META PERMANENTE
Ajudai-me Senhor - a cada dia - a renovar a minha mente.
Que eu possa estar cada vez mais próximo de Ti e do teu
reino. Afastai-me do mal e das tentações do mundo. Cria
em mim um pensamento profundo voltado para o amor a
próximo. E que os ensinamentos de Jesus sejam a minha
meta permanente.
Comentário - Procura Deus diante das diante das dificuldades. Quando nada parece dar certo; quando tudo falha. A dor aumenta e o vazio é grande. Os amigos não são o bastante. O trabalho não satisfaz. A solidão é grande. Procura Deus na hora do sufoco. Só Ele pode resolver os nossos problemas. Só Ele pode nos revelar o caminho e o que fazer.
O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Mais próximos do coração do Pai
DEUS NÃO GOSTA DE NOS VER SOFRER
Quando tudo está calmo e nos sentimos muito felizes, parece que nos esquecemos de Deus. Mas, não é bem assim. A alegria contagiante nos tira o tempo para os pensamentos ruins e parece que não nos lembramos de agradecer ao Criador por esses momentos maravilhosos.
Talvez, como filhos ingratos só pedimos o socorro dos pais durante uma dificuldade, uma dor intensa. Mas, como disse Jesus, o Pai não gosta de nos ver sofrer. Por isso, quando nossa alegria é intensa e verdadeira; fruto do bom agir, do amor às coisas belas do mundo e do próximo, talvez nesse momento é que cheguemos bem mais próximo do coração de Deus, nosso Pai, fazendo verdadeiramente a Sua vontade.
E esta hora de alegria vale mais que milhares de orações.
Quando tudo está calmo e nos sentimos muito felizes, parece que nos esquecemos de Deus. Mas, não é bem assim. A alegria contagiante nos tira o tempo para os pensamentos ruins e parece que não nos lembramos de agradecer ao Criador por esses momentos maravilhosos.
Talvez, como filhos ingratos só pedimos o socorro dos pais durante uma dificuldade, uma dor intensa. Mas, como disse Jesus, o Pai não gosta de nos ver sofrer. Por isso, quando nossa alegria é intensa e verdadeira; fruto do bom agir, do amor às coisas belas do mundo e do próximo, talvez nesse momento é que cheguemos bem mais próximo do coração de Deus, nosso Pai, fazendo verdadeiramente a Sua vontade.
E esta hora de alegria vale mais que milhares de orações.
sábado, 10 de agosto de 2013
Um feliz Dia dos Pais
JOSÉ, UM EXEMPLO
PARA TODOS
Evocamos sempre o nosso Pai do Céu; mas que figura extraordinária muitos de nós podemos atribuir ao nosso pai humano e terreno. O extremo amor que, durante toda a vida, teve por nós; os sacrifícios feitos para nossa criação; o trabalho árduo desempenhado para que não nos deixasse faltar o essencial - que é o amor, o carinho, a dedicação e a proteção. A presença amiga, estimulante e incentivadora.
O nosso pai e a nossa mãe que nos fizeram viver e crescer. As muitas mães que acumularam a dupla função de mãe e pai e os pais que atuam como mãe e pai. Os pais ausentes que morreram cedo e logo nos deixaram. Os pais que muitos às vezes não conhecem sequer o nome. Os pais que nos renegaram como filhos e nos trataram de forma cruel, mas que no fim receberam nosso perdão ou não.
Tantos são os pais e tipos de pais. E nós mesmos que nos tornamos pais ou mães e nos desdobramos para dar o melhor de nós a nossos filhos. E nós que temos a felicidade de termos nossos pais com modelos a seguir e aperfeiçoarmos, em alguns casos.
E José - o pai exemplo. O esposo de Maria que teve a nobre missão de proteger a criança pequena ameaçada de morte. José que ensinou a Jesus o valor do trabalho e do manejo dos instrumentos em sua carpintaria. Que sempre se colocou, conscientemente, em um plano sutilmente inferior na esperança de ver o seu filho terreno cumprir sua gloriosa missão.
José que, como muitos pais, tem como maior presente ver seus filhos se transformarem em "filhos de Deus".
