Jesus de Nazaré é sem dúvida o Mestre dos mestres. Ele que com sua mensagem de amor e fraternidade influenciou de maneira decisiva a história da humanidade, tanto no passado como nos dias atuais.
O Mestre que inicialmente arregimentou 12 discípulos que mais tarde, além de seus seguidores iriam multiplicar seus ensinamentos para um maior número de pessoas. Ele que, em sua missão, esteve sempre do lado dos mais humildes e necessitados, levando a esperança aos aleijados, às prostitutas, aos cobradores de impostos, aos doentes e todos os demais considerados impuros na época.
E os ensinamentos do Mestre eram dados de forma simples, por meio de parábolas, a fim de que o maior número de pessoas pudessem compreender bem as suas mensagens.
Jesus tão diferente de muitos pregadores do mundo atual, que procuram passar às pessoas a ideia de um Deus vingativo, rancoroso, pronto para enviar os pecadores para o inferno eterno. O Mestre que, ao contrário disso, ensinou a grande lição do amor, como forma de superarmos todos os nossos problemas.
Um exemplo vivo para todos aqueles que possuem a nobre missão de ensinar. O amor aos discípulos como base para que todos alcancem a verdade.
O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
Um dia maravilhoso!
Meu Deus! - que belo dia. Só o Senhor faz essa mudança de clima, trazendo
o sol ou às vezes a chuva. Alternando calor e frio. Neve em alguns lugares ou
trovões e tempestades.
A força da natureza é a grande expressão da vida. Vulcões, terremotos, maremotos
e tsumanis, mostrando nossa imensa pequenez.
O sol que brilha para os justos e pecadores. A natureza não diferencia as pessoas.
Mas, quem tem Deus no coração, certamente, não conhece tempo ruim, pois tudo
que acontece no mundo serve como aprendizado, na busca do aperfeiçoamento
constante.
E qual seja o tempo, sempre será um dia lindo para quem está com o Senhor.
Um dia maravilhoso.
o sol ou às vezes a chuva. Alternando calor e frio. Neve em alguns lugares ou
trovões e tempestades.
A força da natureza é a grande expressão da vida. Vulcões, terremotos, maremotos
e tsumanis, mostrando nossa imensa pequenez.
O sol que brilha para os justos e pecadores. A natureza não diferencia as pessoas.
Mas, quem tem Deus no coração, certamente, não conhece tempo ruim, pois tudo
que acontece no mundo serve como aprendizado, na busca do aperfeiçoamento
constante.
E qual seja o tempo, sempre será um dia lindo para quem está com o Senhor.
Um dia maravilhoso.
sábado, 12 de outubro de 2013
Sermos como as crianças
Jesus dizia para que deixassem as criancinhas aproximarem. Também
disse que para entrarmos nos céus deveríamos ser como os pequeninos.
É essa inocência que muitas vezes nos faz falta na vida. Não devemos
ser ingênuos, mas também não devemos ser ardilosos, sempre
desconfiando de todos e buscando algum tipo de vantagem em nossas
ações.
Infelizmente há religiosos que agem assim. Praticam o bem não por
prazer ou por estarem querendo agradar a Deus, mas simplesmente para
chamar a atenção da sociedade. São aqueles que quando socorrem o
próximo gostam de ter as luzes diante de si. Gostam de ser falados e
terem suas boas ações destacadas.
A prática do bem, das virtudes; o amor ao próximo. O cumprimento dos
mandamentos de Deus deve ser algo praticado de forma pura como a
pureza das crianças.
Na fase adulta achamos que sabemos tudo, mas, muitas vezes precisamos
aprender com as crianças.
disse que para entrarmos nos céus deveríamos ser como os pequeninos.
É essa inocência que muitas vezes nos faz falta na vida. Não devemos
ser ingênuos, mas também não devemos ser ardilosos, sempre
desconfiando de todos e buscando algum tipo de vantagem em nossas
ações.
Infelizmente há religiosos que agem assim. Praticam o bem não por
prazer ou por estarem querendo agradar a Deus, mas simplesmente para
chamar a atenção da sociedade. São aqueles que quando socorrem o
próximo gostam de ter as luzes diante de si. Gostam de ser falados e
terem suas boas ações destacadas.
A prática do bem, das virtudes; o amor ao próximo. O cumprimento dos
mandamentos de Deus deve ser algo praticado de forma pura como a
pureza das crianças.
Na fase adulta achamos que sabemos tudo, mas, muitas vezes precisamos
aprender com as crianças.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
A grande alegria da vida
Há uma história que conta bem o quanto os hábitos arraigados
em nossa mente são difíceis de serem deixados de lado. Isso
ocorre também quando estamos certos da necessidade de
mudarmos de vida, em busca de algo mais sólido e verdadeiro.
Abandonar um vício, por exemplo, acaba sendo tarefa
extremamente difícil para muitos, exigindo a ajuda de
outras pessoas.
A história cita um grupo de cientistas que colocou cinco macacos
em uma jaula e tendo em um dos cantos no alto um cacho de
bananas. Quando algum dos macacos tentava subir na escada
que dava acesso às bananas era contido por um forte jato de
água gelada com o castigo também sendo dado aos demais.
