que sofrem e os solitários, quando encorajamos os desanimados ou acalmamos os perturbados, temperamos nosso mundo com sal. Como seguidoras de Cristo, somos saleiros (espero que saleiros cheios!), ocupadas em salpicar nosso mundo com o sal que dá sabor à vida.

SEU LEGADO NAS ESCRITURAS
Leia Gênesis 19.1-3 Ló convidou aqueles homens para sua casa sem sequer consultar a esposa. Que tipo de lar você acha que a mulher de Ló formara com o marido e as filhas ? Como você reage quando alguém em sua casa convida um hóspede inesperadamente? Você é amável? Estressada? Hostil?
Leia Gênesis 19.4-8 O que você acha da sugestão feita por Ló de dar as filhas aos que tentavam invadir sua casa, em vez dos hóspedes? Em sua opinião, que reação a mulher de Ló teve? Por que Ló fez esta proposta? Tenha em mente que, segundo a cultura daquele tempo, ao abrir a casa a hospedes, ele garantia não só o conforto, como também segurança a eles. Você acha que a época em que vivemos é mais ou mesmo degenerada do que a registrada aqui? Por quê?
Leia Gênesis 19.15-16 Por que você acha que Ló hesitou? O que ele estaria pensando? Você já hesitou em fazer algo que sabia ser da vontade de Deus? Por quê? O que aconteceu?
Leia Gênesis 19.17,26 Embora advertida para não olhar para trás, a mulher de Ló não conseguir resistir e fez isso. Por que você acha que ela fez isso? Estava triste? Com medo? Curiosa? Na atitude da mulher de Ló podemos ver nossas próprias reações quando lamentamos decisões erradas, ficamos tristes por causa de oportunidades perdidas, desejamos a restauração de relacionamentos rompidos. Ao olhar para trás, não somos capazes de ver o que está à nossa frente. Talvez não nos transformemos em estátuas de sal, mas acabaremos atoladas em algum lugar. Você passa muito tempo olhando para trás? O que fazer para deixar o passado de lado, desfrutar o presente e planejar o futuro?

SUA PROMESSA
Deus prometera a Abraão que pouparia a cidade de Sodoma, se pudesse encontrar apenas dez justos nela, mas nem dez puderam ser achados ali. Assim, Deus enviou seus anjos a Sodoma para resgatar Ló e sua família (Gn 18) da iminente destruição. Como todos ficaram hesitantes até o último minuto, os anjos tiveram de tomar Ló, sua mulher e suas duas filhas pela mão e arrastá-los para fora da cidade. Deus sabia que Abraão estava pensando em Ló quando suplicou que as cidades fossem poupadas mesmo que só cinquenta, quarenta, trinta, vinte ou dez justos fossem encontrados? A misericórdia de Deus foi estendida a Ló por amor a ele ou por amor a Abraão? Não sabemos. O que a Bíblia diz é que a misericórdia divina foi concedida a Ló e a sua família,. Essa misericórdia está também à sua disposição, mesmo nas piores ocasiões, ns situações mais difíceis, ns circunstâncias mais adversas. Deus está ali, estendendo a mão para levá-la a um lugar seguro.

Promessas nas Escrituras
[...] “pegaram-no os homens pela mão, a ele, a sua mulher e as duas filhas, sendo-lhe o Senhor misericordioso, e o tiraram, e o puseram fora da cidade”. (Gn19.16)
[...] “o Senhor se aparte do ardor da sua ira, e te faça misericórdia, e tenha piedade de ti.” (Dt13.17)
[...] “e não farei cair a minha ira sobre ti, porque eu sou compassivo, diz o Senhor, e não manterei para sempre a minha ira.” (Jr 3.12)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Vencendo a insegurança!

