O Vaticano, com o apoio de vários grupos religiosos, está defendendo o estabelecimento de lei mundial de combate à intolerância religiosa. Para o cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson é necessário “pedir a adoção de uma lei
contra a perseguição de minorias, designadamente cristãos”. Natural de Gana, o cardeal fez menção a perseguição religiosa em países como o Egito, a Síria, o Iraque e outros.
Durante a homília na
praça São Pedro, o papa Francisco pediu para que os fiéis rezassem pelos milhares de
cristãos perseguidos, criticando a perseguição religiosa.
A lei mundial sobre a
perseguição religiosa foi proposta durante conferência de imprensa no Vaticano durante, reunindo cardeais da Igreja
Católica que se preparam para o 50.º aniversário da encíclica do papa
João XXIII, mas recebeu prontamente o apoio de várias outras religiões.
O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
O combate ao consumismo
Um dos males do mundo moderno tem sido o excesso de consumo pelas pessoas. Também os cristãos e demais religiosos não estão livres desse mau hábito. Não que devamos ser contrários ao progresso, mas muitas vezes contribuímos para a má qualidade de vida, pelo simples fatos de acumularmos em nossas casas todos os tipos de quinquilharia deixando-nos levar por uma propaganda fascinante que nos faz adquirir coisas inúteis.
São aparelhos eletrônicos que, como crianças mimadas, depois de usarmos por pouco tempo acabamos deixando-os esquecidos nos armários. O mesmo se dá com a compulsão na compra de roupas e sapatos e de brinquedos para as crianças, que desde cedo adquirem o vício de acumular coisas sem que, realmente, desfrutem delas.
E quantas vezes fazemos sacrifícios para irmos a shows, comprometendo nossas poucas economias, pelo simples fato de depois podermos dizer aos outros que estávamos presentes. O mesmo se dá com eventos esportivos e viagens que acabam comprometendo nosso orçamento. A diversão é algo bom, pois não vivemos apenas do trabalho, mas ela deve ser feita de maneira comedida, sem que nos leve a endividamentos desnecessários.
Sonhamos em obter um automóvel e com pouco tempo de uso passamos a sonhar com um modelo novo, por achá-lo mais potente, mais reluzente e sobretudo por chamar mais a atenção de vizinhos e amigos. Acumulamos coisas não para nosso prazer, mas pelo efeito que possam causar na sociedade.
São aparelhos eletrônicos que, como crianças mimadas, depois de usarmos por pouco tempo acabamos deixando-os esquecidos nos armários. O mesmo se dá com a compulsão na compra de roupas e sapatos e de brinquedos para as crianças, que desde cedo adquirem o vício de acumular coisas sem que, realmente, desfrutem delas.
E quantas vezes fazemos sacrifícios para irmos a shows, comprometendo nossas poucas economias, pelo simples fato de depois podermos dizer aos outros que estávamos presentes. O mesmo se dá com eventos esportivos e viagens que acabam comprometendo nosso orçamento. A diversão é algo bom, pois não vivemos apenas do trabalho, mas ela deve ser feita de maneira comedida, sem que nos leve a endividamentos desnecessários.
Sonhamos em obter um automóvel e com pouco tempo de uso passamos a sonhar com um modelo novo, por achá-lo mais potente, mais reluzente e sobretudo por chamar mais a atenção de vizinhos e amigos. Acumulamos coisas não para nosso prazer, mas pelo efeito que possam causar na sociedade.
“6 Mas é grande ganho a piedade com contentamento. 7 Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. 8 Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.” (1 Timóteo 6: 6-8)
Ficar
satisfeitos significa limitar os desejos e ficarmos felizes quando as
necessidades diárias são supridas, se você ficar empenhando-se para para
satisfazer os seus desejos de ter mais não irão lhe ajudar em nada,
apenas servirá para deixá-lo triste com a situação. O religioso, por isso, não pode se deixar levar pela sociedade de consumo. Ele deve saber conquistar as verdadeiras alegrias da vida, muitas vezes constituídas de coisas simples, como o convívio com os amigos ou uma conversação com os amigos. Quantas vezes deixamos de lado o bom hábito da leitura de um livro ou o simples escutar de uma música ou até mesmo um passeio pela nossa própria cidade ou lugares próximos que não resultarão em gastos dispendiosos?