Com isso, qualquer tentativa de algum deles pegar as bananas
resultava em pancada por parte do grupo. Passado o tempo
todos tinha desistido das atraentes bananas colocadas no alto
no fim da escada.
Como parte da experiência, os cientistas colocaram no grupo
novo macaco que também foi castigado ao tentar pegar a
banana.
Gradativamente todos os cinco macacos originais foram
substituídos, mas observou-se, os cinco novatos, mesmo
sem nunca terem sido castigados com o jato de água fria
continuavam desistindo das bananas no alto e punindo
severamente os que tentavam se aproximar da fruta.
Essa história mostra também muitos cristãos e religiosos,
que, apesar da presença de Jesus como nosso Salvador
continuam dando mais crédito a tudo que é ligado ao pecado,
a punições e toda série de castigos, sem levar em conta o
objetivo maior de procurarmos encontrar nas lições do
Cristo a grande alegria da vida.
em nossa mente são difíceis de serem deixados de lado. Isso
ocorre também quando estamos certos da necessidade de
mudarmos de vida, em busca de algo mais sólido e verdadeiro.
Abandonar um vício, por exemplo, acaba sendo tarefa
extremamente difícil para muitos, exigindo a ajuda de
outras pessoas.
A história cita um grupo de cientistas que colocou cinco macacos
em uma jaula e tendo em um dos cantos no alto um cacho de
bananas. Quando algum dos macacos tentava subir na escada
que dava acesso às bananas era contido por um forte jato de
água gelada com o castigo também sendo dado aos demais.
Com isso, qualquer tentativa de algum deles pegar as bananas
resultava em pancada por parte do grupo. Passado o tempo
todos tinha desistido das atraentes bananas colocadas no alto
no fim da escada.
Como parte da experiência, os cientistas colocaram no grupo
novo macaco que também foi castigado ao tentar pegar a
banana.
Gradativamente todos os cinco macacos originais foram
substituídos, mas observou-se, os cinco novatos, mesmo
sem nunca terem sido castigados com o jato de água fria
continuavam desistindo das bananas no alto e punindo
severamente os que tentavam se aproximar da fruta.
Essa história mostra também muitos cristãos e religiosos,
que, apesar da presença de Jesus como nosso Salvador
continuam dando mais crédito a tudo que é ligado ao pecado,
a punições e toda série de castigos, sem levar em conta o
objetivo maior de procurarmos encontrar nas lições do
Cristo a grande alegria da vida.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Quando nos fazemos grandiosos
Agradecer a Deus pelas nossas vitórias. Ter consciência plena de que
nada conseguimos sozinhos. Saber que tudo que temos e inventamos
provém da vida que nos foi concedida por nosso Criador. Consciência
de que tudo é vaidade quando nos achamos eternos e os donos de
nossas ações.
Fazer da humildade a base de nossa vida não nos achando superiores
nem inferiores às demais pessoas. Agradecer a Deus pela nossa
capacidade de criar e realizar trabalhos não apenas em benefício
próprio, mas voltado também para o próximo.
Saber que quando nos preocupamos com as demais pessoas, com
os animais e toda a natureza é que nos aproximamos de Deus e
nos fazemos grandiosos.
nada conseguimos sozinhos. Saber que tudo que temos e inventamos
provém da vida que nos foi concedida por nosso Criador. Consciência
de que tudo é vaidade quando nos achamos eternos e os donos de
nossas ações.
Fazer da humildade a base de nossa vida não nos achando superiores
nem inferiores às demais pessoas. Agradecer a Deus pela nossa
capacidade de criar e realizar trabalhos não apenas em benefício
próprio, mas voltado também para o próximo.
Saber que quando nos preocupamos com as demais pessoas, com
os animais e toda a natureza é que nos aproximamos de Deus e
nos fazemos grandiosos.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Governantes afastados do Evangelho
O teólogo e poeta português José Tolentino Mendonça considera que os governantes estão distantes das palavras do evangelho e que classe política não se revê nos ensinamentos da Igreja nas práticas de governar. Em sua opinião, o cristianismo continua sendo uma fonte de vida e inspiração para os que governam.
Ele denuncia o abuso com que os governantes agem em relação aos mais pobres, alegando que os sacrifícios não podem ser pedidos a quem já não tem: "A leitura da Igreja é de que a situação é de uma tal exigência que há sacrifícios que são pedidos e que são compreensíveis para o todo nacional, mas tem de haver uma equidade no suportar esses sacrifícios. Os sacrifícios não podem ser apenas pedidos a quem já não tem, a quem já vivia e vive com sacrifício. E o apelo da Igreja é bem claro: quando se pergunta qual é o objetivo da sua ação, isso é bem claro: no centro está a pessoa humana e a pessoa humana que sofre. Se a Igreja tem alguma preferência, há-de ser sempre pelos últimos."
De acordo com o teólogo, em advertência aos mais cultos, referindo-se à realidade portuguesa, em especial, é preciso se voltar para os valores bíblicos e menciona, como exemplo, a admiração de muitos pelo escritor José Saramago, assinalando se tratar de "um criador que torna a língua portuguesa um lugar com uma inspiração humana absoluta", mas que não deve ser "uma vaca sagrada, em que tudo o que diz é uma espécie de oráculo".
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