PARA TODOS
Evocamos sempre o nosso Pai do Céu; mas que figura extraordinária muitos de nós podemos atribuir ao nosso pai humano e terreno. O extremo amor que, durante toda a vida, teve por nós; os sacrifícios feitos para nossa criação; o trabalho árduo desempenhado para que não nos deixasse faltar o essencial - que é o amor, o carinho, a dedicação e a proteção. A presença amiga, estimulante e incentivadora.
O nosso pai e a nossa mãe que nos fizeram viver e crescer. As muitas mães que acumularam a dupla função de mãe e pai e os pais que atuam como mãe e pai. Os pais ausentes que morreram cedo e logo nos deixaram. Os pais que muitos às vezes não conhecem sequer o nome. Os pais que nos renegaram como filhos e nos trataram de forma cruel, mas que no fim receberam nosso perdão ou não.
Tantos são os pais e tipos de pais. E nós mesmos que nos tornamos pais ou mães e nos desdobramos para dar o melhor de nós a nossos filhos. E nós que temos a felicidade de termos nossos pais com modelos a seguir e aperfeiçoarmos, em alguns casos.
E José - o pai exemplo. O esposo de Maria que teve a nobre missão de proteger a criança pequena ameaçada de morte. José que ensinou a Jesus o valor do trabalho e do manejo dos instrumentos em sua carpintaria. Que sempre se colocou, conscientemente, em um plano sutilmente inferior na esperança de ver o seu filho terreno cumprir sua gloriosa missão.
José que, como muitos pais, tem como maior presente ver seus filhos se transformarem em "filhos de Deus".
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
O ateu que vai pro céu
O CAMINHO, A VERDADE
E A VIDA
Um jovem aproveita todo o seu talento para escrever, falar ou pregar sobre a sua visão de mundo em que pontifica o seu ateísmo. Como se justificando, de algo que não precisa ser justificado, pois todos somos livres para crermos ou não crermos ou mesmo não termos posição definida, como os agnósticos, ele explica sua posição em relação às religiões, fazendo menção às discordâncias entre elas, alegando que são muitas e centenas de denominações.
De verdade, crer ou não crer são apenas formas de expressão. Nós podemos da boca pra fora dizermos que acreditamos em algo, mas tal fato não passar de simples palavras e muitas vezes nós podemos nos situar como descrentes em relação a alguma coisa e estarmos muito mais perto, do que pensamos, do que Deus espera de nós.
Não crer é uma forma de crença. Quem não crê, em verdade acredita na sua mente em seu ateísmo. Há outros que acreditam em vários deuses e outros que consideram que a natureza é deus.
A própria ideia de um Deus único não é exclusividade do mundo judaico-cristão. Ela foi expressa, em outras ocasiões, por outros povos. O zoroastrismo, por exemplo, foi uma fé em um deus único. Os povos, ao longo da história, se influenciaram mutuamente, sendo o episódio do dilúvio relatado por muitos deles.
Tudo é importante, em termos da busca do conhecimento e da verdade, mas há coisa que não passam de discussões inúteis que só conduzem a desarmonia e até mesmo a guerras. Essa foi a essência da pregação de Jesus. Por isso, é que ele disse que era o caminho, o único caminho, que conduz a Deus. Mas o que significa ser o caminho?
O próprio Cristo ensinou que nada mais é do que amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
E o que é amar a Deus sobre todas as coisas? É simplesmente fazer a vontade do Pai, fazendo do amor o maior valor em nossas vidas.
Neste caso, pode existir pessoas que desconhecem o Evangelho, mas por cultivarem o amor em suas ações, mesmo sem perceber, estão próximas ao que Deus quer. Enquanto, outras que apregoam a existência de Deus, mas por não terem o amor no coração podem colocar em primeiro lugar o deus-dinheiro; o luxo; a soberba; arrogância; violência e tudo mais que torna a vida insuportável, mantendo-se afastada do amor ao próximo.
Não importa se nós acreditamos ou não em Deus. O que importa é se nós - em nossas vidas - praticamos os seus Mandamentos.
Aos olhos de Deus, ateísmo, crenças e descrenças não passam de palavras dos homens. O verdadeiro significado é o AMOR. E ele é "o caminho, a verdade e a vida".
