domingo, 31 de março de 2013

A festa da libertação

9 de abril - ano 30 d.C
A PÁSCOA CRISTÃ:
A RESSURREIÇÃO DE JESUS


Passado o sábado, nas primeiras horas do domingo, Maria Madalena e Maria vieram visitar o sepulcro. Conforme o relato dos evangelistas, houve um grande tremor de terra; um anjo do Senhor desceu do céu, aproximou-se e revolveu a pedra, sobre a qual se sentou. O seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como a neve. À sua vista os guardas, estarrecidos de medo, ficaram como mortos.
Como celebração da Ressurreição de Jesus, a Páscoa é o dia santo mais importante do cristianismo, junto com toda a Semana Santa. O feriado tem ligações próximas com a festa judaica do Pessach porque Jesus estava em Jerusalém para o Pessach quando foi preso. Conforme o Evangelho de  João, Jesus foi morto simultaneamente aos cordeiros do Pessach no Templo, o que se refere à representação simbólica de Jesus, que é chamado de "cordeiro de Deus que carrega os pecados do mundo" por João Batista.
O Pessach e a Páscoa são ambas as festas de libertação: assim como os judeus celebram a libertação dos israelitas do Egito por Deus no Pessach, os cristãos contemplam sua libertação da morte por meio da Ressurreição de Jesus.

sábado, 30 de março de 2013

Um sábado de abril, ano 30 d.C



Inimigos de Jesus pedem
a Pilatos que coloque guardas
junto ao sepulcro

Jesus tinha dito que depois de três dias, após ser crucificado, iria ressuscitar. Seus inimigos acharam conveniente evitar de qualquer forma que o corpo de Jesus desaparecesse da sepultura. Por isso, conforme relata Mateus - 27, 62-66 - os sumos sacerdotes e os fariseus foram juntos à casa de Pilatos e lhe disseram: "Senhor, nós estamos bem lembrados de que aquele impostor disse em vida: 'Depois de três dias, ressuscitarei!' Ordena, pois, que o sepulcro seja bem guardado até o teceiro dia, para que os discípulos não o venham roubar e digam depois ao povo: 'Ele ressuscitou dos mortos!' Esta impostura seria pior do que a primeira". Respondeu-lhes Pilatos; "Tendes a guarda; ide, e guardai-o como quiserdes". Eles se foram e, depois de selarem a pedra, puseram guardas junto ao sepulcro.

No dia anterior, na sexta-feira, conforme João - 19, 31-37 - a fim de que os corpos não ficassem na cruz durante o sábado, pediram os judeus a Pilatos que lhes quebrasem as pernas e fossem retirados: porque era esse o dia da Preparação, e o sábado seria de grande solenidade. Vieram, pois, os soldados e quebraram as pernas ao primeiro, e depois ao outro que fôra crucificado com Jesus. Chegando, porém, a Jesus, e vendo-o já morto não lhe quebraram as pernas; mas um soldado lhe traspassou o lado com a lança, e,  no mesmo instante, saiu sangue e água. Aquele que viu dá testemunho, e seu testemunho é verdadeiro. E ele sabia que diz a verdade, a fim de que também vós acrediteis. Pois tudo isto sucedeu para que se cumprisse a Escritura:

                         Nenhum osso lhe será quebrado.
                         E a Escritura diz também:
                         Contemplarão aquele que traspassaram.

A descrição de João tem em conta o fato de que "na hora em que Jesus morreu na Cruz, no templo se imolavam os cordeiros que deviam servir, à noite, para a ceia pascal. João mostra no Cordeiro pascal um símbolo de Jesus Crucificado, e nota que, como estava prescrito para o cordeiro da Páscoa, também a Jesus não lhe quebraram osso algum".


Fonte: Bíblia Sagrada; o Evangenho de Jesus, sob a direção do Monsenhor Enrico Galbiati; Guia Visual da História da Bíblia - National Geogrraphic.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Sexta-feira da Paixão!

AS ÚLTIMA HORAS DE JESUS

Sexta-feira 7 de abril 30 d.C - Hora aproximada - entre 1h e 3h da madrugada -

No relato de Mateus 26, 57; Lucas - 22,54; e João - 18, 12, 24, o detacamento, o tribuno e os guardas dos judeus prenderam a Jesus e ataram-no. Depois, conduziram-no primeiro à presença de Anás, pois era o sogro de Caifás, o pontífice daquele ano. Fora Caifás quem aconselhara aos judeus: "É melhor morrer um só homem por todo o povo".