Obrigado Senhor por mais um dia. Que ele seja repleto de alegrias e realizações. Que possamos vencer as dificuldades surgidas em nosso caminho. Possamos enfrentá-las sem medo e com determinação, confiantes que temos em sua orientação e proteção a maneira correta de ultrapassá-las.
Sabemos que na vida as dificuldades surgem tanto para os justos como para os injustos e muitas vezes são os primeiros que enfrentam maiores dissabores. Mas entendemos que é através dela que renovamos nossa fé e buscamos o aperfeiçoamento.
Nos impeça Senhor de adotar a solução do avestruz ao tentar fugir dos problemas enfiando a cabeça em um buraco, com a finalidade de não ver o que ocorre ao redor. Pelo contrário, que tenhamos condições de enfrentar cada problema de frente e de cabeça erguida certos de que por temos conosco a presença viva de Cristo e do Espírito Santo seremos fortes o bastante para vencer os obstáculos. Vencendo a insegurança damos prova de nossa fé. Não porque somos pessoas diferentes das demais, e sim por termos essa fé renovada diariamente graças ao seu poder e glória. Obrigado Senhor por mais um dia pleno de confiança em sua presença.

"Eu os fortalecerei no Senhor, e andarão no seu nome, diz o Senhor." (Zacarias 10:12)


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Como enfrentar as dificuldades


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Vida eterna


A maioria de nós provavelmente diria que gostaria de viver para sempre. Isso é exatamente o que Deus concedeu a cada um de nós quando enviou Seu filho, Jesus Cristo, à Terra para morrer por nós e expiar por nossos pecados. É o que se chama ressurreição e todos que nascem na Terra, mesmo os iníquos, recebem o dom da imortalidade (I Coríntios 15:22).
No terceiro dia após Sua crucificação, Jesus Cristo tornou-Se a primeira pessoa a ressuscitar. Seu espírito foi reunido a Seu corpo glorificado e aperfeiçoado, e Ele não podia mais morrer. Quando os amigos de Cristo foram visitar Seu túmulo, os anjos disseram: “Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito” (Mateus 28:6).

“Eu irei para o céu?”

Claro! Deus julgará todos os homens com justiça e irá recompensá-los adequadamente com um lugar em Seu reino.

Colaboração de leitor

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Como sermos felizes



A paciência do amor

O Papa Francisco encontrou-se com as famílias do mundo na praça de São Pedro

Amor paciente que gera alegria

Três palavras que nunca se devem esquecer: por favor, obrigado, desculpa
"Como é possível viver a alegria da fé hoje?". A pergunta do Papa Francisco serviu de fio condutor à peregrinação organizada pelo Pontifício Conselho para a Família por ocasião do Ano da fé. E à pergunta - que retomava o slogan escolhido para a iniciativa: "Família, vive a alegria da fé" - responderam com a sua presença jubilosa mais de cem mil pessoas que se reuniram na praça de São Pedro provenientes de 75 países para participar no sábado à tarde, 26 de Outubro, no encontro de oração e de testemunho, e no domingo de manhã na celebração da Eucaristia, ambos presididos pelo Papa.
Durante a sugestiva vigília do sábado, depois de ter ouvido vários testemunhos de famílias, o Pontífice ofereceu uma meditação centrada nas canseiras e nas dificuldades de todos os dias, sobre a necessidade de comunicar, sobre o peso dos silêncios. "Mas o que mais pesa - admoestou o Papa - é a falta de amor", a ausência de alegria nas casas. Outro aspecto aprofundado pelo bispo de Roma concerniu o sacramento do matrimónio, com a exortação dirigida aos esposos a permanecer unidos "sempre e por toda a vida", sem "dar importância a esta cultura do provisório que nos transtorna a vida". A este propósito, o Papa repetiu as três palavras-chave já sugeridas durante a missa no dia mariano de 13 de Outubro passado, "para não lançar pratos" entre marido e esposa: por favor, obrigado, desculpa. Por fim, indicando o ícone da Apresentação de Jesus no templo, colocado ao lado da cátedra, o Pontífice relançou o diálogo entre as gerações, sobretudo entre jovens e idosos, entre avós e netos.
No dia seguinte, celebrando a missa dominical, na homilia o bispo de Roma, partindo das leituras, traçou três características da família cristã: a oração em comum, a preservação da fé e a vivência da alegria, aquela "verdadeira - explicou - que nos faz sentir a beleza de estar juntos, de nos apoiarmos reciprocamente"; em cuja base está a "presença de Deus" com "o seu amor acolhedor, misericordioso, respeitoso para com todos" e "paciente".