“mas os cuidados do mundo, a sedução das riquezas e a cobiça doutras coisas, entrando, sufocam a palavra, e ela fica infrutífera.” (Marcos 4: 19)
Um autor ao descrever o assunto diz que "a
nossa preocupação fica clara quando analisamos a verdade dos fatos, via
de regra a nosso medo vêm porque não estávamos a viver com o
necessário, o desejo de manter o padrão anterior nos faz aumentar a
ansiedade. Devemos atentar se não são suas atitudes que fazem as coisas
parecerem mais insuportáveis do que realmente são e não a situação em
sí. Em situações como essa, devemos deixar de pensar como gostaria que
fosse e pensarmos o que Deus quer nos passar como lição. Devemos ficar
grato e satisfeito com que Deus providência para nos mantemos firmes a
cada dia, com certeza tornará a ser uma pessoa muito mais equilibrada e
feliz com que têm."
Mas de verdade a presença de Deus tem, realmente, suprido o vazio na vida de muitos cristãos e demais religiosos? Nesse caso, não estaríamos transferindo nossas necessidades para o "deus dinheiro", "deus consumo", "deus das falsas aparências"? Não seria ideal revermos nossa maneira de viver e principalmente levando a nossos filhos valores mais sólidos do que os estabelecidos pela sociedade de consumo?
Mas de verdade a presença de Deus tem, realmente, suprido o vazio na vida de muitos cristãos e demais religiosos? Nesse caso, não estaríamos transferindo nossas necessidades para o "deus dinheiro", "deus consumo", "deus das falsas aparências"? Não seria ideal revermos nossa maneira de viver e principalmente levando a nossos filhos valores mais sólidos do que os estabelecidos pela sociedade de consumo?
“Se as suas necessidades de hoje foram supridas, porque então não acreditar que amanhã elas também serão.”Ter
uma atitude altiva e correta é a melhor forma de enfrentar o problema, o
desafio de viver com menos e providenciado direto de Deus nos faz mais
próximo Dele.
Não seria esse mundo da busca do luxuoso, um falso mundo de insatisfação que entre outros graves problemas caminhos para coisas maléficas como o consumo de drogas quer lícitas ou ilícitas?
Não seria esse mundo da busca do luxuoso, um falso mundo de insatisfação que entre outros graves problemas caminhos para coisas maléficas como o consumo de drogas quer lícitas ou ilícitas?
“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro a calcular as despesas, para ver se tem com que a acabar?” (Lucas 14: 28)
Será que as críticas que fazemos aos governantes e aos gestores públicos pelos maus gastos e falta de planejamento, não é o mesmo que ocorre conosco em nosso dia a dia? Os gastos desnecessários e contrairmos dívidas as quais teremos dificuldades de pagar não são coisas que muitas vezes fazemos de maneira impensada?
O combate ao consumismo pelos cristãos e religiosos em geral, bem como, por todas as demais pessoas, é antes de tudo uma forma de lutarmos pela construção de um mundo melhor, onde não exista tanto desperdício e que possibilite o atendimento das necessidades de um maior número de pessoas.
O combate ao consumismo pelos cristãos e religiosos em geral, bem como, por todas as demais pessoas, é antes de tudo uma forma de lutarmos pela construção de um mundo melhor, onde não exista tanto desperdício e que possibilite o atendimento das necessidades de um maior número de pessoas.
sábado, 28 de setembro de 2013
Viver de maneira mais simples
“Não
vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará
de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mateus 6: 34)
Jesus
não está dizendo que devemos ignorar os problemas. É dito, no entanto, para que procuremos no nosso dia a dia criarmos as verdadeiras condições para a solução de nossos problemas. Isso ocorre, quando procuramos seguir fielmente os ensinamentos do nosso Criador expressos na Bíblia. Nesse aspecto, Jesus
é o caminho seguro a ser seguido. Vamos resolver os problemas atuais, fazendo de nosso dia a dia momentos certos de transformação. O salmista chegou a pedir a Deus para que criasse nele um novo coração. Isso é o que precisamos, termos condições verdadeiras de vencer a qualquer desafio.
Muitas vezes sabemos o que deve ser feito. Nas conversas com os amigos apresentamos as soluções para os nossos e os problemas deles e até de quem não conhecemos. Somos aptos a apontar os defeitos dos governantes e dos políticos, dos empresários e dos patrões. Mas, na hora de colocarmos em prática nossas ideias acabamos nos omitindo e nos habituando sempre as conversações do que a prática em caminho das soluções.
Da mesma forma corremos o risco do excesso de pessimismo que nos leva ao comodismo de acharmos que nada poderá ser feito. Na maioria das vezes, as coisas ruins que acreditamos estar a caminho nunca acontecem, mostrando o nosso erro de tentar adivinhar o futuro.
Muitas vezes sabemos o que deve ser feito. Nas conversas com os amigos apresentamos as soluções para os nossos e os problemas deles e até de quem não conhecemos. Somos aptos a apontar os defeitos dos governantes e dos políticos, dos empresários e dos patrões. Mas, na hora de colocarmos em prática nossas ideias acabamos nos omitindo e nos habituando sempre as conversações do que a prática em caminho das soluções.
Da mesma forma corremos o risco do excesso de pessimismo que nos leva ao comodismo de acharmos que nada poderá ser feito. Na maioria das vezes, as coisas ruins que acreditamos estar a caminho nunca acontecem, mostrando o nosso erro de tentar adivinhar o futuro.
A Bíblia nos dá o exemplo de Elias que ficou escondido no
deserto por um longo tempo e Deus na sua misericórdia o alimentava
diariamente. Isso também ocorre com muitos de nós, que somos alimentados diariamente pelo nosso Deus, nos dando saúde, forças, energia, mas acabamos pondo tudo a perder deixando que a preguiça, os maus pensamentos e o pessimismo tome conta de nossa vida.
Somos mestres a desfiar um monte de problemas que temos pela frente e nos esquecemos de agradecer a Deus pelos milhares que foram solucionados e pela vida que nos concede a cada manhã que se inicia.
O estresse é apontado como o mal do século passado e que continua no atual. Por isso, é bom que reflitamos sobre as seguintes questões:
Somos mestres a desfiar um monte de problemas que temos pela frente e nos esquecemos de agradecer a Deus pelos milhares que foram solucionados e pela vida que nos concede a cada manhã que se inicia.
O estresse é apontado como o mal do século passado e que continua no atual. Por isso, é bom que reflitamos sobre as seguintes questões:
1. O que me causa grande medo?
2. Quais são as possibilidades de meus receios se tornarem realidade? É como aquela pessoa que vive pensando que será acometida por uma grave doença, sem que exista qualquer prenúncio disso.
3. Até que ponto a maioria de meus pensamentos estão em torno de desastres, calamidades e coisas ruins que acredito que irão acontecer?
2. Quais são as possibilidades de meus receios se tornarem realidade? É como aquela pessoa que vive pensando que será acometida por uma grave doença, sem que exista qualquer prenúncio disso.
3. Até que ponto a maioria de meus pensamentos estão em torno de desastres, calamidades e coisas ruins que acredito que irão acontecer?
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
O cristão não deve se omitir
Diante dos problemas sociais, não cabe a indiferença
DÍVIDAS, DESEMPREGO,
BAIXOS SALÁRIOS E A
MISÉRIA DE MUITOS
O noticiário informa a situação de miséria que ainda atinge milhões e milhões de pessoas no mundo. As estatísticas apontam o elevado número de pessoas, especialmente, as crianças e os idosos que morrem vitimados pela fome. Ao mesmo tempo, o mesmo noticiário, mostra um outro lado perverso da sociedade onde se acumulam riquezas, egoísmo e esbanjamento, com o desperdício de alimentos e o descaso com a natureza.
Aos cristãos e pessoas de fé. Os que acreditam em um Ser superior, criador do mundo, questões como essas não devem ser vistas de forma desesperadora. A mensagem de Jesus é muito mais a de que devemos cuidar de nossos irmãos, inclusive de nossos inimigos do que ficarmos afastados do mundo, em nossa redoma, que seja a família, os amigos, o trabalho ou a igreja indiferentes às coisas ao redor.
Pelo contrário, é necessário muito cuidado ao lidar com essa situação, pois, como se não bastasse a pressão da ameaça de um desemprego (ele às vezes pega muitos de surpresa) ou mesmo do fracasso em um empreendimento (empresários antes enriquecidos, de repente são envolvidos por um mar de problemas e endividamento) é necessário a criação de uma nova consciência.
Independente da situação financeira de cada um, é preciso levantar na sociedade - como irmãos fraternos - a bandeira da luta contra o desperdício. O verdadeiro cristão e demais religiosos devem ter em mente que aos olhos do Criador é agradável tudo aquilo que é feito em prol da preservação da vida. Quando Jesus nos ensina na oração do Pai Nosso para que peçamos a Deus para que venha a nós o seu reino, de fato está defendendo a necessidade de nossa participação na melhoria das coisas do mundo.
Por isso, precisamos criar uma mentalidade - que sem abrir mão do conforto, como um direito de todos - que não nos iludamos com a falsa vida evidenciada por um consumismo desregrado, na qual as coisas sequer têm tempo de serem apreciadas. Quando o dinheiro nos chega com maior facilidade, muitas vezes esquecemos das necessidades do próximo e preenchemos o vazio de nossas vidas com produtos e excesso de tudo (comida, automóveis, aparelhos eletrodomésticos, roupas, etc).
Como cristãos, por isso, não devemos cultivar o hábito do exibicionismo, procurando, pelo contrário, simplificar nossas vidas, e sempre, dentro de nossas possibilidades, criarmos condições de procurar socorrer ao próximo, não apenas de forma assistencialista, mas criando as condições sociais para que todos tenha direito ao pleno emprego.
Muitas vezes, a falta de maior consciência serve de estímulo aos dirigentes políticos a agirem como novos faraós, utilizando os poucos recursos ou não existentes na construção de obras vistosas, mas que pouco acrescentam a melhor qualidade de vida das pessoas, principalmente as menos favorecidas socialmente e financeiramente. O cristão e os demais religiosos, de modo algum, podem fazer parte desse exército deslumbrado pelas luzes e brilhos falsos de um mundo que exclui a maioria do direito sagrado a uma vida mais digna.
Quantas vezes, em nosso lar ou igrejas nos envolvemos apenas na procura de Deus, mas desconhecendo o sofrimento do irmão ao nosso lado, que humildemente passa necessidades crônicas em seu lar, vítima do desemprego ou do subemprego, sem as condições mínimas de dar a sua família o acesso à educação, à saúde e a moradia digna.
Oramos a Deus pelos nosso problemas, mas esquecemos do amor que devemos ter para com o próximo.
DÍVIDAS, DESEMPREGO,
BAIXOS SALÁRIOS E A
MISÉRIA DE MUITOS
O noticiário informa a situação de miséria que ainda atinge milhões e milhões de pessoas no mundo. As estatísticas apontam o elevado número de pessoas, especialmente, as crianças e os idosos que morrem vitimados pela fome. Ao mesmo tempo, o mesmo noticiário, mostra um outro lado perverso da sociedade onde se acumulam riquezas, egoísmo e esbanjamento, com o desperdício de alimentos e o descaso com a natureza.
Aos cristãos e pessoas de fé. Os que acreditam em um Ser superior, criador do mundo, questões como essas não devem ser vistas de forma desesperadora. A mensagem de Jesus é muito mais a de que devemos cuidar de nossos irmãos, inclusive de nossos inimigos do que ficarmos afastados do mundo, em nossa redoma, que seja a família, os amigos, o trabalho ou a igreja indiferentes às coisas ao redor.Pelo contrário, é necessário muito cuidado ao lidar com essa situação, pois, como se não bastasse a pressão da ameaça de um desemprego (ele às vezes pega muitos de surpresa) ou mesmo do fracasso em um empreendimento (empresários antes enriquecidos, de repente são envolvidos por um mar de problemas e endividamento) é necessário a criação de uma nova consciência.
Independente da situação financeira de cada um, é preciso levantar na sociedade - como irmãos fraternos - a bandeira da luta contra o desperdício. O verdadeiro cristão e demais religiosos devem ter em mente que aos olhos do Criador é agradável tudo aquilo que é feito em prol da preservação da vida. Quando Jesus nos ensina na oração do Pai Nosso para que peçamos a Deus para que venha a nós o seu reino, de fato está defendendo a necessidade de nossa participação na melhoria das coisas do mundo.
Por isso, precisamos criar uma mentalidade - que sem abrir mão do conforto, como um direito de todos - que não nos iludamos com a falsa vida evidenciada por um consumismo desregrado, na qual as coisas sequer têm tempo de serem apreciadas. Quando o dinheiro nos chega com maior facilidade, muitas vezes esquecemos das necessidades do próximo e preenchemos o vazio de nossas vidas com produtos e excesso de tudo (comida, automóveis, aparelhos eletrodomésticos, roupas, etc).
Como cristãos, por isso, não devemos cultivar o hábito do exibicionismo, procurando, pelo contrário, simplificar nossas vidas, e sempre, dentro de nossas possibilidades, criarmos condições de procurar socorrer ao próximo, não apenas de forma assistencialista, mas criando as condições sociais para que todos tenha direito ao pleno emprego.
Muitas vezes, a falta de maior consciência serve de estímulo aos dirigentes políticos a agirem como novos faraós, utilizando os poucos recursos ou não existentes na construção de obras vistosas, mas que pouco acrescentam a melhor qualidade de vida das pessoas, principalmente as menos favorecidas socialmente e financeiramente. O cristão e os demais religiosos, de modo algum, podem fazer parte desse exército deslumbrado pelas luzes e brilhos falsos de um mundo que exclui a maioria do direito sagrado a uma vida mais digna.
Quantas vezes, em nosso lar ou igrejas nos envolvemos apenas na procura de Deus, mas desconhecendo o sofrimento do irmão ao nosso lado, que humildemente passa necessidades crônicas em seu lar, vítima do desemprego ou do subemprego, sem as condições mínimas de dar a sua família o acesso à educação, à saúde e a moradia digna.
Oramos a Deus pelos nosso problemas, mas esquecemos do amor que devemos ter para com o próximo.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Dança em louvor a Deus
A ALEGRIA NO
RITMO DA MÚSICA
Que alegria é poder dançar. Deixar o corpo fluir no ritmo da dança. Ouvir a música
e acompanhá-la com a batida do coração. Dançar mostrando a alegria em estar vivo
e em poder desfrutar da leveza do corpo, que parece voar, mesmo quando há
excesso de peso.
A dança é uma habilidade que o homem quando possível deve procurar desenvolver.
Dançar com uma companhia ou fazendo parte de um grupo ou simplesmente dançar
sozinho, escondindo em um cantinho de casa, procurando se desligar dos problemas
da vida.
Quem dança com alegria também faz um louvor a Deus.
RITMO DA MÚSICA
Que alegria é poder dançar. Deixar o corpo fluir no ritmo da dança. Ouvir a música
e acompanhá-la com a batida do coração. Dançar mostrando a alegria em estar vivo
e em poder desfrutar da leveza do corpo, que parece voar, mesmo quando há
excesso de peso.
A dança é uma habilidade que o homem quando possível deve procurar desenvolver.
Dançar com uma companhia ou fazendo parte de um grupo ou simplesmente dançar
sozinho, escondindo em um cantinho de casa, procurando se desligar dos problemas
da vida.
Quem dança com alegria também faz um louvor a Deus.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Uma mudança de coração
DEUS TRANSFORMA OS HOMENS
Na História cristã, uma das grandes transformações de um ser humano
ocorreu com o apóstolo Paulo, antes conhecido como Saulo, mas que
no episódio do encontro com Jesus no Caminho de Damasco tem toda
a sua vida modificada.
Saulo é citado pela primeira vez, na morte de Estevão, pois quando este
afirmou que viu "o Filho do Homem sentado à direita de Deus" (7,56),
conforme os Atos dos Apóstolos, em sua presença diante do Sinédrio,
gerando a indignação dos judeus.
Ao ser apedrejado, seus algozes depuseram os mantos, com o objetivo de
serem mais precisos na pontaria, aos pés de um jovem chamado Saul
(8,1), a que uns alegam se tratar de Paulo.
Os Atos dizem que foi ele quem devastou a Igreja, entrando pelas casas,
arrancando delas homens e mulheres, e jogando-os na prisão (8,3).
Acredita-se que Saul ou Saulo, em seu papel de perseguidor, foi ao
encalço de cristãos que fugiram para outras regiões. Em Jerusalém, ele
conseguiu autorização do sumo sacerdote para que prendesse qualquer
seguidor da nova seita.
Foi na tentativa de cumprir essa missão, que na estrada de Damasco,
Saulo viu-se circundado de uma luza brilhante do céu e assustado
cai ao chão e ouve a voz de Cristo, dizendo "Saul, Saul, por que me
persegues?"
Conforme o relato, seus companheiros também ouviram a voz mas
não viram pessoa alguma, ao contrário de Paulo, que ao se levantar
verificou que estava cego.
Foi, sem dúvida, a perda da falsa visão, para o ressurgimento de um
novo olhar para o mundo que possibilitou a transformação de Saulo
no apóstolo Paulo.
Isso também ocorre conosco. Também temos de fechar os olhos para
um mundo de conceitos, filosofias e ensinamentos errados, a fim de
no encontro com Cristo conhecermos a VERDADE. O episódio mostra
o poder de Deus em transformar a vida e o coração de qualquer um.
