Queridos amigos,
Um dos Mandamentos das Leis de Deus é o Honrar Pai e Mãe. De certa forma poderíamos ver nele o próprio respeito aos mais velhos. Em nossa sociedade, em algumas situações a experiência e a sabedoria dos mais velhos não está sendo levada em consideração. Assistimos, recentemente, a homenagem feita a um juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por força de lei, teve de deixar o cargo devido à idade. Justamente, quando estava na plenitude de sua capacidade intelectual e com grande energia física, proporcional à própria idade, podendo muito contribuir ainda em benefício da sociedade e do país.
Felizmente, há empresas que sabem aproveitar e recrutar para seus cargos profissionais de grande capacidade, que, até há algum tempo acabavam sendo levado ao ostracismo. Aliar a vitalidade dos mais novos com a capacidade e experiência dos mais velhos, normalmente, ocasiona ótimos resultados.
As pessoas mais novas, como ensina a Bíblia devem aprender a respeitar e admirar os mais velhos, procurando ter deles muitas lições importantes para o dia a dia e também em termos profissionais. Isso não significa que, em alguns casos, não seja necessária certa adaptação aos novos dias. Contudo, há coisas que não mudam nunca: ética, dignidade, profissionalismo, amor ao próximo.
Em uma determinada solenidade, uma velha professora universitária estava sendo homenageada. Tinha mais de 80 anos. Um dos jovens de 20 poucos anos, tentanto fazer humor em seu grupo, comentou que pensava que a educadora já tinha morrido ou virado múmia. Muitos riram, outros mostraram-se indignados com a citação de mau gosto. Antes do fim do ano, aquele jovem, no vigor de sua forma física, havia morrido em um desastre de automóvel. A velha professora, ao contrário, viveu por mais vários anos.
Não sabemos o que a vida nos reserva. Muito menos os designios de DEUS. O respeito tanto aos mais velhos, em especial, como a qualquer ser humano deve pautar nossas ações.
A Bíblia nos mostra que Moisés aos 80 anos iniciou a retriada do povo de DEUS do Egito, tendo ficado 40 anos no deserto. "Não se lhe escurecera a vista nem se lhe fugira o vigor". (DT. 34:7)
Josué, general de exército, aos 80 anos aceitou o desafio de comandar o povo de DEUS rumo à Terra Prometida.
E muitos são os exemplos do passado e do presente. O respeito aos mais velhos é uma característica dos cristãos e de todas as pessoas de bem. Pense nisso.
Fiquem na Paz!!!
O blog é aberto a todas as pessoas interessadas em colaborarem no sentido da divulgação da Palavra de Deus, de forma não sectária e com respeito a todas as religiões, conforme as leis vigentes no país.
domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
Thomas Mann: José e seus Irmãos
Em 1926 um artista de Munich pediu ao escritor Thomas Mann que lhe escrevesse uma introdução para um folheto e ilustrações sobre a história de José, filho de Jacó, da qual Goethe havia dito: "Esta é uma narrativa natural das mais encantadoras, e o seu único defeito é ser demasiado breve, de sorte que nos sentimos inclinados a escrevê-la pormenorizadamente".
E foi este o desafio que Thomas Mann resolveu enfrentar. Meditando sobre o assunto sugerido por aquelas ilustrações, e tendo presente as palavras de Goethe, ele sentiu "uma indescritível fascinação diante da ideia de relegar para um plano muito distante a moderna vida burguesa e fazer que minha narrativa penetrasse profundamente no humano".
E o que fez o grande escritor, em sua empreitada? Thomas Mann, que acabara de receber o Prêmio Nobel de Literatura, passou a ler detalhadamente a Bíblia e mais do que isso, realizou em 1929 excursões arqueológicas ao Egito e à Palestina, onde consultou todas as fontes de informação necessária para escrever, em porte monumental, a história de José.
O resultado de suas pesquisas foi uma magnifica tetralogia que, mais do que quatro romances independente, é um erudito repositório de lendas, de fatos reais e de indicações originais, umas de caráter histórico e outras de índole puramente mítica.
Os romances _ José e seus Irmãos, O Jovem José, José no Egito e José o Provedor _ foram publicados a partir de 1933 com intervalos de dois, três e seis anos, e, embora formem um todo orgânico são obras completas em si mesmas.
Amados, o exemplo do escritor prêmio Nobel deve ser seguido por nós, quando procuramos realizar algum tipo de trabalho. Thomas Mann poderia simplesmente ter aproveitado a sua enorme fama e escrito uma obra desprentenciosa, apenas fruto de sua imaginação e elaborada no conforto de um escritório ou lar. Mas, ao contrário disso, ele procurou estudar profundamente sobre o assunto e não satisfeito empreendeu pesquisas nos locais onde ocorreram as ações de José.
E nós, quantas vezes realizamos nossos trabalhos de forma pouco concentrada, sem procurarmos dar o máximo, achando que o importante é cumprir uma determinada tarefa de qualquer jeito? E também, em relação as coisas de DEUS, quantas vezes procuramos desencumbí-las de forma robotizada sem procurarmos entender e estudar melhor os assuntos e acabamos sendo levados por opiniões de falsos guias?
Como Thomas Mann, em José e seus Irmãos, também devemos realizar nossos trabalhos utilizando o máximo de nossa capacidade. Certamente isso é do agrado de DEUS, como a obra elaborada pelo grande escritor alemão.
E foi este o desafio que Thomas Mann resolveu enfrentar. Meditando sobre o assunto sugerido por aquelas ilustrações, e tendo presente as palavras de Goethe, ele sentiu "uma indescritível fascinação diante da ideia de relegar para um plano muito distante a moderna vida burguesa e fazer que minha narrativa penetrasse profundamente no humano".
E o que fez o grande escritor, em sua empreitada? Thomas Mann, que acabara de receber o Prêmio Nobel de Literatura, passou a ler detalhadamente a Bíblia e mais do que isso, realizou em 1929 excursões arqueológicas ao Egito e à Palestina, onde consultou todas as fontes de informação necessária para escrever, em porte monumental, a história de José.
O resultado de suas pesquisas foi uma magnifica tetralogia que, mais do que quatro romances independente, é um erudito repositório de lendas, de fatos reais e de indicações originais, umas de caráter histórico e outras de índole puramente mítica.
Os romances _ José e seus Irmãos, O Jovem José, José no Egito e José o Provedor _ foram publicados a partir de 1933 com intervalos de dois, três e seis anos, e, embora formem um todo orgânico são obras completas em si mesmas.
Amados, o exemplo do escritor prêmio Nobel deve ser seguido por nós, quando procuramos realizar algum tipo de trabalho. Thomas Mann poderia simplesmente ter aproveitado a sua enorme fama e escrito uma obra desprentenciosa, apenas fruto de sua imaginação e elaborada no conforto de um escritório ou lar. Mas, ao contrário disso, ele procurou estudar profundamente sobre o assunto e não satisfeito empreendeu pesquisas nos locais onde ocorreram as ações de José.
E nós, quantas vezes realizamos nossos trabalhos de forma pouco concentrada, sem procurarmos dar o máximo, achando que o importante é cumprir uma determinada tarefa de qualquer jeito? E também, em relação as coisas de DEUS, quantas vezes procuramos desencumbí-las de forma robotizada sem procurarmos entender e estudar melhor os assuntos e acabamos sendo levados por opiniões de falsos guias?
Como Thomas Mann, em José e seus Irmãos, também devemos realizar nossos trabalhos utilizando o máximo de nossa capacidade. Certamente isso é do agrado de DEUS, como a obra elaborada pelo grande escritor alemão.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Primavera: olhai os lírios do campo
O dia 22 de Setembro, às 11h49, marca o Inicio da Primavera, a chamada
estação das flores. Esta mudança climática, muitas vezes nem sempre
precisa, pois, agora mesmo acabamos de ter um dia de inverno com
temperatura chegando aos 40 graus ou mais, em algumas cidades,
representa também algo simbólico para nós.
Florir as nossas vidas talvez seja algo simples de ser feito, mas que muitas vezes deixamos de lado, dando lugar aos problemas que vão aumentando, sem que procuremos solucioná-los. E quantas vezes a solução está no simples fato de sentarmos em um banco de praça e apreciarmos uma roseira ou uma árvore florida e olharmos crianças brincando despreocupadas no escorrega ou no balanço. E como na canção de Cassiano, não será a hora de mandarmos a chuva embora e pedirmos a entrada plena da Primavera em nossas vidas, cantando que "hoje o céu está tão lindo. Sai chuva..."
Ou na canção de Roberto Carlos, quando relembra As Flores do Jardim da Nossa Casa: "as flores do jardim da nossa casa morreram todas com saudade de você". Mas, não seria o jardim uma área a espera de nós jardineiros, com a missão de fazê-lo florir novamente?
"Eu já não posso mais olhar nosso jardim
Lá não existem flores, tudo morreu pra mim
Não posso mais olhar nosso jardim
Lá não existem flores, tudo morreu pra mim
Mas não faz mal
Depois que a chuva cair
Outro jardim um dia
Há de reflorir"
E em vez de lamentações, lamúrias, queixas e azedume, não seria a hora de prepararmos nossos Canteiros, como na canção de Fagner baseada em versos de Cecília Meireles:
"Eu só queria ter no mato um gosto de framboesa
Para correr entre os canteiros e esconder minha tristeza
Que eu ainda sou bem moço para tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida,
Pois se não chega a morte ou coisa parecida
E nos arrasta moço, sem ter visto a vida."
A chegada simbólica da Primavera é um convite para que também procuremos fazer as modificações necessárias em nossas vidas. Ela é uma estação intermediária entre o Inverno do frio intenso e o calor do Verão abrasador. É um convite ao equilíbrio e a alegria. A paz e a calma, afastando a impaciência e o temor em relação ao presente e ao futuro. É o convite para que confiemos em DEUS, na certeza de que Ele não nos abandonará, pois como diss
Em Mateus:
Florir as nossas vidas talvez seja algo simples de ser feito, mas que muitas vezes deixamos de lado, dando lugar aos problemas que vão aumentando, sem que procuremos solucioná-los. E quantas vezes a solução está no simples fato de sentarmos em um banco de praça e apreciarmos uma roseira ou uma árvore florida e olharmos crianças brincando despreocupadas no escorrega ou no balanço. E como na canção de Cassiano, não será a hora de mandarmos a chuva embora e pedirmos a entrada plena da Primavera em nossas vidas, cantando que "hoje o céu está tão lindo. Sai chuva..."
Ou na canção de Roberto Carlos, quando relembra As Flores do Jardim da Nossa Casa: "as flores do jardim da nossa casa morreram todas com saudade de você". Mas, não seria o jardim uma área a espera de nós jardineiros, com a missão de fazê-lo florir novamente?
"Eu já não posso mais olhar nosso jardim
Lá não existem flores, tudo morreu pra mim
Não posso mais olhar nosso jardim
Lá não existem flores, tudo morreu pra mim
Mas não faz mal
Depois que a chuva cair
Outro jardim um dia
Há de reflorir"
E em vez de lamentações, lamúrias, queixas e azedume, não seria a hora de prepararmos nossos Canteiros, como na canção de Fagner baseada em versos de Cecília Meireles:
"Eu só queria ter no mato um gosto de framboesa
Para correr entre os canteiros e esconder minha tristeza
Que eu ainda sou bem moço para tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida,
Pois se não chega a morte ou coisa parecida
E nos arrasta moço, sem ter visto a vida."
A chegada simbólica da Primavera é um convite para que também procuremos fazer as modificações necessárias em nossas vidas. Ela é uma estação intermediária entre o Inverno do frio intenso e o calor do Verão abrasador. É um convite ao equilíbrio e a alegria. A paz e a calma, afastando a impaciência e o temor em relação ao presente e ao futuro. É o convite para que confiemos em DEUS, na certeza de que Ele não nos abandonará, pois como diss
Por
isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que
haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo,
pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o
corpo mais do que o vestuário?
Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Mateus 6:25-29
e o Mestre Jesus:Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Mateus 6:25-29
Em Mateus:
| “ | «Ninguém pode servir a dois senhores; pois ou há de aborrecer a um e amar ao outro, ou há de unir-se a um e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos da vossa vida pelo que haveis de comer ou beber, nem do vosso corpo pelo que haveis de vestir; não é a vida mais que o alimento, e o corpo mais que o vestido? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros, e vosso Pai celestial as alimenta; não valeis vós muito mais do que elas? Qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um cúbito à sua estatura? Por que andais ansiosos pelo que haveis de vestir? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam, contudo vos digo que nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Se Deus, pois, assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Assim não andeis ansiosos, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir? (Pois os gentios é que procuram todas estas coisas); porque vosso Pai celestial sabe que precisais de todas elas. Mas buscai primeiramente o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.» (Mateus 6:24-33) |
Por
isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que
haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo,
pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o
corpo mais do que o vestuário?
Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Mateus 6:25-29
Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Mateus 6:25-29
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Reflexões sobre a nossa mágoa
Queridos leitores,
Muitas vezes, em algumas situações de nossas vidas, alimentamos uma certa mágoa. Pode
ser em relação a um amigo, a um companheiro, namorado, filhos, colega de trabalho. Não
importa. A mágoa antes de tudo é um mau sentimento.
Alimentar a mágoa é ir remoendo por dentro fatos passados e perder a oportunidade de
construir a vida presente e com ela as bases de um futuro melhor.
E mais que isso, quando alimentamos mágoas, normalmente, nos colocamos como vítimas.
Somos os injustiçados. Aqueles que, de repente, sem aviso prévio nos foi tirado o tapete.
E diante de nossas mágoas procuramos ajuda de outros "amigos", mas alguns deles não
tão amigos e sim pessoas que nos rodeiam com o único intuito de tirar algum proveito da
situação e de colocar "lenha na fogueira".
Com isso ficamos impedidos de esclarecer melhor os motivos de nossa própria mágoa e
se for o caso resolver a desagradável situação que nos levou a ela. Ou também de fazer
uma honesta reflexão sobre a maneira que contribuímos para que a tal situação que nos
desagradou acabasse surgindo.
"Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Na sua grande misericórdia ele
nos fez renascer pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma vida de
esperança" (1 Ped 1,3)
Uma vida de esperança não deve ser alimentada pela mágoa.
Pense nisso. Fique na paz!!!
Muitas vezes, em algumas situações de nossas vidas, alimentamos uma certa mágoa. Pode
ser em relação a um amigo, a um companheiro, namorado, filhos, colega de trabalho. Não
importa. A mágoa antes de tudo é um mau sentimento.
Alimentar a mágoa é ir remoendo por dentro fatos passados e perder a oportunidade de
construir a vida presente e com ela as bases de um futuro melhor.
E mais que isso, quando alimentamos mágoas, normalmente, nos colocamos como vítimas.
Somos os injustiçados. Aqueles que, de repente, sem aviso prévio nos foi tirado o tapete.
E diante de nossas mágoas procuramos ajuda de outros "amigos", mas alguns deles não
tão amigos e sim pessoas que nos rodeiam com o único intuito de tirar algum proveito da
situação e de colocar "lenha na fogueira".
Com isso ficamos impedidos de esclarecer melhor os motivos de nossa própria mágoa e
se for o caso resolver a desagradável situação que nos levou a ela. Ou também de fazer
uma honesta reflexão sobre a maneira que contribuímos para que a tal situação que nos
desagradou acabasse surgindo.
"Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Na sua grande misericórdia ele
nos fez renascer pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma vida de
esperança" (1 Ped 1,3)
Uma vida de esperança não deve ser alimentada pela mágoa.
Pense nisso. Fique na paz!!!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Combate à arrogância
Queridos irmãos,
Muitas vezes não nos apercebemos de que em nossa atividade religiosa acabamos assumindo um ar de arrogância em relação ao próximo. Passamos a nos considerar parte de um povo eleito, de uma minoria escolhida por DEUS e com isso assumimos ares de superioridade em relação aos demais.
Em nosso íntimo nos consideramos verdadeiros santos. Somos aqueles que estamos sempre exaltando o nome do Senhor. Somos o que o louvamos de forma permanente. Em vez de pregarmos a Palavra perdemos tempo em discussões inúteis nas quais o que conta é demonstrar o nosso grau de sabedoria.
Decoramos versículos, capítulos da Bíblia e estamos sempre prontos a contarmos diversas histórias colhidas em nossas leituras frequentes, acreditando que vivemos plenamente embebidos da Palavra de DEUS.
O resultado muitas vezes é que, aos olhos dos demais irmãos, nos apresentamos como pessoas arrogantes e que se sentem superiores às demais.
Sonhamos com um Paraíso ao qual somente nós e nosso grupo terá acesso. No íntimo alimentamos um certo contentamento em saber que os chamados "ímpios" terão a condenação eterna.
Esquecemos da lição de Jesus: "Não julgues para não seres julgados".
Sob a alegação de que estamos envolvidos com DEUS negligenciamos outras questões importantes na vida, como o compromisso com o trabalho e a procura do ganha pão. Somos profissionais relapsos em nossas atividades, pois achamos que trabalhar é coisa sem grande valor. Nos afastamos dos amigos, pois somos os primeiros a apontar seguidos defeitos em cada um deles.
Essa nossa arrogância, nos impede, verdadeiramente, de servirmos corretamente a DEUS. Nos tornamos pessoas alienadas do mundo. Deixamos os estudos formais ou não formais de lado. Ignoramos os grandes autores da Literatura Mundial. Pouco sabemos em relação ao nosso próprio país e mesmo sobre a nossa cidade. Nos apresentamos diante dos demais como pessoas enquistadas em uma redoma e sem qualquer participação na vida comunitária.
Não foi essa a forma com que Jesus se apresentou ao mundo. Pelo contrário, Ele não se afastou das pessoas, procurou sempre por meio de sua forma de agir e agradável de pregar procurar SOMAR e não DIVIDIR.
É preciso que reflitamos sobre nossa arrogância e verificarmos se ela é a forma correta de comportamento de um cristão.
Fiquem na Paz.
Muitas vezes não nos apercebemos de que em nossa atividade religiosa acabamos assumindo um ar de arrogância em relação ao próximo. Passamos a nos considerar parte de um povo eleito, de uma minoria escolhida por DEUS e com isso assumimos ares de superioridade em relação aos demais.
Em nosso íntimo nos consideramos verdadeiros santos. Somos aqueles que estamos sempre exaltando o nome do Senhor. Somos o que o louvamos de forma permanente. Em vez de pregarmos a Palavra perdemos tempo em discussões inúteis nas quais o que conta é demonstrar o nosso grau de sabedoria.
Decoramos versículos, capítulos da Bíblia e estamos sempre prontos a contarmos diversas histórias colhidas em nossas leituras frequentes, acreditando que vivemos plenamente embebidos da Palavra de DEUS.
O resultado muitas vezes é que, aos olhos dos demais irmãos, nos apresentamos como pessoas arrogantes e que se sentem superiores às demais.
Sonhamos com um Paraíso ao qual somente nós e nosso grupo terá acesso. No íntimo alimentamos um certo contentamento em saber que os chamados "ímpios" terão a condenação eterna.
Esquecemos da lição de Jesus: "Não julgues para não seres julgados".
Sob a alegação de que estamos envolvidos com DEUS negligenciamos outras questões importantes na vida, como o compromisso com o trabalho e a procura do ganha pão. Somos profissionais relapsos em nossas atividades, pois achamos que trabalhar é coisa sem grande valor. Nos afastamos dos amigos, pois somos os primeiros a apontar seguidos defeitos em cada um deles.
Essa nossa arrogância, nos impede, verdadeiramente, de servirmos corretamente a DEUS. Nos tornamos pessoas alienadas do mundo. Deixamos os estudos formais ou não formais de lado. Ignoramos os grandes autores da Literatura Mundial. Pouco sabemos em relação ao nosso próprio país e mesmo sobre a nossa cidade. Nos apresentamos diante dos demais como pessoas enquistadas em uma redoma e sem qualquer participação na vida comunitária.
Não foi essa a forma com que Jesus se apresentou ao mundo. Pelo contrário, Ele não se afastou das pessoas, procurou sempre por meio de sua forma de agir e agradável de pregar procurar SOMAR e não DIVIDIR.
É preciso que reflitamos sobre nossa arrogância e verificarmos se ela é a forma correta de comportamento de um cristão.
Fiquem na Paz.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE
Queridos irmãos,
Quando destacamos na oração a importância para nós de que seja feita a vontade
de DEUS, não significa que estejamos nos anulando como pessoas ou abrindo
mão de nossa personalidade ou vontade própria.
Ao enfatizarmos o desejo de que a vontade de DEUS prevaleça, estamos destacando
ser ela a ideal para a construção de nossa própria felicidade.
É como ocorria muitas vezes, em nosso tempo de criança no qual uma decisão de
nossos pais poderia, aparentemente, parecer a que não queriamos obedecer. Depois
muito mais tarde verificávamos ser ela a feita para o nosso próprio bem.
Diante de DEUS somos como muitas crianças que não sabem, verdadeiramente, do
que, realmente, necessitam. Por isso, a vontade de DEUS é a que irá nos beneficiar.
Estar em harmonia com o Pai Celestial é estar em sintonia com a própria vida.
Quando Jesus nos ensinou no Pai Nosso para que oremos pedindo para prevalecer
a vontade de DEUS sabia ser esta a melhor forma de pedirmos as coisas certas e
benéfica para nós e para todos.
Este gesto de humildade exposto através da oração significa a nossa prova de
CONFIANÇA no divino.
É a mesma confiança que depositamos em nosso médico ou na mesa de operação
diante de uma equipe de cirurgiões; em uma pessoa amiga; em algum professor;
em algumas instituições de que fazemos partes. Só que em relação a DEUS a
confiança deve ser extremamente maior, na certeza de que o que somos devemos a
ELE e o que temos foi ELE quem nos concedeu.
Fiquem na Paz amados. Continuamos aguardando o seu comentário, palavra de
incentivo e participação no ARD-Gospel, contando com sua importante divulgação
entre os amigos desse nosso blog, que é também seu, no trabalho de exaltação
de nosso DEUS.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Rainha Ester: uma história de amor
Muitas pessoas reclamam da programação da televisão ou da falta de opção de lazer. Trata-se de uma queixa infundada, pois, na verdade há muita coisa de qualidade sendo apresentada inclusive na televisão. O que ocorre é o fato de as pessoas se deixarem levar pelo pensamento da maioria e não terem sequer a preocupação de selecionar bem seus divertimentos.
Agora, mesmo, em São Paulo, por exemplo, no Teatro Juca Chaves, está em cartaz até novembro a peça “Ester – A história de uma rainha” produzida pela Companhia de Teatro Viva Moema, um ministério da Igreja Renascer em Cristo do bairro de Moema, região Sul da cidade. Em muitas outras cidades há também programações dessa espécie, bastando que as pessoas procurem se informar melhor.
A peça "Ester" é dirigida por Tuca Miranda e vem despertando grande interesse do público, sendo protagonizada pelos atores Thiago Lopes (Assuero) e Juliana Domingues (Ester). Com o objetivo de atrair um maior público, o que não deixa de ser interessante, a fim de mostrar que as coisas de DEUS não precisa ser apresentada sempre de forma amarga, a peça possui certa dose de humor, mas sem abrir mão da essência bíblica, na qual é narrado o amor entre o rei Assuero e rainha judia que esconde sua origem para salvar seu povo.
O Teatro Juca Chaves fica emm São Paulo, na Rua João Cachoeira, 899, Itaim Bibi. (11) 2122-4070.
A RAINHA ESTER
O crítico e especialista em assuntos Bíblicos Arno Froese afirma que "o livro de Ester é único entre todos os livros da Bíblia, porque em nenhum dos seus dez capítulos é mencionado o nome de Deus. Tal fato tem levado alguns estudiosos a concluírem que ele não possui caráter canônico. Certa vez, Martim Lutero chegou a dizer que gostaria que ele nem tivesse existido. Mas quanto mais você lê esse livro relativamente pequeno, mais reconhece a providência divina. Essa providência não é revelada de nenhuma forma miraculosa; antes, podemos observar que ela acontece de forma muito natural, à medida que contemplamos o desfecho de circunstâncias que culminam com a ascensão dos judeus, contrariando dessa forma a sua tão cuidadosamente planejada aniquilação.
“Nos dias de Assuero, o Assuero que reinou desde a Índia até à Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias, naqueles dias, assentando-se o rei Assuero no trono do seu reino, que está na cidadela de Susã, no terceiro ano de seu reinado, deu um banquete a todos os seus príncipes e seus servos, no qual se representou o escol da Pérsia e Média, e os nobres e príncipes das províncias estavam perante ele” (Ester 1.1-3)."
Arno Froese É o diretor-executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos Estados Unidos. Realiza várias conferências anualmente nos EUA e edita as revistas “Chamada da Meia-Noite” e “Notícias de Israel” em língua inglesa. Arno Froese é autor dos livros: “A Misteriosa Babilônia de Saddam”, “Rumo ao Sétimo Milênio”, “O Arrebatamento” (em língua inglesa) e “Como a Democracia Elegerá o Anticristo” (disponível em português).
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