E A VIDA
Um jovem aproveita todo o seu talento para escrever, falar ou pregar sobre a sua visão de mundo em que pontifica o seu ateísmo. Como se justificando, de algo que não precisa ser justificado, pois todos somos livres para crermos ou não crermos ou mesmo não termos posição definida, como os agnósticos, ele explica sua posição em relação às religiões, fazendo menção às discordâncias entre elas, alegando que são muitas e centenas de denominações.
De verdade, crer ou não crer são apenas formas de expressão. Nós podemos da boca pra fora dizermos que acreditamos em algo, mas tal fato não passar de simples palavras e muitas vezes nós podemos nos situar como descrentes em relação a alguma coisa e estarmos muito mais perto, do que pensamos, do que Deus espera de nós.
Não crer é uma forma de crença. Quem não crê, em verdade acredita na sua mente em seu ateísmo. Há outros que acreditam em vários deuses e outros que consideram que a natureza é deus.
A própria ideia de um Deus único não é exclusividade do mundo judaico-cristão. Ela foi expressa, em outras ocasiões, por outros povos. O zoroastrismo, por exemplo, foi uma fé em um deus único. Os povos, ao longo da história, se influenciaram mutuamente, sendo o episódio do dilúvio relatado por muitos deles.
Tudo é importante, em termos da busca do conhecimento e da verdade, mas há coisa que não passam de discussões inúteis que só conduzem a desarmonia e até mesmo a guerras. Essa foi a essência da pregação de Jesus. Por isso, é que ele disse que era o caminho, o único caminho, que conduz a Deus. Mas o que significa ser o caminho?
O próprio Cristo ensinou que nada mais é do que amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
E o que é amar a Deus sobre todas as coisas? É simplesmente fazer a vontade do Pai, fazendo do amor o maior valor em nossas vidas.
Neste caso, pode existir pessoas que desconhecem o Evangelho, mas por cultivarem o amor em suas ações, mesmo sem perceber, estão próximas ao que Deus quer. Enquanto, outras que apregoam a existência de Deus, mas por não terem o amor no coração podem colocar em primeiro lugar o deus-dinheiro; o luxo; a soberba; arrogância; violência e tudo mais que torna a vida insuportável, mantendo-se afastada do amor ao próximo.
Não importa se nós acreditamos ou não em Deus. O que importa é se nós - em nossas vidas - praticamos os seus Mandamentos.
Aos olhos de Deus, ateísmo, crenças e descrenças não passam de palavras dos homens. O verdadeiro significado é o AMOR. E ele é "o caminho, a verdade e a vida".
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Senhor! Me ensina o caminho da paciência
UMA PORTA ESTREITA
Senhor me ensina o caminho da paciência. Não se exasperar diante das coisas do mundo é algo bastante difícil, pois, como não se descontrolar diante de uma grave doença que nos acomete ou a nossos filhos, pais parentes ou amigos?
Ou quando sentimos que nossos esforços no trabalho não são devidamente reconhecidos e não somos valorizados salarialmente, gerando um quadro de endividamento que dificulta a nossa vida diária. E se estamos desempregados e batemos em várias portas, levando nosso currículo ou enfrentando entrevistas nas quais depositamos, ansiosamente, nossas esperanças. Como não se exasperar?
Como ser pacientes quando ao nosso redor parece que todas as nossas tentativas e esforços para que as coisas melhorem parecem infrutíferos?
É aí que temos de agir como verdadeiros cristãos, depositando toda nossa confiança em nosso Deus. É aí que da forma mais sincera temos de nos dirigir a Ele pedindo para que assuma o comando de nossas vidas. Não na esperança de que tudo será resolvido em um passe de mágica. Mas sim, na certeza absoluta que Ele nos indicará o melhor caminho a seguir. E Ele sabe quais as dificuldades que temos de passar, mesmo que imploremos para que afaste de nós esse cálice. E Jesus, ao fazer esse pedido, mostrou a todos a sua natureza humana, provando que a sua dor é a nossa dor; que a sua lágrima é a nossa lágrima; e que a sua missão não era de um senhor diante de servos, mas a de amigo, com o qual podemos contar em nossos momentos de aflição.
E Deus não é indiferente ao nosso sofrimento. Ele é um Pai que também sofre conosco. Mas sabe melhor que todos o que nos convém.
Muitas vezes, o sofrimento pode ser o caminho da salvação. E por isso, é que a porta é estreita.
Senhor me ensina o caminho da paciência. Não se exasperar diante das coisas do mundo é algo bastante difícil, pois, como não se descontrolar diante de uma grave doença que nos acomete ou a nossos filhos, pais parentes ou amigos?
Ou quando sentimos que nossos esforços no trabalho não são devidamente reconhecidos e não somos valorizados salarialmente, gerando um quadro de endividamento que dificulta a nossa vida diária. E se estamos desempregados e batemos em várias portas, levando nosso currículo ou enfrentando entrevistas nas quais depositamos, ansiosamente, nossas esperanças. Como não se exasperar?
Como ser pacientes quando ao nosso redor parece que todas as nossas tentativas e esforços para que as coisas melhorem parecem infrutíferos?
É aí que temos de agir como verdadeiros cristãos, depositando toda nossa confiança em nosso Deus. É aí que da forma mais sincera temos de nos dirigir a Ele pedindo para que assuma o comando de nossas vidas. Não na esperança de que tudo será resolvido em um passe de mágica. Mas sim, na certeza absoluta que Ele nos indicará o melhor caminho a seguir. E Ele sabe quais as dificuldades que temos de passar, mesmo que imploremos para que afaste de nós esse cálice. E Jesus, ao fazer esse pedido, mostrou a todos a sua natureza humana, provando que a sua dor é a nossa dor; que a sua lágrima é a nossa lágrima; e que a sua missão não era de um senhor diante de servos, mas a de amigo, com o qual podemos contar em nossos momentos de aflição.
E Deus não é indiferente ao nosso sofrimento. Ele é um Pai que também sofre conosco. Mas sabe melhor que todos o que nos convém.
Muitas vezes, o sofrimento pode ser o caminho da salvação. E por isso, é que a porta é estreita.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
A opção pelo amor
BARRABÁS, O CAMINHO
DA GUERRA
O Império Romano, na Antiguidade, subjugou vários povos, entre os quais os israelitas. Por isso, a vinda de um Messias era vista como a possibilidade da total libertação deste estado de jugo.
Barrabás foi um rebelde que fez da luta armada o caminho para a liberação. Mas, a cada ação de seu grupo, maior era a repressão e os castigos impostos pelos romanos ao povo judeu.
Quando Jesus surgiu e, em sua pregação, trouxe uma mensagem antagônica à forma de ação de Barrabás houve quem ficasse dividido entre os atos de violência como forma de combater o inimigo e o caminho da tolerância e do amor ao próximo defendido pelo Cristo.
No mundo moderno esse caminho também foi adotado por muitas personagens históricos, entre os quais Gandhi e o pastor Martin Luther King, para citarmos somente dois deles, e acabaram vitoriosos.
Os ensinamentos de Jesus transformaram a face do mundo e influenciam milhões e milhões de pessoas voltadas para a construção de um mundo melhor, mais justo e mais fraterno. Mas, infelizmente há os que optam pelo ódio, seguindo o caminho de Barrabás, contribuindo para um mundo mais violento onde a injustiça tende a prevalecer.
Comentário - Uma escolha equivocada - Barrabás esperava julgamento por traição e rebeldia contra o Império Romano. Na época do Pessach (a Páscoa judaica) era costume os romanos libertarem alguns presos, com o intuito de diminuir a adesão aos revoltosos. Pilatos então propôs ao povo que escolhesse entre Jesus e Barrabás. Incitados pelos que odiavam a Cristo, a maioria fez a escolha pela libertação de Barrabás. O episódio é uma lição para que reflitamos sempre sobre nossas escolhas.
DA GUERRA
O Império Romano, na Antiguidade, subjugou vários povos, entre os quais os israelitas. Por isso, a vinda de um Messias era vista como a possibilidade da total libertação deste estado de jugo.
Barrabás foi um rebelde que fez da luta armada o caminho para a liberação. Mas, a cada ação de seu grupo, maior era a repressão e os castigos impostos pelos romanos ao povo judeu.
Quando Jesus surgiu e, em sua pregação, trouxe uma mensagem antagônica à forma de ação de Barrabás houve quem ficasse dividido entre os atos de violência como forma de combater o inimigo e o caminho da tolerância e do amor ao próximo defendido pelo Cristo.
No mundo moderno esse caminho também foi adotado por muitas personagens históricos, entre os quais Gandhi e o pastor Martin Luther King, para citarmos somente dois deles, e acabaram vitoriosos.
Os ensinamentos de Jesus transformaram a face do mundo e influenciam milhões e milhões de pessoas voltadas para a construção de um mundo melhor, mais justo e mais fraterno. Mas, infelizmente há os que optam pelo ódio, seguindo o caminho de Barrabás, contribuindo para um mundo mais violento onde a injustiça tende a prevalecer.
Comentário - Uma escolha equivocada - Barrabás esperava julgamento por traição e rebeldia contra o Império Romano. Na época do Pessach (a Páscoa judaica) era costume os romanos libertarem alguns presos, com o intuito de diminuir a adesão aos revoltosos. Pilatos então propôs ao povo que escolhesse entre Jesus e Barrabás. Incitados pelos que odiavam a Cristo, a maioria fez a escolha pela libertação de Barrabás. O episódio é uma lição para que reflitamos sempre sobre nossas escolhas.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
A procura de um amigo
O CAMINHAR DE SANTO ANTONIO
Como um caminhante no deserto, às vezes não sabemos os motivos de tanto, aparentemente, castigo. O sol ardente que nos queima a pele; a sede persistente que nos obriga a economizar água e alimentos. A aflição de pensar se a água e a comida serão suficientes para nosso caminhar até o destino que esperamos que será feliz. Um lugar onde encontraremos um oásis e uma fonte de água permanente. Um porto seguro.
E no caminhar as dúvidas de que estejamos mesmo no rumo certo ou perdido para sempre.
E entre esperanças e dúvidas prosseguimos nossa jornada, sabedores que parar significa dar lugar à morte, desistindo da vida.
Como nós houve um certo Antônio - santo entre os homens - que caminhou 7 anos no deserto. Nós caminhamos a procura de um abrigo, um lugar que mate nossa sede e sacie nossa fome.
Ele - Antônio - caminhava apenas com a única esperança de encontrar um amigo. E não desistiu um único momento de sua missão.
O seu caminhar no deserto foi a procura pelo Cristo que habita em nossos corações.
Caminhou 7 anos - até que encontrou.
Comentário - Como Antônio teremos nós também persistência em nossa caminhada ou desistiremos rapidamente? A primeira dificuldade será que desistiremos do caminho traçado? O segredo do verdadeiro cristão está na persistência, sabedor que no fim da jornada ou muito mesmo antes de seu término encontrará a vitória daqueles que colocam Cristo em seus corações.
Como um caminhante no deserto, às vezes não sabemos os motivos de tanto, aparentemente, castigo. O sol ardente que nos queima a pele; a sede persistente que nos obriga a economizar água e alimentos. A aflição de pensar se a água e a comida serão suficientes para nosso caminhar até o destino que esperamos que será feliz. Um lugar onde encontraremos um oásis e uma fonte de água permanente. Um porto seguro.
E no caminhar as dúvidas de que estejamos mesmo no rumo certo ou perdido para sempre.
E entre esperanças e dúvidas prosseguimos nossa jornada, sabedores que parar significa dar lugar à morte, desistindo da vida.
Como nós houve um certo Antônio - santo entre os homens - que caminhou 7 anos no deserto. Nós caminhamos a procura de um abrigo, um lugar que mate nossa sede e sacie nossa fome.
Ele - Antônio - caminhava apenas com a única esperança de encontrar um amigo. E não desistiu um único momento de sua missão.
O seu caminhar no deserto foi a procura pelo Cristo que habita em nossos corações.
Caminhou 7 anos - até que encontrou.
Comentário - Como Antônio teremos nós também persistência em nossa caminhada ou desistiremos rapidamente? A primeira dificuldade será que desistiremos do caminho traçado? O segredo do verdadeiro cristão está na persistência, sabedor que no fim da jornada ou muito mesmo antes de seu término encontrará a vitória daqueles que colocam Cristo em seus corações.
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