Na História cristã, uma das grandes transformações de um ser humano
ocorreu com o apóstolo Paulo, antes conhecido como Saulo, mas que
no episódio do encontro com Jesus no Caminho de Damasco tem toda
a sua vida modificada.
Saulo é citado pela primeira vez, na morte de Estevão, pois quando este
afirmou que viu "o Filho do Homem sentado à direita de Deus" (7,56),
conforme os Atos dos Apóstolos, em sua presença diante do Sinédrio,
gerando a indignação dos judeus.
Ao ser apedrejado, seus algozes depuseram os mantos, com o objetivo de
serem mais precisos na pontaria, aos pés de um jovem chamado Saul
(8,1), a que uns alegam se tratar de Paulo.
Os Atos dizem que foi ele quem devastou a Igreja, entrando pelas casas,
arrancando delas homens e mulheres, e jogando-os na prisão (8,3).
Acredita-se que Saul ou Saulo, em seu papel de perseguidor, foi ao
encalço de cristãos que fugiram para outras regiões. Em Jerusalém, ele
conseguiu autorização do sumo sacerdote para que prendesse qualquer
seguidor da nova seita.
Foi na tentativa de cumprir essa missão, que na estrada de Damasco,
Saulo viu-se circundado de uma luza brilhante do céu e assustado
cai ao chão e ouve a voz de Cristo, dizendo "Saul, Saul, por que me
persegues?"
Conforme o relato, seus companheiros também ouviram a voz mas
não viram pessoa alguma, ao contrário de Paulo, que ao se levantar
verificou que estava cego.
Foi, sem dúvida, a perda da falsa visão, para o ressurgimento de um
novo olhar para o mundo que possibilitou a transformação de Saulo
no apóstolo Paulo.
Isso também ocorre conosco. Também temos de fechar os olhos para
um mundo de conceitos, filosofias e ensinamentos errados, a fim de
no encontro com Cristo conhecermos a VERDADE. O episódio mostra
o poder de Deus em transformar a vida e o coração de qualquer um.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Para vencer o mundo
SEGUIR OS PASSOS
DE CRISTO
"Ser transformado de homem da terra em homem de Cristo não é coisa do outro
mundo: este é o universo de Deus; o jardim do Éden é aqui e agora. Nunca
haverá lugar melhor que este mundo real, onde podemos repensar nossos
juízos __ nossos louvores e condenações de bem e de mal. Esse é o mundo
sonhado por todos os visionários, mas ninguém pode atingir o estado edênico
enquanto estiver hipnotizado pela ideia de bem e de mal. Isso só pode
acontecer como fruição do fato de abandonar não só os julgamentos e
condenações, mas também todo elogio. Quando não mais estivermos sob
a influência hipnótica dos pares de opostos, o mundo não terá mais o poder
de nos escravizar. Esse mundo ultrapassa em muito nosso desprendimento
da ideia de bem e de mal, e de fato não ocorrem mudanças no mundo em si.
Este parece ser o mesmo, mas a grande diferença é que nós não o vemos mais
do modo anterior. Para nós, há nele uma luz diferente; temos agora uma
outra perspectiva, um ponto de vista diferente..." (Joel S. Goldsmith)
DE CRISTO
"Ser transformado de homem da terra em homem de Cristo não é coisa do outro
mundo: este é o universo de Deus; o jardim do Éden é aqui e agora. Nunca
haverá lugar melhor que este mundo real, onde podemos repensar nossos
juízos __ nossos louvores e condenações de bem e de mal. Esse é o mundo
sonhado por todos os visionários, mas ninguém pode atingir o estado edênico
enquanto estiver hipnotizado pela ideia de bem e de mal. Isso só pode
acontecer como fruição do fato de abandonar não só os julgamentos e
condenações, mas também todo elogio. Quando não mais estivermos sob
a influência hipnótica dos pares de opostos, o mundo não terá mais o poder
de nos escravizar. Esse mundo ultrapassa em muito nosso desprendimento
da ideia de bem e de mal, e de fato não ocorrem mudanças no mundo em si.
Este parece ser o mesmo, mas a grande diferença é que nós não o vemos mais
do modo anterior. Para nós, há nele uma luz diferente; temos agora uma
outra perspectiva, um ponto de vista diferente..." (Joel S. Goldsmith)
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