Na ocasião, então, o sumo sacerdote interrogou a Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. Respondeu-lhe Jesus: "Eu falei abertamente ao mundo; ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde se reúnem os judeus; nada falei às ocultas. Por que me interrogas? Pergunta aos que me ouviram o que lhes ensinei; eles bem sabem o que eu disse". A estas palavras, um dos guardas que lá estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: "É assim que respondes ao pontífice? Respondeu-lhe Jesus: "Se falei mal, mosta onde está o mal; mas se falei bem, por que me bates?"

             "Tu o disseste. Aliás, vos declaro: de agora 
      em diante vereis o Filho do homem assentado à direita                 do Poder, e vir sobre as nuvens do céu".


Anás enviou-o, então, manietado, a Caifás, o pontífice.

Quem foi Anás - Anás - uma abreviação de Ananias - foi Sumo Sacerdote, do ano 6 ao ano 15. Sendo deposto pelo procurador romano Valério Grato, continuava gozando de grande influência, como se, de direito, estivesse ainda no poder. Além do genro Caifás, também cinco filhos se ocuparam sucessivamente do cargo. Ele foi o animador da luta contra Jesus, e, assim se compreende por que o prisioneiro tenha sido primeiro submetido por ele a um interrogatório.

Quem foi Caifás - José Caifás foi Sumo Sacerdote do ano 18 ao ano 35. A ele cabia presidir o Sinédrio (palavra grega que quer dizer assembleia) isto é, o Supremo tribunal hebraico formado por 71 juízes, chefes de famílias sacerdotais, descendentes de famílias nobres, e um certo número de peritos nas leis (escribas).

No encontro com Caifás, conforme os Evangelhos, Jesus permanecia calado, quando o Sumo Sacerdote lhe disse: "Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se és o Messias, o Filho de Deus". Respondeu-lhe Jesus: "Tu o disseste. Aliás, vos declaro: de agora em diante vereis o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vir sobre as nuvens do céu".Então o Sumo Sacerdote rasgou as vestes, exclamando: "Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Eis que acabais de ouvir a blasfêmia! Que vos parece? Eles responderam: "É réu de morte!"

No período de 1h às 3h da madrugada, na Sexta-Feira Santa, Jesus é injuriado e espancado e também ocorre a tríplice negação de Pedro. De 1h às 8h da manhã ocorre a segunda reunião do Sinédrio, quando se indaga se Jesus é o Filho de Deus e Ele responde: "Vós dizeis bem: eu o sou", sendo levado a Pôncio Pilatos, pois a autoridade romanda tinha proibido o Sinédrio de executar as sentenças de morte.

Entre 6h e 8h da manhã, Judas suicida-se e Jesus é levado diante de Pilatos. Em 7 de abril do ano 30 depois de Cristo (d.C), Jesus é levado diante de Herodes Antipas (naquele mesmo dia Herodes e Pilatos fizeram as pazes, pois eram inimigos até então).

Já entre 9h e 11 horas da manhã, Pilatos propõe que o povo escolha entre Jesus e Barrabás, qual deverá ser libertado. Com a escolha pela libertação de Barrabás, Jesus é flagelado, ocorrendo também a coroação de espinhos.

Alguns estudiosos afirmam que Pilatos, pagão, cético, mas supersticioso, sentiu um certo temor diante de Jesus, temendo ser o autor de uma grande injustiça. "As tentativa de Pilatos para libertar Jesus, não são dirigidas somente pelo senso de justiça, mas também pelo temor que este homem lhe incute. Por sua vez, os judeus recorrem a uma outra armadilha, colocando-o no dilema: ou trair a justiça, ou tornar-se inimigo do imperador. O ato de lavar-se as mão publicamente não o livrou de sua responsabilidade".

Os cálculos sobre o horário dos últimos dias de Jesus dão conta que próximo do meio-dia, Simão Cireneu é obrigado a ajudar a Jesus a carregar a cruz (provavelmente, segundo o costume romano, a cruz levada por Jesus era só o tronco transversal, enquanto a parte vertical estava preparada com antecedência no lugar do suplício). A crucificação ocorre também por volta do meio-dia, com todo processo se desenrolando até às 15 horas da tarde, incluindo o episódio do diálogo de Jesus com "o bom ladrão".

Em seu suplício Jesus declara em alta voz: "Eloí, Eloí, lama sabactani?", isto é, "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?"

Trata-se de uma declaração de Jesus, em língua aramáica, que é, justamente, o começo do Salmo 21, no qual o salmista, interpretando profeticamente o estado de alma do Messias, na hora da provação, exprime com diversas comparações um sofrimento inaudito. Jesus, recitando a primeira frase, quer afirmar que todo o salmo se refere a Ele. Não é portanto, um grito de desespero, e sim, mais uma afirmação implícita que dele falaram os profetas.

Fonte: Bíblia Sagrada; o Evangenho de Jesus, sob a direção do Monsenhor Enrico Galbiati; Guia Visual da História da Bíblia - National Geogrraphic.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Mais reflexões sobre a Páscoa!


Pessach


Pessach e as outras escravidões
Floriano Pesaro - sociólogo 

Uma das festividades mais ricas e simbólicas do calendário judaico acontece na celebração do Seder de Pessach. É quando comemoramos, ao redor de uma mesa farta e em companhia da família estendida e, por vezes, de vários amigos, a passagem da escravidão para a liberdade e a nossa constituição como comunidade no deserto. É uma destas ocasiões que nos permite refletir sobre liberdades pessoais, sobre sociedade e sobre como tratar o outro, pois a sabedoria judaica nos insta a que recordemos que nós já fomos o estrangeiro na casa do outro. Como cientista social, fico imaginando como devemos fazer para não nos esquecermos desta nossa traumática experiência e para que tentemos olhar ao nosso redor e ver se não estamos, por acaso, sendo hoje os egípcios de outras pessoas. Em nossos dias, a escravidão se manifesta pelo domínio econômico, pela falta de reconhecimento do trabalho da classe mais humilde, daquele que na noite de Pessach talvez esteja apenas passando bandejas e lavando os pratos.
  
                "Em nossos dias, infelizmente,
         ainda persiste a escravidão sexual, o tráfico 
          humano, a opressão econômicas guerras 
        tribais e outras situações humilhantes que 
           tornam o ser humano "o estrangeiro"

Simbolicamente, podemos todos ser um pouco mais gentis e reconhecer o fruto do labor daquelas pessoas que, ao lavarem nossos pratos e arrumarem nossas mesas junto com nossas famílias, possibilitam de alguma forma que esta celebração tão fundamental de nossa tradição aconteça num clima festivo e farto. Adicionalmente, no caráter mais universalista, Pessach foi a transição dos antigos israelitas se fortalecendo e tornando-se coletivamente o povo judeu. Como povo, nessa jornada, a responsabilidade social de aceitar e lutar pela liberdade própria e de todos assumiu para sempre uma conotação relevante. O próprio livro da narrativa de Pessach, a Hagadá, começa com o mandato para que todos os famintos venham e comam. A fome e a miséria. Estes são temas indissociáveis da política e da sociedade desde a Antiguidade até os dias de hoje. Em Pessach, O povo judeu pode se permitir então repensar questões como estas e reavaliar suas responsabilidades sociais diante da memória de seu passado milenar. Em nossos dias, infelizmente, ainda persiste a escravidão sexual, o tráfico humano, a opressão econômica, as guerras tribais e outras situações humilhantes que tornam o ser humano "o estrangeiro". Neste Pessach, sugiro que possamos aproveitar os vários aspectos que estas celebrações nos sugerem e que, além de relembrar nossas conquistas inabaláveis do passado, busquemos outros meios para fazer ainda mais parte desta corrente de liberdade.

quarta-feira, 27 de março de 2013

"A longa caminhada até a liberdade".

Reflexões pós Pessach
Jonathan Sacks, rabino-chefe da Grã-Bretanha

Acredito que cada um de nós tem seus próprios candidatos para os livros que nos mudaram e nos ensinaram a enxergar o mundo de modo um tanto diferente. Minha própria escolha seria a história que os judeus em todo o mundo leram na noite de Pessach, a história do Livro do Êxodo que conta como nossos ancestrais, há 33 séculos, foram libertados da escravidão e começaram aquilo que Nelson Mandela chamou de "a longa caminhada até a liberdade". Obviamente, nós não apenas o lemos, nós o revivemos, comendo matzá, o pão ázimo da aflição e saboreando as ervas amargas da opressão, e tudo começa com perguntas feitas por uma criança. Embora pensemos nela como uma história judaica, ela foi adotada por outros como se também pertencesse a eles. Quando os americanos conquistaram sua liberdade após lutarem com os britânicos, Thomas Jefferson a comparou ao Êxodo. Quando os afro-americanos marcharam pela liberdade, cantaram as palavras de Moshê: Deixe meu povo ir." Mais recentemente, inspirou a Teologia da Libertação na América do Sul. É uma das narrativas mais notáveis sobre esperança e realmente ajudou a mudar o mundo.






"Mesquitas, sinagogas, templos hindus e santuários budistas ainda são atacados. As pessoas ainda odeiam em nome do D'us do amor, matam em nome do D'us da vida, e praticam crueldade em nome do D'us da compaixão. Pergunto-me se o próprio D'us não chora ao ver os males cometidos em Seu Nome."
                                                                                   (Jonathan Sacks - rabino-chefe da Grã-Bretanha) 




Por quê? Porque foi a primeira vez que a religião entrou na situação humana como uma voz revolucionária. As religiões do mundo antigo, como seus substitutos seculares atuais, eram justificativas do "status quo". Explicavam por que os ricos e poderosos tinham de ser ricos e poderosos. O Êxodo disse o contrário. O poder supremo entra na história para resgatar os indefesos. O D'us de toda a humanidade nos pede para garantirmos liberdade e dignidade a toda a raça humana. Acima de tudo, Ele nos ordena amar o estrangeiro porque nossos ancestrais certa vez foram estrangeiros numa terra que não lhes pertencia. O que mais me abalou em minhas reflexões neste Pessach é como a humanidade está indo mal no Século XXI. Ainda hoje a religião é usada como uma desculpa para a violência e derramamento de sangue. Mesquitas, sinagogas, templos hindus e santuários budistas ainda são atacados. As pessoas ainda odeiam em nome do D'us do amor, matam em nome do D'us da vida, e praticam crueldade em nome do D'us da compaixão. Pergunto-me se o próprio D'us não chora ao ver os males cometidos em Seu Nome. Pessach começa com essas palavras: "Este é o pão da aflição que nossos ancestrais comeram no Egito. Deixe que todos os famintos venham e comam". A liberdade começa quando partilhamos nosso pão com os outros. Uma história simples, porém ainda tem o poder de mudar o mundo.

Fonte: chabad.org

terça-feira, 26 de março de 2013

A mensagem dos irmãos judeus

O respeito às diversas crenças faz parte do comportamento pregado por Jesus, com o mandamento "Amai ao próximo como a si mesmo".


Matzá e chocolate: formas
diferentes de saborear
Esta é a época em que buscamos o otimismo e apostamos na esperança. Alguns relembram o sacrificante passado para a liberdade de hoje preservar; outros enaltecem o simbolismo religioso para a tradição conservar. Importante é o bem coletivo concretizar.
- Pessach: marca o êxodo e os desafios dos judeus do Egito rumo à "terra prometida". Das amarras da escravidão à sua própria nação.
- Páscoa: recorda os ensinamentos de Jesus. Da cruz solitária de um judeu a uma nova fé que nem ele poderia imaginar.
Semelhanças inegáveis nos momentos de reflexão, nos costumes transmitidos em cada geração e nas datas quase sempre coincidentes para a comemoração. Seja no primeiro seder ou na última ceia, o que vale é o alegre vinho para celebrar o indispensável encontro familiar.
Mas, apesar da inevitável similaridade, não há necessidade de se criar a "Páscoa judaica" ou de inventar um "Pessach cristão". Essencial é respeitar cada costume, cada peculiaridade, cada história e festejar conforme sua própria religião.
Pessach Sameach! - Feliz Páscoa!
É o desejo da diretoria e da equipe do ALEF News

Mensagem ecumênica do jornal ALEF News da comunidade judáica



PESSACH SAMEACH! - FELIZ PÁSCOA!

Fale com o autor: mauro.wainstock@gmail.com

Saiba mais sobre o autor:
http://www.mwcomunicacaoempresarial.com.br/Mauro_Wainstock.html

Publicado no ALEF News / Israel e o mundo judaico -
http://www.alefnews.com.br: você lê, todo mundo lê !



 






segunda-feira, 25 de março de 2013

Senhor tem misericórdia de mim pecador!

NÃO ME EXPULSES
DA TUA PRESENÇA

Quando frequentamos uma igreja. Quando fazemos parte de algum grupo de estudo religioso. Quando relizamos trabalhos de caridade junto à comunidade e aos mais pobres. Quando proferimos palestras sobre os mais diversos assuntos bíblicos, muitas vezes somos - sem percerbermos - tomados por uma certa vaidade nos achando superior aos demais.

Aos nos considerarmos "o povo eleito" corremos o risco de sermos levados pela empáfia e pelo orgulho.

Jesus nos chama a atenção para esse tipo de comportamento, quando em Lucas capítulo 18 verso 10-14 diz que "Dois homens subiram ao templo para orar, um era fariseu e o outro, cobrador de impostos. O fariseu, posto em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo o que possuo.


"Pois qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilhar será exaltado".


O cobrador de impostos, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!

Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele. Pois qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilhar será exaltado".

E foi justamente, o cobrador de impostos que se colocou como um pecador em busca de perdão, comportando-se como o salmista (Salmo 51-11) "Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo".